Mateus 21:1-11

30 minutos de leitura

Quando usar: 29 de março de 2026

Entrar fielmente

Domingo de Ramos

Ferramentas de adoração

Esboço do Culto

Passagens bíblicas adicionais

Salmo 118:1–2, 19–29

Domingo de Ramos: Utilize esta liturgia quando o grupo tiver outras oportunidades de culto relacionadas aos eventos da Semana Santa. Se esta for a única celebração programada antes da Páscoa, utilize uma liturgia para o Domingo da Paixão.

Contexto de adoração

Se houver uma cruz no seu local de culto, cubra-a com um tecido roxo.

Para a atividade “Oração em cores”, veja abaixo os materiais necessários.

O foco deste culto será o caminho do discípulo que segue a Jesus. Para criar o clima adequado, peça às crianças ou a outras pessoas que entrem no espaço de culto com folhas de palmeira, espalhando-as ao longo do caminho até a frente, simbolizando o trajeto da entrada de Jesus em Jerusalém. Isso pode ser feito durante o canto do Hino da Entrada Triunfal.

Prelúdio

Hino de Louvor

Incentive os participantes a cantarem em outros idiomas além do seu.

“Uyai Mose/Venham, todos vocês” cantar várias vezes CCS 84

OU “Cheios de entusiasmo/Mantos y palmas”CCS 465

OU “Salve o poder do nome de Jesus!”CCS 105

As traduções para o espanhol e o francês deste hino podem ser encontradas no siteHeraldHouse.org.

Bem-vindo

Convite para o culto

Obrigado, Deus, pela sua bondade!

Seu amor dura para sempre!

Que Israel diga:

“Seu amor é eterno!”

Abram para mim as portas da justiça,

Deixa eu entrar e obrigado, Deus!

Este é o dia que o Senhor fez —

Vamos nos alegrar!

—Salmo 118:1–2, 19, 24, adaptado

Hino da Entrada Triunfal

“Toda a Glória, Louvor e Honra”CCS 467

OU “No Tramp of Soldiers’ Marching Feet”CCS 466

Oração de invocação

Resposta

Chamada à Confissão

Pensamento Cantado

“Jesus Caminhou por Este Vale Solitário” 1ª estrofe CCS 452

Pensamento para reflexão imprima ou projete para que todos possam ver

Senhor, reconhecemos que o caminho que o Senhor trilhou não foi fácil. Estava repleto de tristeza, dor e solidão causadas por aqueles que duvidaram de Ti ou até tentaram impedir o Teu ministério. Perdoa-nos pelas vezes em que Te causamos dor por não seguirmos os Teus passos, não trilharmos o Teu caminho. Dá-nos um momento para reflexão em silêncio.

Pensamento Cantado

“Jesus Caminhou por Este Vale Solitário” estrofe 2 CCS 452

Leitura das Escrituras

Mateus 21:1–11

Prática espiritual: Orando com cores e “Hosana”!

  1. Perguntas para reflexão:imprima ou projete para que todos possam ver
  2. Pense na sua jornada de vida como discípulo. Onde você está agora? Para onde você está indo?
  3. Quem está ao seu lado no caminho do discípulo?
  4. Como você sente a presença de Deus ao longo de sua jornada?
  5. Canção da Jornada Quaresmal —veja as opções de canções acima
  6. “Orando em Cores” –veja abaixo

Momento de Foco

História das Escrituras

Leia “Jesus vai para Jerusalém”, do livro *LectionaryStory Bible, Ano A*,de Ralph Milton (WoodLake Publishing, Inc., 2007, ISBN: 9781551455471), páginas 91–92, ou outro livro de histórias bíblicas para crianças.

OUConte, com suas próprias palavras, a história da entrada de Jesus em Jerusalém.

Questões para discussão

  • Como teria sido estar em Jerusalém quando Jesus entrou na cidade — com as multidões, a agitação e a expectativa?
  • Será que podemos fazer parte daqueles que seguem o caminho de Jesus e ser seus discípulos?

Ministério de Música ou Hino Comunitário

“Quem é esse Jesus?”CCS 38

OU “Sanna, Sannanina” cantar várias vezes CCS 469

Sermão

Baseado em Mateus 21:1–11

A resposta generosa dos discípulos

Escritura

Levantem os olhos e fixem-nos no lugar para o qual são enviados. Percorram esse caminho com confiança… Compreendam que o caminho da transformação se estende tanto para dentro quanto para fora. O caminho da transformação é o caminho do discípulo… O caminho nem sempre será fácil, as escolhas nem sempre serão claras, mas a causa é certa… e aqueles que vivem a verdade conhecerão a esperança e a alegria do discipulado na comunidade de Cristo.

—trecho extraído de Doutrina e Convênios 161:1a, 3d, 7

Vídeo

Assista à apresentação de Phyllis Gregg, “Todos são chamados para a missão de Cristo” [4 min., 22 seg.], em YouTube.

