Ferramentas de adoração
Esboço do culto
Escrituras
Salmo 66:8–20, João 14:15–21, Atos 17:22–31
Preparação
Traga um novelo de fio colorido para o Momento de Adoração.
Prelúdio
Hino de Centragem
“Afaste-se da pressa e da agitação” CCS 83
OU “Venha e encontre o seu centro de tranquilidade” CCS 151
Bem-vindos, alegrias e preocupações
Chamada à adoração
Líder: Tenho um novelo de fio. Vou jogá-lo para vocês. Depois de pegá-lo, segurem-no e joguem-no para outra pessoa, afastando-o de vocês. Continuem segurando o fio. Em breve, teremos uma teia de fios nos conectando.
Talvez você precise de alguém para ajudar a organizar isso. Vai ser caótico, mas divertido. Assim que a rede estiver formada, leia a passagem bíblica.
Leitura das Escrituras
Doutrina e Convênios 161:3a
Se possível, continue segurando a teia durante o hino e a oração antes de recolher o fio.
Hino da Comunidade
“Tecer” CCS 327
OU “Ajude-nos a aceitar uns aos outros” CCS 333
Invocação
Resposta
Leitura das Escrituras
1 Pedro 3:13–22
Ministério de Música ou Hino Comunitário
“O Tecelão Inquieto” CCS 145
OU “Esperamos com esperança no Senhor” CCS 267
Vídeo sobre prática espiritual
Durante a Páscoa, exiba este vídeo (com cerca de 4 minutos) como uma prática espiritual de reflexão durante a sua celebração. Ele nos convida a refletir sobre as seguintes perguntas: Que tipo de mundo vamos escolher? Como vamos viver?
https://www.youtube.com/watch?v=Vq9J8qqrGag
Compartilhando a Palavra Falada
Baseado em 1 Pedro 3:13–22
Hino de Reflexão
“Aleluia! Ouça a história de Deus” CCS 271
OU “Deus está chamando” CCS 172
Reflexão: “Todo Amarrado”
Num verão, precisei fazer alguns trabalhos no canil, o que poderia ser perigoso para meus cães. Para mantê-los em segurança, amarrei-os a diferentes macieiras do meu pomar. Eles NÃO gostam de ficar amarrados! No entanto, cada um lidou com a situação de uma maneira bem diferente.
Frodo choramingava muito e ficou bastante frustrado. Perto do fim do meu projeto, percebi que ela havia se enrolado cada vez mais apertada em torno da árvore e estava absolutamente infeliz. Ela acabou ficando praticamente incapaz de se mover. Pippin, por outro lado, não chorou. Ele brincou por um tempo com uma maçã e galhos que estavam pendurados. Foi divertido vê-lo, como um gato, bater em um galho e depois tentar morder uma maçã que balançava! Depois, ele deitou ao sol e dormiu.
Quando os soltei, Frodo estava cansado e de mau humor. Pippin estava descansado e pronto para partir, partir, partir!
Às vezes nos vemos em situações das quais não gostamos. Mas a maneira como lidamos com elas faz toda a diferença! Podemos ficar infelizes e frustrados e reclamar muito. Podemos nos deixar levar pela nossa própria infelicidade a ponto de não conseguirmos fazer absolutamente nada. Ou podemos agir dentro dos limites dessa situação desagradável. Podemos encontrar algo positivo que nos ajude a superar tudo isso. E, quando tudo acabar, podemos seguir em frente com tudo!
Parece que, quando reclamamos muito alto em momentos difíceis, não conseguimos ouvir Deus tentando nos ajudar.
Ouçam! Deus provavelmente está nos dizendo para mastigarmos a corda!
—Debra Bruch, reproduzido com permissão.
A resposta generosa dos discípulos
Hino da Generosidade
“Carreguem uns os fardos dos outros” CCS 374
Incentive os participantes a cantarem em idiomas diferentes do seu.
