Prepare-se com dedicação
Quarta-feira de CinzasQuando usar: 18 de fevereiro de 2026
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Ferramentas de adoração
Esboço do culto
Outras passagens bíblicas
Salmo 51:1–17; Joel 2:1–2, 12–17; 2 Coríntios 5:20b—6:10
Prepare
Para o Momento de Reflexão, distribua cartões, material para escrever e envelopes a cada participante.
Prelúdio
Boas-vindas e convite
A Quarta-feira de Cinzas marca o início do tempo da Quaresma, um período de profunda reflexão interior sobre a relação de cada um com Deus. Seguindo o exemplo da vida de Jesus, passamos 40 dias em contemplação e meditação. A Quaresma é um tempo para examinar honestamente quem somos, quem Deus nos chama a ser e a distância entre essas duas posições, ao refletirmos sobre o que significa ser um discípulo. A Quaresma também une a comunidade cristã, abrangendo diversas tradições e denominações. A Quarta-feira de Cinzas convida as pessoas a essa jornada intensamente pessoal, mas comunitária, rumo à cruz, à ressurreição e à nova vida em Cristo.
Hino para iniciar a jornada
“Venha e encontre o seu centro de tranquilidade” CCS 151
OU “Na encruzilhada deste momento” CCS 170
Invocação
Resposta
Momento de Confissão
Imprima ou projete estas palavras para uma meditação silenciosa: Deixamos que nos tornássemos diferentes do que Deus deseja.
Leitura das Escrituras
Salmo 51:10–12
Hino de Súplica
“Preciso de Ti a Cada Hora” CCS 188
OU “Sou eu, sou eu, ó Senhor” CCS 208
Leitura das Escrituras
Mateus 6,1-6, 16-21
Ministério de Música ou Hino Comunitário
“Espírito Eterno do Cristo Vivo” CCS 182
OU “Seja Tu a Minha Visão” CCS 167
Homilia
Baseado em Mateus 6:1–6, 16–21
Esta breve reflexão aborda a essência da Quaresma: uma exploração interior intensa e sincera, livre de ostentação, extravagância e aparências. Participar da Quaresma não significa exibir o quanto somos religiosos. Trata-se de dedicar tempo à oração com Deus no “deserto” de nossa vida interior, em prol de nosso relacionamento com Ele, que é, por si só, a recompensa ou o tesouro supremo.
Momento de reflexão
Muitas vezes, a Quaresma é associada ao jejum — abrir mão de algo importante para nos dedicarmos mais à oração e à atenção a Deus. Durante o jejum, relembramos nosso batismo e nosso compromisso de seguir Jesus. Identificamos em nossas vidas o que está nos impedindo de sermos verdadeiros discípulos e nos arrependemos ou pedimos perdão. Passamos 40 dias voltando para Deus, em nossa vocação como discípulos de Jesus.
Convide os participantes a refletir sobre o estado atual de suas vidas espirituais e suas relações com Deus, com os outros e com a criação. Peça-lhes que ponderem sobre quem Deus os está chamando a se tornar e como a Quaresma pode fazer parte dessa jornada. Quais são suas esperanças para a Quaresma? O que eles precisam abrir mão? Peça a cada pessoa que escreva suas reflexões em um cartão e coloque-o em um envelope para consultar ao longo do período. Incentive todos a serem o mais honestos possível. As respostas NÃO serão compartilhadas com os demais. As respostas devem ser uma reflexão particular, no espírito do texto. Coloque uma música suave como fundo para este momento de reflexão.
Hino da Quaresma
“Jesus percorreu este vale solitário” CCS 452
OU “Espírito, enche-nos” CCS 160
Momento de reflexão
Cinzas da Quarta-feira de Cinzas
Um símbolo para este dia importante é a cinza. Há muitos exemplos no Antigo Testamento de pessoas que, ao confessarem seus pecados, usavam cinzas para demonstrar sua impureza diante de Deus. Na Igreja primitiva, os pecadores eram designados a usar cinzas durante todo o dia. Por volta do século X, a compreensão de que todos somos pecadores levou ao uso de cinzas por todos os discípulos como um lembrete de sua humanidade e da necessidade de se arrependerem. As cinzas podem ou não ter significado simbólico para você. À medida que a tigela com cinzas for passando pelos participantes, você pode optar por esfregar cinzas nas mãos ou na testa. Ou pode colocar uma pequena quantidade de cinzas na palma da mão como um lembrete visual dessa experiência sagrada. Ou talvez queira apenas observar as cinzas enquanto elas passam. Faça o que for mais confortável para você.