Bênção e Recebimento dos Dízimos para Missões Locais e Mundiais

Hino de Compromisso

“Siga o Caminho do Discípulo”CCS 558

OU “Há um Caminho Muito, Muito Antigo”CCS 245

Bênção

Resposta

Pós-lúdio


Prática espiritual

Orando com cores

A prática de orar com cores permite um breve momento de meditação (tempo sugerido: cinco minutos). Os participantes receberão pequenos quadrados de papel ou tecido e giz de cera ou canetas hidrográficas de ponta fina. Em resposta à passagem bíblica do lecionário semanal, à canção da jornada quaresmal e às perguntas orientadoras, eles terão tempo para expressar-se fazendo rabiscos em seus quadrados. Seu grupo pode coletar esses quadradinhos ao longo da Quaresma, unindo-os semanalmente e exibindo-os em todo o espaço de culto. Eles também podem ser coletados e guardados para formar uma colcha ou outro desenho e exibidos no Domingo de Páscoa. Os participantes também podem levar seus quadradinhos para casa semanalmente para meditação pessoal durante a Quaresma.

Colocando isso em prática

  1. Coloque quadradinhos de papel ou tecido já cortados dentro dos boletins.
  2. Coloque cestas com quadradinhos de papel ou tecido e giz de cera ou canetas hidrográficas ao redor do espaço de culto, ou coloque os quadradinhos em uma cesta no local do culto.
  3. Tenha várias pessoas à disposição para distribuir os materiais antes do início da prática espiritual.
  4. Se for necessário recolher os quadradinhos, eles podem ser colocados nas cestas de ofertas, em cestas espalhadas pelo local de culto ou recolhidos ao final do culto.
  5. Caso seja necessário expor os quadrados de qualquer forma ou com qualquer design, designe uma equipe para organizar essas exposições.
  6. Siga as etapas descritas nos cultos da Quaresma:
    1. Peça ao celebrante ou a outra pessoa que leia a passagem do lecionário.
    2. Certifique-se de que as perguntas orientadoras estejam impressas ou projetadas.
    3. Em grupo, cantem a canção da jornada quaresmal escolhida para esta época. Vocês podem variar a forma de apresentação (com acompanhamento vocal ou instrumental), mas certifiquem-se de que a canção seja cantada pelo menos uma vez. Ela deve ser cantada segundo a tradição de Taizé — repetida em um clima meditativo.
    4. Ao final da música, reserve até cinco minutos para que os participantes rabiscem suas ideias nos quadrados fornecidos.

Ideias para a “oração colorida” ouparaexibir “orações” podem ser encontradas emwww.prayingincolor.comou pesquisando “Praying in Color” no Pinterest. O Pinterest também oferece desenhos em espiral para a “oração colorida” voltados para crianças. Seu grupo pode querer incluir esses desenhos nos boletins informativos destinados aos participantes mais jovens.

Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos

Encontro

Bem-vindo

No Domingo de Ramos, refletimos sobre a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Jesus entra na cidade montado em um jumento, como símbolo da natureza inesperada do reino de Deus.

Oração pela paz

Toque o sino ou o carrilhão três vezes, lentamente.
Acenda a vela da paz.

Deus misericordioso e amoroso,

Ao colocarmos as palmas das mãos a seus pés, oramos pela paz. A paz que triunfa sobre as trevas. A paz que flui e reflui na vida de todos aqueles que a veem e a recebem. Paz que faz todas as pessoas gritarem de júbilo, como o povo que te viu montado em um jumento e gritou: “Hosana!” Paz que repousa nas pedras, que gritariam se as pessoas não o fizessem. Que essa paz se espalhe à medida que as pessoas ouvirem nossos gritos e virem nossas reações a ti. Ao entrarmos na Semana Santa, caminha conosco, Deus, para que possamos reservar um tempo nesta semana para compartilhar a paz com o mundo. Amém

—Caleb e Tiffany Brian

Prática espiritual

Oração do Corpo

Diga em voz alta: Hoje, nossa prática espiritual será uma oração corporal.

Mostre aos membros do grupo as três posturas que eles irão adotar neste exercício espiritual:

  • Primeira postura — cabeça inclinada para baixo, com as mãos cruzadas
  • Segunda postura — sentado ou em pé, com os braços estendidos para os lados
  • Terceira postura — ambas as mãos postas sobre o coração.

Diga: “Um sinal sonoro indicará quando passar para a próxima postura. Vocês não farão nenhuma oração com palavras. Em vez disso, concentrem-se em perceber que tipo de oração deseja surgir de vocês enquanto mantêm cada postura.”

Conduza o grupo a fazer três respirações profundas e purificadoras como preparação. Toque um sino.

Primeira postura: abaixe a cabeça e junte as mãos (um minuto). Toque um sino.

Segunda postura: Sente-se ou fique em pé com os braços estendidos para os lados (um minuto). Toque um sino.

Terceira postura: Junte as mãos sobre o coração (um minuto). Toque um sino.

Encerre com um “Amém” dito em voz alta.

Convide os participantes a compartilharem o que vivenciaram ao se envolverem na oração corporal.

Compartilhando à mesa

Mateus 21:1–11 NRSVue

Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes: “Vão à aldeia que está à frente de vocês e, imediatamente, encontrarão uma jumenta amarrada e um jumentinho com ela; desamarrem-nos e tragam-nos até mim. Se alguém lhes disser alguma coisa, basta dizerem isto: ‘O Senhor precisa deles’. E ele os enviará imediatamente.” Isso aconteceu para que se cumprisse o que havia sido dito pelo profeta:

“Diga à filha de Sião:

Olha, o seu rei está vindo até você,

humilde e montado em um burro,

“e montado num jumentinho, o filhote de uma jumenta.”