OU “Podemos calcular nossas doações?” CCS 617
Vídeo: “Seja generoso de espírito”
Rick Sarre oferece conselhos simples e fáceis de lembrar para levar uma vida generosa neste momento da série “Resposta Generosa dos Discípulos”, do programa “Witness the Word”, disponível noYouTube.
Bênção e Recebimento dos Dízimos para Missões Locais e Mundiais
Oração pela Paz
Acenda a vela da paz
Oração
Ó Senhor,
Juntamos as mãos em oração
Mãos que cuidam
A Terra,
A pomba,
O fluxo vivo
Mãos que curam
O tecido,
O coração,
O sonho desfeito
Mãos que se defendem
Na verdade,
Pela graça,
Por motivos desconhecidos
Fortalece nossas mãos
essa mistura
a tarefa
em paz. Amém
—Valerie Sooter Kirkwood
Hino de encerramento
“Criador do Entrelaçado” CCS 344
OU “Ide agora para o mundo” CCS 646
Envio
Líder: Deus é o Grande Tecelão da Vida.
Pessoas: Jesus é a nossa esperança.
Líder: O Espírito Santo está presente entre nós.
Pessoas: Estamos aqui uns para os outros.
TODOS: Esteja conosco, Deus, ao proclamarmos esperança a um mundo necessitado.
Posfácio
Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos
Encontro
Bem-vindo
Hoje é o sexto domingo do Tempo Pascal. O Tempo Pascal dura cinquenta dias e termina no Dia de Pentecostes.
Oração pela paz
Toque o sino ou o carrilhão três vezes, lentamente.
Acenda a vela da paz.
Santo, agradecemos-Te pelo dom da paz que nos deixaste, tal como prometeste há tanto tempo. Mas, Senhor, temos dificuldade em manter a paz interior.
A mídia de hoje nos bombardeia com tanta negatividade que é difícil não nos preocuparmos com o mundo. Neste momento, neste dia, queremos deixar de lado nossas preocupações e confiar em Ti para encontrar paz interior.
Queremos nos empenhar pela paz em nossos relacionamentos, pela paz em nossas comunidades e pela paz neste mundo. Ajuda-nos, Senhor. Ajuda-nos a permanecer em sintonia com a tua presença, com a tua paz. A nossa oração, Senhor, é para que a tua paz permaneça em nós e se espalhe por toda parte. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Prática espiritual
Oração de Centramento
A oração centrada é um método de meditação utilizado pelos cristãos para se sentarem em silêncio com Deus. Essa oração nos ajuda a sentir a presença de Deus dentro de nós.
Neste Dia de Páscoa, vamos nos concentrar na palavra“regozijar-se”.
Leia com calma as instruções a seguir:
Sente-se com uma postura relaxada e feche os olhos. Passaremos três minutos em oração de centragem.
Respire em um ritmo regular e natural.
Enquanto inspira e expira, repita mentalmente a palavra“alegria”.
Inspire e expire, concentrando-seapenas na sua palavra.
Quando terminarmos, ficaremos sentados por dois minutos em silêncio, com os olhos fechados, ouvindo o silêncio.
Quando o tempo acabar, compartilhe estas instruções finais:
Diga uma breve palavra de agradecimento a Deus, respire fundo e abra os olhos quando estiver pronto.
Compartilhando à mesa
1 Pedro 3:13–22 NRSVue
Ora, quem vos fará mal se estiverdes dispostos a fazer o bem? Mas, mesmo que sofrais por fazer o que é certo, sois abençoados. Não temam o que eles temem, e não se deixem intimidar, mas santifiquem a Cristo como Senhor em seus corações. Estejam sempre prontos para dar resposta a quem lhes pedir conta da esperança que há em vocês, mas façam-no com mansidão e respeito. Mantenham uma boa consciência, para que, quando forem caluniados, aqueles que os insultam por causa de sua boa conduta em Cristo sejam envergonhados. Pois é melhor sofrer por fazer o bem, se for essa a vontade de Deus, do que sofrer por fazer o mal. Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, a fim de vos levar a Deus. Ele foi morto na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e fez uma pregação aos espíritos na prisão, que em tempos passados não obedeceram, quando Deus esperou pacientemente nos dias de Noé, durante a construção da arca, na qual poucos, isto é, oito almas, foram salvas pela água. E o batismo, que isso prefigurava, agora vos salva — não como remoção de sujeira do corpo, mas como apelo a Deus por uma boa consciência, por meio da ressurreição de Jesus Cristo, que subiu ao céu e está à direita de Deus, com anjos, autoridades e potestades sujeitos a ele.