Tradicionalmente, as cinzas provêm da queima das folhas secas de palmeira do ano anterior. Na ausência dessas cinzas, certifique-se de usar cinzas que não contenham contaminantes ou substâncias perigosas. Em algumas tradições, utiliza-se óleo junto com as cinzas para ajudar a fixá-las na pele. Tenha cuidado ao adicionar água às cinzas, pois isso pode fazer com que elas irritem a pele. Coloque uma música suave enquanto distribui as cinzas.
Oração Pastoral pela Paz
Acenda a vela da paz.
Oração
Dirijamos esta oração ao nosso anseio por paz interior, bem como àqueles em todo o mundo que não têm paz.
Hino de encerramento
“Aqui, ó Senhor, Teus servos se reúnem” CCS 335
OU “Guia-me, Senhor” cantar várias vezes CCS 450
OU “Quando Somos Postos à Prova” CCS 453
Envio
Doutrina e Convênios 162:3a
Ao saírem, encontrarão uma cesta para recolher suas doações. Sejamos generosos em prol dos necessitados.
Posfácio
Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos
Encontro
Bem-vindo
O período da Quaresma começa com a Quarta-feira de Cinzas, um antigo dia sagrado do calendário cristão. Nas Escrituras, as cinzas simbolizam o luto, o pecado e a mortalidade humana, bem como a alegria, o perdão e a vitória sobre a morte. Os cristãos costumam colocar um traço de cinzas no rosto no primeiro dia da Quaresma para simbolizar o arrependimento. Tradicionalmente, as cinzas são obtidas da queima dos ramos de palmeira usados nas celebrações do Domingo de Ramos do ano anterior.
Oração pela paz
Toque o sino ou o carrilhão três vezes, lentamente.
Acenda a vela da paz.
Deus misericordioso,
Percorremos este caminhocomo indivíduosecomo comunidade defé.
Percorremos este caminhopartindo dastentações do nosso deserto, representadas pelas imagens mundanas do poder,
sucesso, exclusão e hierarquia de valores.
Percorremos o caminhoda confissão…
Somos fracos e facilmente seduzidos por essas imagens mundanas.
Às vezes, cedemos ao nosso desejo pessoal de alcançar essas imagens, mesmo quando isso prejudica sua criação e seus filhos.
Percorremos este caminhoem arrependimento…Perdão…
E a tua graça.
Nossa jornadanos leva a…
Um apelo para que abandonemos essas imagens de normas culturais.
O desafio de se opor à cultura mundana e abraçar a sua própria cultura. O convite para serem co-criadores da sua visão de shalom para o mundo…
Onde o poder assume a forma de um bebê.
Onde o sucesso está pendurado numa cruz e se liberta do túmulo.
Onde as barreiras da exclusão se transformam em pó e a inclusão para todos é a regra.
Onde a hierarquia de valores é nivelada e cada pessoa sente o próprio valor e o valor de todos os demais.
Seguimos em frentecomo coraçãocheio de gratidãopor… O chamado ao sacrifício,
O desafio de tomar uma posição,
E o convite para sermos, juntos com vocês e uns com os outros, co-criadores de um novo mundo de shalom.
Partimosnestajornadaconfiandoque nos darás o que precisamos para percorrê-la…
Força
Coragem
Resistência
Sabedoria
Compaixão
Amor incondicional
Partimosem direção ao renascimento, encarnando o Cristo Vivo em vosso mundo, em cujo nome oramos. Amém.