Os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia instruído; trouxeram a jumenta e o jumentinho, colocaram seus mantos sobre eles, e ele sentou-se sobre eles. Uma multidão muito grande estendeu seus mantos na estrada, e outros cortaram galhos das árvores e os espalharam na estrada. As multidões que iam à frente dele e as que o seguiam gritavam:

“Hosana ao Filho de Davi!

Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!

“Hosana nas alturas!”

Quando ele entrou em Jerusalém, toda a cidade estava em alvoroço, perguntando: “Quem é esse?”. As multidões diziam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré, na Galiléia”.

O relato de Mateus cumpre a profecia em Zacarias 9:9 (NRSV):

Eis que o seu rei vem a vocês; ele é triunfante e vitorioso, humilde e montado em um jumento, em um jumentinho, o filhote de uma jumenta.

Os burros eram símbolos da paz; os cavalos, símbolos da batalha. Espalhar mantos e galhos de árvores na estrada era uma forma de homenagear Jesus.

Em Mateus, a multidão aclama Jesus como o “Filho de Davi”, uma expressão usada por um dos cegos na história anterior. Esse título não é usado com frequência na Bíblia. Ele pode se referir a um descendente do rei Davi ou a alguém tão grande e poderoso quanto Davi, o rei guerreiro. A multidão usa o título como parte de seu anseio por um Messias que libertasse o povo (Hosana, salva-nos!) por meio de uma vitória política e militar sobre os romanos.

Mateus encerra seu relato apresentando uma imagem de toda a cidade em tumulto com a chegada de Jesus. As multidões interpretam erroneamente o papel de Jesus como um rei-guerreiro profético. O propósito de Jesus é maior, mais abrangente e mais duradouro do que uma vitória militar. Jesus está inaugurando o reino de Deus.

Perguntas

  1. Jesus entra em Jerusalém como uma demonstração de humildade e paz, mas as multidões esperavam um rei guerreiro. Quando foi que sua compreensão sobre quem é Jesus se transformou de maneiras inesperadas?
  2. Os judeus entendiam a “salvação” como a libertação do povo do domínio estrangeiro opressor. Como isso influencia sua compreensão da salvação?
  3. Quando foi que você gritou “Hosana” (salve-nos)?

Enviando

Declaração de Generosidade

Observação: Se você estiver utilizando o “Pensamentos para Crianças”, reserve um tempo para que as crianças mostrem seus desenhos ao grupo durante essa parte do encontro.

Os discípulos fiéis respondem a uma consciência cada vez maior da generosidade abundante de Deus compartilhando de acordo com os desejos de seus corações; não por mandamento ou obrigação.

—Doutrina e Convênios 163:9

A cesta de ofertas está à disposição caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua resposta generosa. Esta oração de oferta foi adaptada do livro *A Resposta Generosa de um Discípulo*:

Deus da alegria, compartilhamos com o coração cheio de alegria em resposta à presença de Teu Filho. Que as oferendas que compartilhamos tragam alegria, esperança, amor e paz à vida das pessoas, para que elas possam experimentar Tua misericórdia e Tua graça. Amém

Convite para a próxima reunião

Hino de encerramento

CCS469, “Sanna, Sannanina”

Oração de encerramento


Opções adicionais, dependendo do grupo

Sacramento da Ceia do Senhor

Escritura da Comunhão

Escolha uma passagem bíblica para ler dentre as seguintes opções: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.

Declaração sobre a Comunhão

Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual relembramos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivenciamos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou adicionais dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.

Neste Domingo de Ramos, vamos nos encontrar com Jesus à mesa, compartilhando a Ceia como uma expressão de bênção, cura, paz e comunidade. Como preparação, vamos cantar a música 523do livro “Community of Christ Sings”, intitulada “As We Gather at Your Table”.

Abençoar e distribuir o pão e o vinho.

Reflexões para as crianças

Materiais: tapete de boas-vindas ou imagem de um tapete de boas-vindas, papel, giz de cera ou canetas hidrográficas

Diga: Isso é um tapete de boas-vindas. Onde costumamos encontrar um tapete de boas-vindas? Incentive as crianças a responderem.

Normalmente, encontramos um tapete de boas-vindas na porta da frente. Ele é chamado de tapete de boas-vindas porque “dá as boas-vindas” às pessoas quando elas entram em nossa casa.

Hoje vamos falar sobre como Jesus foi recebido ao entrar na cidade de Jerusalém. As pessoas se reuniram ao longo da estrada e, quando ele se aproximou, agitavam ramos de palmeira e gritavam “Hosana!”. Essa era a maneira que elas tinham de dar as boas-vindas a Jesus.

De que maneiras você costuma receber as pessoas quando elas vêm visitá-lo?

O que você escreveria no seu tapete de boas-vindas? Incentive as crianças a compartilharem suas ideias.

Distribua folhas de papel e giz de cera. Peça às crianças que desenhem o que gostariam de ver em um tapete de boas-vindas. Mostre os desenhos ao encerrar a atividade em grupo.

Recursos para sermões

Explorando as Escrituras

Todos os quatro evangelistas relatam a entrada de Jesus em Jerusalém. O Jesus de Marcos é humilde, sem nenhum indício de triunfo em seu comportamento (Marcos 11:1–11). O Jesus de João é triunfante, majestoso, aquele que ressuscitou Lázaro dentre os mortos (João 12:12–19). Mateus e Lucas apresentam uma imagem mista de humildade e majestade.