Esta carta é dirigida às pessoas que estão sendo perseguidas por causa de suas crenças. Elas não apenas se recusam a se conformar com a cultura dominante, mas representam uma ameaça ao status quo e ao poder que este confere para ditar as regras. Esta carta é um apelo à fé e à esperança, à medida que vivem de acordo com seu batismo e seu discipulado cristão. Ela convida todos aqueles que seguem Jesus Cristo a estarem preparados para falar de sua fé e dar testemunho do amor de Deus. Cristo é o nosso exemplo, e é para Cristo que nossas vidas apontam.
Mesmo no mundo de hoje, isso é uma tarefa difícil, pois uma coisa é professar Jesus Cristo como aquele a quem se segue; outra coisa é professar e viver os ensinamentos de Jesus Cristo quando isso acarreta sofrimento para si mesmo e para os outros.
O autor da carta não está enviando essas pessoas com a missão de divulgar suas crenças, independentemente de quem possam ofender. Pelo contrário, o autor instrui os membros dessa comunidade recém-formada a fazer tudo “com mansidão e reverência” e com a consciência limpa. Da mesma forma, Cristo não nos envia para ofender, mas para viver de maneira a honrar a Deus.
Ao observarmos a vida de Cristo e as histórias nas Escrituras sobre como Jesus tratava as pessoas, vemos um exemplo de como “fazer o que é bom”. Jesus interagia e falava com as pessoas levando em conta, de forma consciente, suas posições na sociedade. Ele se relacionava com líderes, governantes, professores, pescadores, agricultores, comerciantes, carregadores de água, escribas, intocáveis e líderes religiosos. Ele defendia alguns. Questionava os ensinamentos e comportamentos de outros e oferecia plenitude a todos.
Nós também somos incentivados a “estar sempre prontos para dar resposta a quem quer que vos peça conta da esperança que há em vós”… não apenas com nossas palavras, mas com nossas vidas.
Perguntas
- Como você já sofreu ou passou por perseguição por “fazer a coisa certa”? Quem apoiou sua voz ou falou em seu favor?
- De que maneira sua vida (palavras e ações) transmite aos outros a “esperança que há em você”?
- Quem são as pessoas perseguidas na sua região, cidade, vizinhança ou círculo de influência? Como você pode ser uma voz para elas?
Enviando
Declaração de generosidade
Amada Comunidade de Cristo, não se limitem a falar e cantar sobre Sião. Vivam, amem e compartilhem como Sião: aqueles que se esforçam para serem visivelmente um em Cristo, entre os quais não há pobres nem oprimidos.
—Doutrina e Convênios 165:6a
A cesta de ofertas está disponível caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua generosa contribuição.
Esta oração de oferenda para o Tempo Pascal é uma adaptação de *A Resposta Generosa de um Discípulo*:
Deus da alegria, compartilhamos nossas dádivas com alegria e gratidão, em resposta aos generosos dons que nos concedeste. Que as oferendas que compartilhamos tragam alegria, esperança, amor e paz à vida dos outros, para que possam experimentar a tua misericórdia e graça. Amém.
Convite para a próxima reunião
Hino de encerramento
A Comunidade de Cristo cantao hino 188, “Preciso de Ti a Cada Hora”
Oração de encerramento
Opções adicionais, dependendo do grupo
Sacramento da Ceia do Senhor
Escritura da Comunhão
Escolha uma passagem para ler entre as seguintes: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.
Declaração sobre a comunhão
Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual recordamos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivemos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou complementares dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.