—Stassi Cramm
Prática espiritual
A prática do silêncio
Praticar o silêncio pode ser difícil no início. A mente pode ficar agitada. Seja gentil consigo mesmo nessa prática. Começaremos quando eu tocar o sino. Ficaremos em silêncio por cinco minutos. Tocarei o sino novamente ao final do nosso momento de silêncio.
Lembre-se de respirar profundamente. Concentrar-se em cada respiração pode ajudar a acalmar a mente. Esteja atento ao que o rodeia; sinta o toque do ar na sua pele; confie de que você está na presença do sagrado — que o envolve e o abraça por completo. Deixe que seus pensamentos se calem por um momento, permanecendo totalmente presente com Aquele que está totalmente presente com você.
Toque um sino para dar início.
Espere cinco minutos.
Toque o sino para encerrar o momento de silêncio.
Pergunte: Como é estar em presença de Deus em silêncio?
—Adaptado de um Guia para a Quaresma
Compartilhando à mesa
Mateus 6:1–6, 16–18 NRSVue
“Cuidado para não praticar a vossa justiça diante dos homens, a fim de serdes vistos por eles; pois, nesse caso, não tereis recompensa do vosso Pai que está nos céus.”
“Portanto, sempre que deres esmola, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos outros. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Mas, quando deres esmola, não deixes que a tua mão esquerda saiba o que a direita está fazendo, para que a tua esmola seja dada em segredo; e teu Pai, que vê no segredo, te recompensará.”
“E, quando orardes, não sejais como os hipócritas, pois eles gostam de orar em pé nas sinagogas e nas esquinas, para serem vistos pelos outros. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Mas, quando orardes, entrai no vosso quarto, fechai a porta e orai ao vosso Pai, que está em segredo; e o vosso Pai, que vê no segredo, vos recompensará.”
“E, quando jejuardes, não fiquem com cara de tristeza, como os hipócritas, pois eles se desfiguram para mostrar aos outros que estão jejuando. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Mas, quando jejuardes, ungi a cabeça e lava o rosto, para que o teu jejum não seja visto pelos outros, mas pelo teu Pai, que está no secreto; e teu Pai, que vê no secreto, te recompensará.”
A Quarta-feira de Cinzas marca o início do período da Quaresma. A Quaresma é o período de 40 dias que antecede a Páscoa, destinado à reflexão e ao fortalecimento do relacionamento com o Divino, tanto a nível individual quanto comunitário. A Quarta-feira de Cinzas e a Quaresma representam um chamado ao arrependimento — um retorno renovado a Deus para que nossos relacionamentos sejam autênticos.
Os três temas abordados na leitura são a esmola, a oração e o jejum. Essas três práticas constituíam as práticas espirituais fundamentais.
Jesus pede aos seus discípulos que reflitam sobre a motivação que os leva a praticar essas disciplinas. A palavra grega para “hipócrita” também se referia a um ator no palco. Ao usar essa palavra, Jesus desafia seus ouvintes a evitar transformar as disciplinas espirituais em apresentações públicas. O objetivo não deve ser chamar a atenção dos outros. Em vez disso, essas práticas são uma resposta à graça e à generosidade de Deus.
Quando realizadas com sinceridade, essas práticas espirituais promovem nossa formação como discípulos, bem como a missão de Cristo. Isso não aconteceria se fossem feitas apenas para impressionar um público ingênuo. Os atores podem enganar o público. Os hipócritas podem enganar seus pares. Ao sugerir que essas práticas espirituais devem ser realizadas para os propósitos de Deus, Jesus desafia os discípulos a serem sinceros e a se envolverem plenamente. Deus não se deixa enganar. Deus compreende nossa verdadeira capacidade e nos chama a um autoexame cada vez mais profundo. A questão não é tanto se esses atos devem ser realizados em público, mas sim se ainda os realizaríamos se soubéssemos que não temos público (www.CofChrist.org/worship-resources-01-march-2017).
Perguntas
- Como tem sido a sua experiência com práticas espirituais? O que ajuda você a manter a sinceridade nas suas práticas?
- Como seria, nesta Quaresma, dedicar-se a práticas que aprofundem sua relação com Deus, em vez de sua reputação perante os outros? Como você espera passar este tempo de Quaresma para se aproximar mais de Deus?