O relato de Mateus sobre a entrada em Jerusalém vem logo após a história de Jesus restaurando a visão aos cegos. Em Mateus 20:33, dois cegos imploram a Jesus: “Senhor, abre nossos olhos”. É com esse desejo ressoando em nossos ouvidos que nos aproximamos da entrada em Jerusalém. Quase dá para ouvir Jesus orando: “Senhor, abre os olhos deles…”

Mateus nos diz que os preparativos de Jesus cumprem a profecia de Zacarias 9:9: “Eis que o teu rei vem a ti; ele é o triunfante e o vitorioso, humilde e montado em um jumento, em um jumentinho, o filhote de uma jumenta.” Zacarias utilizou uma técnica poética comum de repetir a mesma ideia com termos diferentes. A jumenta e o jumentinho são o mesmo animal. O segundo versículo esclarece e destaca o primeiro. Será que Mateus interpretou mal a poesia hebraica? Ele diz que os discípulos “colocaram seus mantos sobre eles, e ele se sentou sobre eles” (v. 7), como se Jesus estivesse montado em dois animais. O leitor moderno não deve interpretar as palavras literalmente. A intenção de Mateus é mostrar a profecia cumprida em todos os detalhes. Os burros eram símbolos da paz; os cavalos, símbolos da batalha. Estender mantos e ramos de árvores na estrada era um símbolo de honra (2 Reis 9:13). O uso desses símbolos pela multidão mostra que eles reconhecem Jesus como da realeza.

Ao contrário de Marcos, a multidão de Mateus aclama Jesus como o “Filho de Davi”, uma expressão usada por um dos cegos na história anterior. Esse título não é usado com frequência na Bíblia. Ele pode se referir a um descendente do rei Davi ou a alguém tão grande e poderoso quanto Davi, o rei guerreiro. Trata-se de um título messiânico, que reflete a aliança de Deus com Davi para estabelecer seu reino e seu trono para sempre (2 Samuel 7:16). A multidão desejava uma vitória política e militar sobre os romanos.

O clamor “Hosana” significa “Ó, salva-nos” e tem origem nas palavras hebraicas do Salmo 118:25. “Hosana nas alturas” pode significar “Salva-nos, Deus das alturas, por meio deste Jesus, que vem como teu rei-guerreiro Davi”. Ou pode significar “Salva-nos com toda a extensão do teu poder, tu que és um grande rei-guerreiro como Davi”. Qualquer ato de “salvação” não seria pessoal e individual, mas sim para toda a nação. A salvação era coletiva, não pessoal.

Mateus encerra seu relato apresentando uma imagem de toda a cidade em tumulto com a chegada de Jesus. Ao entrar, as multidões o receberam como um rei-guerreiro. Agora, a multidão o reconhece como um grande profeta, outra imagem messiânica (v. 11). A compreensão que têm do papel profético de Jesus é insuficiente, assim como o equívoco que nutrem em relação ao rei-guerreiro. Por fim, Mateus narra que Jesus entrou no templo para expulsar os cambistas e os comerciantes. Essa passagem reflete a terceira imagem do Messias como um grande sacerdote que purificará a fé judaica e as práticas de adoração. Rei-guerreiro, profeta, sacerdote — Jesus se encaixa em todas as categorias e em nenhuma delas. Seu objetivo é maior, mais abrangente e mais duradouro: estabelecer o reino de Deus. Alcançá-lo é uma jornada de sofrimento e crucificação.

Ideias centrais

  1. Jesus organizou sua entrada em Jerusalém como uma demonstração de humildade e paz, mas as multidões o aclamaram como um rei-guerreiro, à semelhança de Davi.
  2. Ao chegar a Jerusalém, parte da multidão o aclamou como um profeta da Galiléia.
  3. Ao purificar o templo, Mateus apresenta a imagem de um grande sacerdote-reformador que transformará a vida de adoração dos judeus.
  4. Jesus era mais do que todas essas imagens. Ele expressaria sua missão messiânica da maneira mais difícil — por meio do sofrimento e da morte pela causa do reino.

Perguntas ao palestrante

  1. Quem você diz que é Jesus? De que maneira suas expectativas e necessidades pessoais influenciaram sua crença em Jesus como o Messias?
  2. O que significa para você o fato de Jesus “nos salvar”? Tente descrever a salvação coletiva da maneira como os judeus da antiguidade a compreenderiam.
  3. Rei-guerreiro, profeta, sacerdote — com qual dessas imagens você se identifica mais? De que forma essa imagem fica aquém da plenitude da identidade de Cristo, tal como a conhecemos?

Aulas

Aula para adultos

Passagem bíblica em destaque

Mateus 21:1–11

Foco da aula

Jesus entra em Jerusalém como um gesto de humildade e paz.

Objetivos

Os alunos irão…

  • compartilhar experiências de sua jornada quaresmal.
  • discutir a passagem bíblica em destaque e os acontecimentos da Semana Santa.
  • refletir sobre o chamado para viver a missão de paz de Cristo.

Materiais

  • Bíblia
  • Folheto “Praticando o Silêncio” para cada aluno (final da aula)
  • Comunidade de Cristo Canta(CCS)

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 21:1–11 no livroSermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento (com ênfase no Evangelho segundo Mateus),pp. 53–54, disponível pela Herald House.