Nesta época da Páscoa, vamos vivenciar o Cristo ressuscitado. Que possamos receber a Comunhão como uma expressão de bênção, cura, paz e comunhão. Como preparação, vamos cantar a música 521 do livro“Community of Christ Sings”: “Let Us Break Bread Together”.
Abençoar e distribuir o pão e o vinho.
Reflexões para as crianças
A passagem bíblica de hoje nos lembra que todos nós passaremos por sofrimentos em algum momento. Às vezes, sofremos para demonstrar amor, assim como Jesus fez. No entanto, é importante lembrar que o sofrimento desnecessário não é a vontade de Deus. Isso significa que, quando vemos sofrimento no mundo, não devemos presumir que ele tenha sido causado por Deus. Devemos saber que isso entristece a Deus.
Quero fazer uma oração pelas pessoas que sofrem no mundo. Mas, antes disso, quero que todos abram os braços à nossa frente, como se estivéssemos segurando uma grande bola de praia. Enquanto eu rezo, quero que vocês mantenham os braços assim e imaginem que estão dando um abraço no mundo. Durante a oração, farei uma pausa para o silêncio. Nesse momento, se quiserem, façam uma oração em seus corações pelo mundo que estão imaginando abraçar.
Faça uma oração pelos que sofrem no mundo, não se esqueça de incluir alguns momentos de silêncio ao longo da oração.
Recursos para sermões
Explorando as Escrituras
Esta carta é dirigida às pessoas que estão sendo perseguidas. Não sabemos os motivos da perseguição: etnia, nacionalidade, crenças religiosas, situação econômica ou todos esses fatores. Apesar das circunstâncias, a carta é um apelo à fé e à esperança, à medida que vivem o seu batismo e o seu discipulado cristão. O texto exorta os leitores a estarem preparados para falar da sua fé.
A carta nos diz que Cristo estabelece os padrões para o sofrimento aceitável ao cumprir a vontade de Deus. Cristo é nosso exemplo, e é para Cristo que nossas vidas apontam. Mesmo em meio a tragédias, não podemos ser separados da salvação que Deus nos concedeu em Cristo. Este texto convida todos aqueles que seguem Jesus Cristo a dar testemunho do amor de Deus. Os discípulos fazem isso mesmo quando acreditam que suas palavras e ações podem não ser ouvidas ou aceitas. Eles fazem isso mesmo quando a pessoa que profere palavras de esperança pode ser ridicularizada e causar um rompimento nos relacionamentos.
Uma coisa é confessar Jesus Cristo como aquele a quem você segue; outra coisa é confessar os ensinamentos de Jesus Cristo quando isso traz sofrimento a você mesmo e aos outros. “Ora, quem vos fará mal, se estiverdes dispostos a fazer o bem? (v. 14). Mas, mesmo que sofrais por fazer o que é certo, sois abençoados (v. 15). O autor da carta não está enviando as pessoas com a missão de ofender. O autor diz: “Não tenham medo (não fiquem em silêncio), mas, com mansidão e humildade, usem sua voz em favor dos que não têm voz”.
Ao observarmos a vida de Cristo e as histórias nas Escrituras sobre como Jesus tratava as pessoas, vemos um exemplo de como “fazer o que é bom”. Ele interagia e falava com as pessoas levando em conta, de forma consciente, suas posições na sociedade. Ele se relacionava com líderes, governantes, professores, pescadores, agricultores, comerciantes, carregadores de água, escribas, intocáveis e líderes religiosos. Ele defendia a vida de alguns. Questionava os ensinamentos e comportamentos de outros e oferecia plenitude a todos.
O lembrete de hoje é: “Estejam sempre prontos para dar conta da esperança que há em vocês.”
Ideias centrais
- Falar em nome daqueles que não têm voz é a nossa vocação como discípulos.
- Respondemos com fidelidade, com a ajuda do Espírito Santo, de acordo com o nosso melhor entendimento do chamado de Deus. (Princípio Perene, Todos São Chamados)
Perguntas para o orador
- Quando foi a última vez que você compartilhou a “esperança que há em você” com outra pessoa?