Enviando
Declaração de generosidade
Os discípulos fiéis respondem à crescente consciência da generosidade abundante de Deus compartilhando de acordo com os desejos de seus corações; não por mandamento ou por obrigação.
—Doutrina e Convênios 163:9
A cesta de ofertas está disponível caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua generosa contribuição.
A oração de oferta para a Quaresma é uma adaptação de *A Resposta Generosa do Discípulo*:
Deus sempre presente, perdoa-nos quando não somos tão amorosos, tão cheios de esperança ou tão como Tu nos criaste para sermos. Tua misericórdia e graça estão sempre conosco. Que possamos encontrar força em Tua presença e que possamos responder ao Teu amor com espírito generoso. Amém.
Convite para a próxima reunião
Hino de encerramento
CCS450 “Guia-me, Senhor”
Oração de encerramento
Opções adicionais, dependendo do grupo
Sacramento da Ceia do Senhor
Escritura da Comunhão
Escolha uma passagem para ler entre as seguintes: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.
Declaração sobre a comunhão
Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual recordamos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivemos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou complementares dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.
Para nos prepararmos, vamos cantar a música “In the Singing”, do livroCommunity of Christ Sings519.
Abençoar e distribuir o pão e o vinho.
Reflexões para as crianças
Materiais: tigela com pedaços de giz de cor escura
Hoje é o primeiro dia da Quaresma. É o que chamamos de Quarta-feira de Cinzas. A Quaresma é o período em que recordamos que Jesus passou 40 dias no deserto, preparando-se para iniciar seu ministério. Para os cristãos, a Quaresma é um momento para reconhecer que, como discípulos, nem sempre damos o nosso melhor. Às vezes cometemos erros e precisamos ser perdoados. Além disso, a Quaresma é um momento para refletir sobre a importância de perdoar os outros.
Na Quarta-feira de Cinzas, muitos cristãos usam cinzas para fazer uma pequena cruz na mão ou na testa, como sinal de arrependimento (arrependimento significa pedir perdão e seguir um caminho novo ou melhor).
Hoje podemos fazer uma pequena cruz nas mãos usando giz. Vou passar a tigela pelo círculo. Estendam a mão se quiserem uma pequena cruz nas costas da mão.
Com o giz, desenhe delicadamente uma pequena cruz nas costas de cada mão estendida.
Quando todos aqueles que desejarem tiverem recebido uma cruz, façam uma breve oração:
Deus de misericórdia e graça, aceita o nosso arrependimento e perdoa as nossas falhas. Acompanha-nos durante este tempo da Quaresma. Amém.
Obrigado a todos pela participação.
Opção dois
Lição: O que é a Quaresma?
Materiais: tiras de papel roxo, fita adesiva
A Quaresma é um período de 40 dias (sem contar os domingos!) celebrado todos os anos no início da primavera. Durante a Quaresma, nos concentramos em Deus e nos preparamos para o Domingo de Ramos, a Sexta-feira Santa e a Páscoa.
Durante os 40 dias, nos dedicamos a ações como a oração, o cuidado com os pobres e a ajuda ao próximo. Muitas pessoas “abrem mão” de algo durante a Quaresma para se lembrarem de que Jesus deu a vida por nós. Mas, durante a Quaresma, você também pode “comprometer-se” a fazer o bem, assim como Jesus fez. Você pode rezar, ajudar alguém nas tarefas domésticas ou doar dinheiro para ajudar os pobres.
O roxo é uma cor usada nas igrejas durante a Quaresma. O roxo nos lembra que Jesus sacrificará sua vida na cruz. Podemos usar roupas roxas como forma de lembrar Jesus e o tempo da Quaresma.
Instruções:Depois de explicar a Quaresma às crianças, pergunte se elas gostariam de usar algo roxo como símbolo da Quaresma. Use a tira de papel como uma braçadeira, colando as pontas com fita adesiva. Peça a outros membros do grupo que ajudem as crianças. Convide todos do grupo a usar um símbolo roxo da Quaresma.
Quando todos estiverem com a braçadeira, agradeça às crianças pela participação.