Reunir

Ativa o conhecimento prévio, prepara e motiva os alunos para a aula (15% do tempo total da aula)

Hoje é o último domingo da Quaresma. Jejuamos por 40 dias em memória do próprio jejum de Cristo no deserto. Nossa jornada pela Quaresma nos dá a oportunidade de reordenar nossas prioridades e abrir espaço em nossas vidas para estarmos na presença de Deus com maior consciência e intencionalidade. Ao praticarmos o autoexame e a conversão por meio da oração, do jejum, da abnegação e da generosidade, nos abrimos aos desígnios criativos de Deus em nossas vidas e em nosso mundo.

Compartilhem as experiências de sua jornada quaresmal em grupos de duas ou três pessoas, ou em um grupo maior.

  • O que foi mais significativo?
  • Em que aspectos você tem demonstrado resistência?
  • O que você aprendeu sobre si mesmo como discípulo?

Leia ou cante “Guia-me, Senhor” (CCS450).

Participar

Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)

Leia Mateus 21:1–11. Discuta os seguintes temas da passagem e compare-os com as circunstâncias atuais. Vocês podem optar por formar três grupos e designar a cada um deles um dos temas a seguir para discussão; em seguida, compartilhem as reflexões com o grupo como um todo.

Uma postagem modesta

A citação de Mateus de Zacarias 9:9 cumpre a profecia do rei humilde que cavalga sobre um jumento. Isso reflete a formação rabínica de Mateus e sua ênfase na interpretação das Escrituras.

  • Onde você vê exemplos, nos dias de hoje, de liderança humilde e voltada para o serviço?
  • Como esse tipo de liderança promove a paz?

Filho de Davi

A multidão de Mateus grita “hosanas” (salva-nos) ao Filho de Davi, o que indica o tipo de rei-guerreiro (como o rei Davi) que a multidão desejava para conquistar poder militar e político sobre os romanos.

  • Onde você vê exemplos, hoje em dia, de liderança por meio do poder político ou militar?
  • Como esse tipo de liderança promove a paz?

Uma cidade em turbulência

O versículo final indica que a cidade de Jerusalém está em tumulto com a chegada de Jesus.

  • O que faz com que Jerusalém fique em alvoroço com a chegada de Jesus?
  • Onde você vê, hoje em dia, exemplos de comunidades em crise?
  • O que é necessário para promover a paz nessas circunstâncias de turbulência?

Responder

Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)

Leia Doutrina e Convênios 161:2a e 163:3b.

Doutrina e Convênios 161:2a

Tornem-se um povo do Templo — aqueles que veem a violência, mas proclamam a paz; que sentem o conflito, mas estendem a mão da reconciliação; que encontram espíritos abatidos e descobrem caminhos para a cura.

Doutrina e Convênios 163:3b

Acima de tudo, esforcem-se por ser fiéis à visão de Cristo do Reino de Deus, que traz a paz, aqui na Terra. Desafiem com coragem as tendências culturais, políticas e religiosas que se opõem aos propósitos de reconciliação e restauração de Deus. Busquem a paz.

Discuta:

  • Que conexões você percebe entre esses versículos e o relato de Mateus sobre a entrada de Jesus em Jerusalém?
  • Como esses versículos se aplicam às circunstâncias discutidas acima?
  • De que maneiras Jesus desafiou as tendências culturais, políticas e religiosas?
  • O que significa para a Comunidade de Cristo ser uma igreja da paz no mundo de hoje?

Enviar

Explora como a aula pode ser vivida (10% do tempo da aula)

Durante toda a Semana Santa, incorpore a história da Paixão de Cristo à sua prática espiritual diária. Dedique algum tempo à narrativa de Mateus sobre os eventos que levaram à crucificação, morte e ressurreição de Cristo, e pratique o silêncio (veja a Folha de Resposta) enquanto se prepara para vivenciar uma nova vida em Cristo.

Abençoe

Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)

Encerrem este momento de aprendizado e compartilhamento lendo juntos o Salmo 118:1–2, 19–29. 


Praticando o silêncio

Durante toda a Semana Santa, incorpore a história da Paixão de Cristo à sua prática espiritual diária. Dedique algum tempo à narrativa de Mateus sobre os eventos que levaram à crucificação, morte e ressurreição de Cristo, e pratique o silêncio enquanto se prepara para vivenciar uma nova vida em Cristo.

Praticar o silêncio nos lembra que o relacionamento com Deus é um ato recíproco. Dedicar tempo intencionalmente ao silêncio nos permite estar plenamente presentes com Deus, sem as limitações da linguagem. Ao entrarmos na Semana Santa, todas as implicações da vida como discípulo trazem consigo um silêncio solene. Há momentos em que as palavras são insuficientes, e nossa resposta mais fiel é permanecer humildemente diante do mistério.