- Quando você já passou por perseguição? Quem apoiou sua voz ou falou em seu nome?
- Quem são as pessoas perseguidas na sua região (cidade, município, círculo de influência)? Como vocês (a congregação) podem ser uma voz para elas?
Aulas
Aula para adultos
Passagem bíblica em destaque
1 Pedro 3:13–22
Foco da aula
Testamento Vivo
Objetivos
Os alunos irão…
- refletir sobre a crença fundamental da Comunidade de Cristo relativa ao discipulado.
- descrever a natureza da fé.
- refletir sobre as manifestações da vida renovada na ressurreição.
Materiais
- Bíblia
- A Comunidade de Cristo Canta (CCS)
Notas para o professor
Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” para 1 Pedro 3:13–22 em Sermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento (com foco nas Cartas), pp. 73–74, disponível pela Herald House.
Fontes
- Boring, M. Eugene, 1 Pedro, Nashville: Abington Press, 1999
- Craddock, Fred B., Primeira e Segunda Cartas de Pedro e Judas, Louisville: Westminster John Knox Press, 1995
Reunir
Ativa os conhecimentos prévios, prepara e motiva para a aula (15% do tempo total da aula)
Segue abaixo a descrição da Crença Básica sobre o Discipulado da Comunidade de Cristo, extraída de Sharing in Community of Christ, 4ª edição, p. 37. Peça a alguém para ler para o grupo. Discuta: Que palavra ou frase dessa explicação chama sua atenção? Por que você acha que ela chama sua atenção?
Discipulado
Ser cristão é mais do que ter uma lista de ideias corretas; trata-se de uma obediência radical a Jesus em todos os aspectos da vida. O amor infinito de Deus nos liberta para uma vida de administração responsável, na qual oferecemos generosamente nossas vidas a serviço do reino de Deus. O discipulado é uma jornada tanto interior quanto exterior. Jesus nos chama para segui-lo e para convidar outras pessoas a experimentar o poder transformador de sua graça.
Interaja
Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)
Peça a alguém para ler 1 Pedro 3:13–22 em voz alta.
Os leitores originais da Primeira Carta de Pedro são alertados para esperar resistência por parte daqueles que estão fora da nova comunidade cristã. As ações e crenças da comunidade são únicas e ultrapassam várias fronteiras sociais. Os versículos 13–16 abordam o sofrimento injusto, a coragem e a preparação. Em seu comentário sobre a Primeira Carta de Pedro, Eugene M. Boring explica que o autor da carta tinha uma compreensão realista da experiência do leitor: praticar o bem provoca reações perigosas. Eles não devem deixar que isso os desanime. Devem permanecer corajosamente no caminho, sabendo que não estão sozinhos. Este não é um momento para baixar a cabeça e se misturar à multidão, mas um momento para se levantar e se destacar por suas crenças. Boring diz que o apelo aos leitores era para que estivessem preparados para responder sobre seu estilo de vida. Ele escreve:
“O cristianismo não deve ser confundido com um culto de mistério com segredos a esconder dos não iniciados. Todos os seus membros comuns devem estar preparados para explicar quem são e por que vivem da maneira como vivem.” (Boring, 131) “Este contexto refere-se ao amplo espectro de situações em que os cristãos provavelmente serão mal interpretados e precisarão apresentar uma explicação coerente sobre quem são, e qual é a natureza e a base de sua esperança. Todos os cristãos, não apenas professores e líderes, têm essa responsabilidade... eles não devem esperar até que a situação se apresente e depender de ajuda carismática para obter uma resposta, mas devem refletir sobre o significado de sua fé e sua relação com a vida pública, e estar preparados para responder de forma inteligente quando questionados.” (Boring, 132)
Coloque-se nessa situação e responda a estas perguntas:
- Qual é a natureza da sua fé?
- Por que você é um membro ativo da comunidade cristã?
- O que o leva a querer se envolver mais profundamente?