Recursos para sermões
Explorando as Escrituras
A Quarta-feira de Cinzas marca o início do período da Quaresma. A Quaresma é o período de 40 dias que antecede a Páscoa, destinado à reflexão e ao fortalecimento de nossas relações com o Divino, tanto individualmente quanto em comunidade. A Quarta-feira de Cinzas e a Quaresma representam um chamado ao arrependimento — um retorno renovado a Deus para que nossas relações sejam autênticas. O texto de hoje é extraído do que comumente se chama de Sermão da Montanha (Mateus 5–7).
A leitura de hoje não inclui o que chamamos de Oração do Senhor. Os três temas abordados na leitura são a esmola, a oração e o jejum. Essas três práticas constituíam os fundamentos espirituais dos judeus e, na época em que este Evangelho foi escrito, provavelmente também eram consideradas fundamentais para a comunidade cristã.
Jesus parte do princípio de que seus discípulos praticarão as disciplinas espirituais básicas, dizendo: “sempre que vocês…”. Jesus pede aos seus discípulos que reflitam sobre a motivação que os leva a praticar essas disciplinas. A palavra gregahypokritēs, ou “hipócrita”, na passagem de hoje, também se referia a um ator no palco. Ao usar essa palavra, Jesus desafia seus ouvintes a evitar transformar as disciplinas espirituais em apresentações públicas. O objetivo não deve ser chamar a atenção dos colegas. Em vez disso, essas práticas são uma resposta à graça e à generosidade de Deus.
Quando realizadas com sinceridade, essas práticas espirituais promovem nossa formação como discípulos, bem como a missão de Cristo. Isso não aconteceria se fossem feitas apenas para impressionar um público ingênuo. O público pode ser enganado por atores. Os colegas podem ser enganados por hipócritas. Ao sugerir que essas práticas espirituais devem ser realizadas para os propósitos de Deus, Jesus desafia os discípulos a serem sinceros e a se envolverem plenamente. Deus não se deixa enganar. Deus compreende nossa verdadeira capacidade e nos chama a um autoexame cada vez mais profundo. A questão não é tanto se esses atos devem ser realizados em público, mas sim se ainda os realizaríamos se soubéssemos que não temos público.
O texto trata menos de segredo e mais de sinceridade. Devemos nos empenhar pelo tesouro que realmente importa. Os aplausos e a admiração dos amigos não durarão mais do que o dinheiro. Nossa motivação para nos dedicarmos a boas obras e práticas espirituais deve ser celestial, não terrena. A passagem termina com uma promessa de esperança. Se nos dedicarmos sinceramente a essas práticas, nossos corações seguirão o tesouro verdadeiro, e seremos atraídos para mais perto dos outros, de Deus e do propósito divino.
Ideias centrais
- O período da Quaresma é um momento de reflexão, arrependimento e renovação.
- Práticas espirituais como a oração e o jejum são fundamentais para a nossa fé.
- As práticas espirituais nos ajudam a responder à graça e à generosidade de Deus.
- O envolvimento sincero nas práticas espirituais nos forma como discípulos, fortalecendo-nos para participar da missão de Cristo.
Perguntas para o orador
- Como os membros da congregação praticam a caridade (ajuda aos pobres)? Que oportunidades sua congregação oferece para a prática da caridade?
- Que práticas espirituais estão ajudando a moldá-lo como discípulo?
- Como a congregação se dedica coletivamente às práticas espirituais?
- O que torna a oração sincera no contexto do culto e da vida da congregação? O que sua congregação faz para ensinar a oração como prática espiritual?
- Considere o jejum como uma forma de voltar o foco para a justiça de Deus (ver Isaías 58). De que maneira os membros da congregação ou a congregação como um todo poderiam praticar um jejum sincero?
- Refletindo sobre nossa verdadeira capacidade, o que poderíamos fazer, individualmente ou como comunidade, durante o período da Quaresma, para nos tornarmos mais sinceros em nossas práticas espirituais? Em quais práticas espirituais poderíamos nos envolver durante a Quaresma para que nossos corações se aproximem mais de Deus?