  • Encontre um lugar livre de ruídos e distrações.
  • Praticar o silêncio pode ser difícil no início. A mente pode ficar agitada, e concentrar-se na presença de Deus pode exigir algum esforço espiritual! Seja gentil consigo mesmo nessa prática e permita-se, aos poucos, entrar em períodos mais longos de reflexão silenciosa. Talvez você possa começar com cinco a dez minutos de silêncio e, em seguida, escrever em um diário ou orar sobre sua experiência.
  • Respire profundamente. Concentrar-se em cada inspiração e expiração pode ajudar a acalmar a mente e a encontrar o equilíbrio na presença de Deus.
  • Esteja atento ao que está ao seu redor. Perceba como o ar toca sua pele; confie de que você está na presença do Sagrado — que o envolve por completo e o abraça.
  • Não espere que Deus fale com você de uma determinada maneira. Apenas abra-se para o que é. Deixe que seus diálogos internos cessem por um momento, estando plenamente presente com Aquele que está plenamente presente com você.
  • Depois de ficar em silêncio por um tempo, faça uma oração de gratidão pela presença constante de Deus, quer você esteja plenamente ciente disso ou não. Ore para que possa continuar se aproximando de Deus e descobrindo o que Ele está dizendo e fazendo dentro de você.

Dia 1

Leia Mateus 26:1–5. Encontre um lugar tranquilo e reserve pelo menos cinco minutos para ficar sozinho em silêncio.

Dia 2

Leia Mateus 26:6–13. Antes de começar seu dia de trabalho ou de atividades, faça esta oração em silêncio:

Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus
Aquietai-vos e sabei que eu sou.
Aquietai-vos e sabei.
Aquietai-vos.
Sede.

Dia 3

Leia Mateus 26:14–19. Repita esta frase de oração ao entrar na prática do silêncio:Santo Mistério, fico sem palavras na tua presença.

4º dia

Leia Mateus 26:20–75. Incorpore momentos de silêncio à sua rotina diária.

5º dia

Leia Mateus 27:1–54. Ao praticar o silêncio, deixe-se envolver pelo espanto diante do mistério de Deus.

6º dia

Leia Mateus 27:55–66. Ao se preparar para vivenciar uma nova vida em Cristo, o que é que o deixa sem palavras?

Aula para Jovens

Passagem bíblica em destaque

Mateus 21:1–11

Foco da aula

Comemoramos a chegada de Jesus às nossas vidas.

Objetivos

Os alunos irão…

  • criar um clima de festa.
  • discutir o significado do Domingo de Ramos na história sagrada.
  • identificar a celebração judaica da Páscoa como o cenário desta história.
  • explorar como essa história poderia acontecer hoje.
  • compreender que a humildade e a paz têm uma força duradoura.

Materiais

  • Bíblia
  • Comunidade de Cristo Canta(CCS)
  • Compartilhando na Comunidade de Cristo, 4ª edição, Herald House, 2018
  • Itens para decorar o ambiente para uma comemoração
  • Papel de flanel ou cartolina e marcadores
  • Vários adereços para criar uma cena de filme baseada nessa passagem das escrituras

Nota para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 21:1–11 no livroSermon & Class Helps, Ano B: Novo Testamento (com ênfase no Evangelho segundo Mateus), pp. 53–54, disponível pela Herald House.

Reunir

Ativa o conhecimento prévio, prepara e motiva os alunos para a aula (15% do tempo total da aula)

Comemore!

Imagine que um medalhista de ouro olímpico, uma estrela de cinema famosa ou uma figura política respeitada fosse visitar o seu local hoje. Como você comemoraria? Você organizaria um desfile, uma recepção ou uma festa? Reserve alguns minutos para decorar a sala ou compartilhar ideias sobre como você comemoraria.

Participar

Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)

Quem é esse Jesus?

Hoje lemos sobre a entrada de Jesus em Jerusalém, que marca o início do que os cristãos chamam de Semana Santa. Jesus vem de seu ministério de pregação e cura. Mais recentemente, ele ressuscitou Lázaro, um amigo próximo, dentre os mortos. Ele ensinou às irmãs de Lázaro, Marta e Maria, sobre sua missão. Jesus curou o homem cego de nascença e conversou com a mulher samaritana junto ao poço. Em todos esses eventos, Jesus revelou quem ele era às pessoas ao seu redor, e elas compartilharam esse conhecimento com outras pessoas. Agora o vemos retornando a Jerusalém, um lugar onde ele foi ameaçado de morte tanto agora quanto na época de seu nascimento. (Veja Mateus 2.)

A notícia da vinda de Jesus se espalhou rapidamente entre a multidão ao longo da estrada. Eles conheciam sua reputação e as histórias de seu ministério e viam Jesus como o Messias prometido que vinha para salvá-los. Era uma celebração em homenagem a uma pessoa importante. Eles queriam vê-lo e gritar seus “Hosanas”, que significavam “Salve-nos. Socorra-nos”.

Leia Mateus 21:1–11.

A cidade estava lotada, transbordando de gente. Os registros históricos sugerem que pode ter havido de três a cinco milhões de pessoas presentes. O cenário era marcado por uma mistura de pensamentos políticos e religiosos, sentimentos de raiva e de incerteza. A Páscoa era a celebração da libertação dos israelitas do Egito sob a liderança de Moisés. Esperava-se que todos os judeus visitassem Jerusalém durante essa semana sagrada. (A Páscoa ainda é celebrada em sinagogas e lares ao redor do mundo, à medida que a libertação dos judeus do Egito é relembrada e recontada.) Mas muitos dentro da cidade não sabiam nada sobre Jesus.