Os versículos 16 e 17 abordam a responsabilidade que os cristãos têm no que diz respeito à maneira como respondem a essas perguntas. Mansidão e reverência são as duas palavras que encontramos nesta tradução. O dicionário Merriam-Webster define mansidão como “suavidade de maneiras ou disposição” e reverência como “honra ou respeito sentido ou demonstrado”.
Imagine o contexto do século I. Vizinhos e comerciantes se sentiam ameaçados pelos membros da comunidade cristã. Os cristãos eram marginalizados e perseguidos. É provável que houvesse momentos em que as suspeitas levassem a acusações e a que eles fossem levados a um tribunal composto por pessoas hostis. Não é difícil, portanto, imaginar que o tipo de interrogatório mencionado acima não fosse exatamente sincero. Você já esteve em uma conversa com alguém que não parecia interessado em ouvir sua resposta ou que parecia motivado por um motivo oculto e condescendente? Já houve momentos em que você foi quem trouxe essa energia para uma conversa?
Eugene Boring afirma que esses versículos exortam os cristãos a estarem atentos a comportamentos individualistas e hipócritas e a reagirem com boa consciência. Ele afirma: “Não se deve responder ao mundo segundo os seus próprios termos, mas segundo os termos do Deus revelado em Cristo” (Boring, 132). Outro comentário explica da seguinte forma: “… quando você testemunhar, faça-o com gentileza e respeito. Nada é tão alienante e repugnante quanto um cristão testemunhando com arrogância e condescendência, com grosseria e intromissão” (Craddock, 59).
- O que nos impede de participar de conversas que nos desafiam?
- O que podemos fazer para abordar as conversas com mais sinceridade?
Responder
Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)
Os versículos 18–22 constituem um hino ou poema que confessa a fé da nova comunidade cristã. Os cristãos do primeiro século costumavam expressar sua fé por meio de poemas e hinos, e esta passagem das Escrituras é exatamente isso. Craddock observa que esses versículos contêm “em resumo, toda a afirmação da igreja sobre Cristo”. Ele prossegue explicando que esse fato “impede que a cristologia seja reduzida às necessidades do momento”. Cristo é visto através das lentes das necessidades das pessoas. Alguns podem ver Cristo como um mestre, outros como um amigo dos pobres e outros ainda como um libertador das mulheres. “Todas essas imagens e outras contêm verdade sobre Cristo, mas reivindicar para qualquer uma delas a verdade completa seria reducionista.” (Craddock, 61)
- De que maneiras você já experimentou a presença de Cristo ao longo da sua vida?
A passagem do lecionário de hoje oferece muitos pontos para reflexão aos leitores. Ao procurarmos compreender o contexto original e interpretar como o texto nos afeta hoje, não podemos ignorar o chamado para uma vida nova. O chamado para analisar criticamente nossas crenças, nossas palavras e nossas ações. O professor de Novo Testamento Shively Smith escreve:
Quais são as atividades de vida renovada que este tempo da Páscoa exige de nossas comunidades, tanto local quanto globalmente? E esperamos não parar por aí; mas aceitar o convite para refletir sobre outras questões, tais como: Quais são as novas práticas, mesmo em meio ao distanciamento social, que podemos adotar para construir conexões, relacionamentos e um sentimento de pertencimento que sustentem e prolonguem a vida? Quais são as oportunidades de nos acompanharmos mutuamente de maneiras que sejam visivelmente instrutivas para um mundo que prefere a separação e o “cada um por si”? De que maneiras esta passagem nos oferece uma oportunidade de… ascender a uma nova vida que seja impactante, duradoura, gloriosa e geradora de vida para todos[?] Desta forma, podemos anunciar renovação, revitalização e esperança nesta época.
- Que atividades relacionadas à vida nova esta época da ressurreição exige de nós como indivíduos, como congregações e como Comunidade de Cristo?
Enviar
Explora como a aula pode ser conduzida (10% do tempo da aula)
Leia ou cante “Há uma Igreja dentro de nós” CCS 278.