Jerusalém fazia parte de uma rota comercial internacional. Os mercados estavam repletos de romanos (a potência ocupante) e de muitos comerciantes e compradores de outros países. Assim, Jerusalém estava lotada de moradores locais, peregrinos religiosos, soldados romanos e comerciantes. Eles não conheciam Jesus e perguntaram: “Quem é esse?”

  • Descreva como você acha que os discípulos pensavam e se sentiam.
  • Como Jesus entrou em Jerusalém? Por que um burro? Compare um burro com um cavalo de guerra. Quais são seus usos práticos? Qual é o simbolismo implícito?
  • Se você fosse o dono do burro e do jumentinho, como reagiria se lhe pedissem para entregá-los?
  • O que a maneira como Jesus entrou em Jerusalém revelou sobre quem ele era?
  • Qual seria a versão atual de espalhar roupas e galhos no chão?
  • Qual era o propósito de Jesus ao retornar a Jerusalém?

Responder

Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)

O que Jesus estava fazendo?

Que tipo de rei era Jesus de Nazaré? Em uma folha grande de papel ou cartolina, faça uma lista de palavras que descrevam Jesus como rei. Faça outra lista de palavras que descrevam o reino de Deus na Terra.

  • Como essas listas se comparam aos líderes mundiais e aos países mais poderosos do mundo atual?

Jesus reina por meio do amor que se manifesta no sofrimento e da humildade. Esse rei é a graça e o poder de Deus chegando à cidade montado em um jumento.

  • Quem você seria naquela multidão? Explique.
  • Você estaria gritando “Hosana” ou perguntando: “Quem é esse?”

Escreva e encene uma cena de filme contando essa história como se estivesse acontecendo hoje mesmo na sua comunidade.

Compartilhamos a paz de Jesus

A multidão ouviu falar dos milagres que Jesus realizou. Muitos queriam ver um milagre antes de acreditar, mas Jesus não se deteve para realizar milagres. Ele cavalgou em silêncio, com paz e humildade, em meio à multidão, montado no jumentinho. Outros estavam cansados do jugo político imposto pelos romanos. No entanto, Jesus não entrou como um herói conquistador montado em um grande garanhão. Jesus entrou em Jerusalém montado em um animal de paz, não de guerra. Que tipo de rei era Jesus?

Explore estas passagens bíblicas antes de ler a passagem abaixo: Isaías 54:10; João 14:27; Efésios 2:14, 17.

Doutrina e Convênios 163:2

Jesus Cristo, a encarnação do shalom de Deus, convida todas as pessoas a se aproximarem e receberem a paz divina em meio às questões difíceis e às lutas da vida. Siga a Cristo pelo caminho que conduz à paz de Deus e descubra as bênçãos de todas as dimensões da salvação.

Compartilhem generosamente o convite, os ministérios e os sacramentos por meio dos quais as pessoas podem encontrar o Cristo Vivo, que cura e reconcilia por meio de relações redentoras na comunidade sagrada. A restauração das pessoas a relações saudáveis e justas com Deus, com os outros, consigo mesmas e com a terra está no cerne do propósito de sua jornada como povo de fé.

—Doutrina e Convênios 163:2

Leia “Compartilhamos a Paz de Jesus Cristo”, do livro*Compartilhando na Comunidade de Cristo*, 4ª edição, pp. 13–15.

  • Como você descreveria a paz de Jesus Cristo?
  • De que maneiras você pode compartilhar a paz de Jesus Cristo com os outros?

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Explora como a aula pode ser vivida (10% do tempo da aula)

Seguimos Jesus

Peça aos alunos que respondam às perguntas a seguir por meio de reflexão silenciosa, por escrito ou por meio de desenhos, ou ainda compartilhando suas respostas em pequenos grupos ou duplas. Reserve um tempo para que os alunos respondam após você ler cada pergunta.

  • De que maneira sua jornada durante a Quaresma o preparou para esta Semana Santa?
  • Como Jesus entrou na sua vida?
  • Qual é o convite que Deus lhe faz durante a Semana Santa?

Ofereça uma oportunidade para compartilhar.

Abençoe

Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)

Cantamos de alegria e celebramos a presença de Jesus em nossas vidas, assim como a multidão gritava e cantava “Hosana!”

Leia ou cante “Minha Vida Flui em Canção Infinita” (CCS263) ou “Celebre Jesus” (CCS474).

Aula para crianças

Passagem bíblica em destaque

Mateus 21:1–11

Foco da aula

Hosana ao Filho de Davi!

Objetivos

Os alunos irão…

  • discutir os acontecimentos do Domingo de Ramos.
  • percorro a Semana Santa.
  • compartilhar experiências de seu calendário quaresmal.

Materiais

  • Bíblia
  • Calendários quaresmais adicionais a partir do Primeiro Domingo da Quaresma, se for o caso (consulte a lição sobre Mateus 4:1–11)
  • Folha grande de papel em branco
  • Giz de cera
  • Canetas ou lápis
  • Folheto da Semana Santa (final da aula)
  • Comunidade de Cristo Canta(CCS)

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 21:1–11 no livroSermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento, pp. 53–54, disponível pela Herald House.

Reunir

Ativa o conhecimento prévio, prepara e motiva os alunos para a aula (15% do tempo total da aula)

Cumprimente as crianças assim que elas entrarem e peça que formem um círculo. Se for o caso, peça às crianças que compartilhem, a partir de seus calendários da Quaresma, as maneiras como utilizaram seus dons em prol dos outros nesta semana.

Cantem juntos “Takwaba Uwabanga Yesu! (Não há ninguém como Jesus!)”CCS121.

Um dos Princípios Perenes da Comunidade de Cristo é a Valorização de Todas as Pessoas. Lembre às crianças que os ensinamentos, o sacrifício e o amor de Jesus são para todos, não apenas para as pessoas que têm a mesma aparência, falam ou pensam exatamente como nós.

Participar

Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)

Coloque uma folha de papel em branco sobre a mesa. Enquanto conta a história da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, convide as crianças a usarem giz de cera para desenhar folhas de palmeira por toda a folha. Desenhe primeiro um exemplo, caso elas não saibam como é uma folha de palmeira.

Diga: Hoje é Domingo de Ramos. Esta é a semana em que relembramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. (Triunfal significa alegre e orgulhoso, especialmente por causa de uma conquista ou de um grande sucesso. Pode ser útil pensar em um desfile de vitória da equipe olímpica de um país ou do time esportivo de uma cidade.) Jesus e seus discípulos estavam viajando fora de Jerusalém, compartilhando a mensagem do evangelho com outras pessoas. Voltar a Jerusalém era arriscado, pois havia pessoas lá que consideravam Jesus uma ameaça ao seu poder. Elas achavam que Jesus deveria ser morto. Mas Jesus sabia que era hora de voltar a Jerusalém para participar da ceia da Páscoa. Os discípulos de Jesus estavam nervosos com a ideia de voltar a Jerusalém.

Compartilhe a história da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, adaptada de Mateus 21:1–11 (NRSV).

Quando Jesus e os discípulos se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos à aldeia com estas instruções: “Entrem na aldeia que está à frente de vocês e, imediatamente, encontrarão uma jumenta amarrada e um jumentinho junto a ela; desamarrem-nos e tragam-nos até mim. Se alguém lhes disser alguma coisa, basta dizerem isto: ‘O Senhor precisa deles’. E ele os enviará com vocês.” Isso aconteceu para que se cumprisse o que havia sido dito pelo profeta, que dizia:

“Diga à filha de Sião: ‘Eis que o seu rei vem a você, humilde, montado em um jumento e em um jumentinho, o filhote de uma jumenta’.”

Os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia instruído; trouxeram a jumenta e o jumentinho, colocaram seus mantos sobre eles, e Jesus sentou-se sobre eles. Uma multidão muito grande estendeu seus mantos na estrada, e outros cortaram galhos das árvores e os espalharam na estrada. As multidões que iam à frente dele e as que o seguiam gritavam:

“Hosana ao Filho de Davi! Abençoado seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!”

Quando ele entrou em Jerusalém, toda a cidade estava em alvoroço, perguntando: “Quem é esse?”. As multidões diziam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré, na Galiléia”.

Diga: Coloque-se nessa história e imagine que você é um dos discípulos.

  • Como você se sentiria se Jesus lhe dissesse que era hora de voltar para Jerusalém? Por quê?

Imagine que você é uma pessoa na multidão, observando Jesus entrar em Jerusalém montado em um jumento.

  • Como você reagiria se nunca tivesse conhecido ou sequer ouvido falar de Jesus?
  • O que você faz se é crente? Como está se sentindo? O que você quer que os outros saibam sobre Jesus?
  • A entrada de Jesus em Jerusalém pode ser comparada à chegada de uma pessoa famosa à cidade para um show ou outro evento. Quem você ficaria animado em ver entrando na sua cidade? Como você demonstraria sua admiração ou gratidão por essa pessoa?

Responder

Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)

Houve muitos acontecimentos importantes após a entrada de Jesus em Jerusalém que levaram à sua crucificação e, posteriormente, à sua ressurreição. Chamamos de Semana Santa o período entre o Domingo de Ramos e a Páscoa. Essa semana é um momento para relembrar a jornada final de Jesus até a cruz e sua ressurreição.

Entregue a cada criança uma cópia da folha de atividades “Jornada da Semana Santa” (no final da aula), com as janelinhas recortadas e uma folha de papel em branco colada no verso. Dependendo do tamanho e da idade da turma, trabalhem individualmente, em pequenos grupos ou com toda a turma reunida. Procure cada referência bíblica; em seguida, abra a janela e, na janela em branco, faça um desenho ou escreva uma palavra que represente a passagem bíblica. Observação: algumas das referências bíblicas são bastante longas e, por causa do tempo, talvez seja necessário que o professor as resuma. Convide as crianças mais novas a fazerem um desenho da história enquanto você lê ou resume a história.

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Explora como a aula pode ser vivida (10% do tempo da aula)

Se for o caso, peça aos alunos que peguem seus calendários da Quaresma. (Veja a lição para o Primeiro Domingo da Quaresma, Mateus 4:1–11.) Peça a cada um que compartilhe pelo menos uma ideia de como mostrar aos outros a esperança de Jesus nesta semana.

Discutam maneiras pelas quais eles possam compartilhar a Jornada da Semana Santa com suas famílias nesta semana.

Abençoe

Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)

Cantem juntos a canção do acampamento “Alelu, Aleluia, louvai ao Senhor”. Fiquem sentados enquanto cantam “Alelu, aleluia” e levantem-se com as mãos bem erguidas enquanto cantam “Louvai

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