- O que você aprendeu com as discussões em sala de aula durante a Páscoa?
- Que ideias ou temas você sente que deve incorporar ao seu dia a dia?
Abençoe
Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)
Encerre a aula pedindo a um voluntário que faça uma oração ou promovendo uma .
Aula para jovens
Passagem bíblica em destaque
1 Pedro 3:13–22
Foco da aula
Testamento Vivo
Objetivos
Os alunos irão…
- identificar o que os impede de refletir a luz de Jesus para os outros.
- Resuma e explique 1 Pedro 3:13–22.
- descrever a natureza da fé.
- refletir sobre a crença fundamental da Comunidade de Cristo relativa ao discipulado.
Materiais
- Bíblia
- Espelho grande
- Nota de um dólar
- Um alimento (maçã, donut, biscoito, etc.)
- Um brinquedo ou jogo
- Lanterna potente
- A Comunidade de Cristo Canta (CCS)
- Materiais para criar (papel e lápis de cor, canetas hidrográficas, tinta OU massa de modelar ou argila)
Nota para o professor
Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” para 1 Pedro 3:13–22 em Sermon & Class Helps, Ano B: Novo Testamento (com foco nas Cartas), pp. 73–74, disponível pela Herald House.
Reunir
Ativa os conhecimentos prévios, prepara e motiva para a aula (15% do tempo total da aula)
Nota
Se a insegurança alimentar for um problema para alguém, substitua o alimento por um item que represente status (um produto de marca, um aparelho tecnológico cobiçado, etc.)
Atividade
Coloque a nota de um dólar, o alimento e o brinquedo ou jogo em um lugar onde todos possam ver. Peça a um voluntário para pegar um dos itens. Dependendo do que ele escolher, dê a seguinte explicação:
- Nota de dólar—Às vezes, damos demasiada importância ao dinheiro. Queremos ter mais e gostamos de gastá-lo. Ficamos preocupados quando não temos o suficiente e procuramos maneiras de conseguir mais.
- Alimento—Às vezes, nos concentramos demais na comida. Sentimos vontade de comer certos alimentos, como chocolate, refrigerantes ou batatas fritas. Muitas vezes, fazemos escolhas alimentares pouco saudáveis porque estamos tão focados em comer o que gostamos, em vez do que precisamos para viver de forma saudável.
- Brinquedo ou jogo—Às vezes, nos preocupamos demais em ter um determinado brinquedo ou jogo. Comparamos nossas coisas com as dos outros e ficamos chateados quando não temos algo específico que queremos.
Peça a um segundo voluntário para escolher um dos dois itens restantes. Mais uma vez, dê a explicação com base no item que ele escolher. Peça a um último voluntário para pegar o último objeto.
Segure o espelho na frente do primeiro voluntário e pergunte o que ele vê. (a mim mesmo e o objeto) Repita com o segundo e o terceiro voluntário. Explique que podemos nos concentrar tanto em comida, dinheiro, brinquedos ou qualquer outra coisa que isso se torne tudo o que refletimos. É tudo o que as pessoas veem em nós.
Peça a um quarto voluntário que se levante e entregue-lhe uma lanterna. Peça que ele aponte a lanterna para o espelho. Incline o espelho de forma a refletir a luz para o resto da turma. Explique que Jesus é a luz. Em vez de refletir coisas materiais, queremos que nossas vidas reflitam a luz de Jesus. Quando fazemos isso, proporcionamos luz para os outros.
Pergunte ao grupo: que coisas (além de comida, dinheiro, brinquedos ou jogos) poderiam impedi-los de refletir a luz de Jesus? Depois que todos tiverem a oportunidade de compartilhar, explique que, às vezes, é difícil refletir a luz de Jesus para os outros. Ficamos com raiva, tristes ou envergonhados quando coisas terríveis acontecem e optamos por nos concentrar em outras coisas, em vez de em Jesus.
A passagem bíblica de hoje é uma carta dirigida a pessoas que estavam passando por sofrimento. Não sabemos ao certo quem era o público-alvo nem por que estavam sofrendo. Sabemos que foi escrita para lhes trazer esperança e relembrá-los de sua fé.
Interaja
Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)
Leia 1 Pedro 3:13–22.
Os primeiros leitores de 1 Pedro são alertados para esperar resistência por parte daqueles que estão fora da nova comunidade cristã. As ações e crenças da comunidade são únicas e ultrapassam várias fronteiras sociais.
Versículos 13–16
Discuta o sofrimento injusto, a coragem e a preparação. Os leitores são incentivados a não se deixarem desanimar por isso. Devem permanecer corajosamente no caminho certo, sabendo que não estão sozinhos. Este não é o momento de baixar a cabeça e se misturar à multidão, mas sim de se levantar e se destacar por suas convicções.
- O versículo 14 diz que você é abençoado mesmo que sofra ao fazer o que é certo. Como você pode ser abençoado se está sofrendo?
- A carta fala sobre defender a esperança que há em vocês. A que o autor se refere quando diz “a esperança que há em vocês”?
Versículos 16 e 17
Abordar a responsabilidade que os cristãos têm no que diz respeito à maneira como respondem a essas perguntas. Mansidão e reverência são as duas palavras que encontramos nesta tradução. O dicionário Merriam-Webster define mansidão como “suavidade de maneiras ou disposição” e reverência como “honra ou respeito sentido ou demonstrado”.
Imagine o contexto do século I. Vizinhos e empresários se sentiam ameaçados pelos membros da comunidade cristã. Os cristãos eram marginalizados e perseguidos. É provável que houvesse momentos em que as suspeitas levassem a acusações e a que eles fossem levados a um tribunal composto por pessoas hostis. Não é difícil imaginar que o tipo de interrogatório mencionado acima não fosse exatamente sincero. Você já esteve em uma conversa com alguém que não parecia interessado em ouvir sua resposta ou que parecia motivado por um motivo oculto e condescendente? Já houve momentos em que você foi quem trouxe essa energia para uma conversa?
- Muitas vezes, quando as pessoas ouvem a palavra “defender”, pensam em assuntos militares e em conflitos. Mas as Escrituras dizem especificamente para defendermos com mansidão e respeito. Você deve compartilhar com os outros a esperança que há em você. Como você pode fazer isso?
Versículos 18–22
Esses versículos constituem um hino ou poema que confessa a fé da nova comunidade cristã. Os cristãos do século I costumavam expressar sua fé por meio de poemas e hinos, e essa passagem das Escrituras é exatamente isso. As pessoas veem Cristo através do prisma de suas necessidades. Alguns podem vê-lo como um mestre, outros como um amigo dos pobres e outros ainda como um libertador das mulheres.
- Através de que lente você vê Cristo?
- A carta faz referência ao batismo. Como você descreveria o significado do batismo? Você já foi batizado? Do que você se lembra do seu batismo?
Responder
Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)
Jesus sofreu muito, mas permaneceu fiel e transmitiu esperança a todas as pessoas. Ele soube defender aqueles que sofriam e contestou leis injustas, sem deixar de tratar a todos com dignidade e respeito.
- Onde você vê sofrimento na sua comunidade?
- Você conhece alguém que esteja sofrendo?
- Como você poderia defender os interesses deles de uma forma que trate todos com dignidade e respeito?
- Como os discípulos podem trabalhar juntos para lidar com o sofrimento em sua comunidade?
- Que competências eles precisam ter?
- Que competências você pode oferecer?
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Explora como a aula pode ser conduzida (10% do tempo da aula)
Segue abaixo a descrição da Crença Básica sobre o Discipulado da Comunidade de Cristo, extraída de Sharing in Community of Christ, 4ª edição, p. 37. Peça a alguém para lê-la para o grupo.
Discipulado
Ser cristão é mais do que ter uma lista de ideias corretas; trata-se de uma obediência radical a Jesus em todos os aspectos da vida. O amor infinito de Deus nos liberta para uma vida de administração responsável, na qual oferecemos generosamente nossas vidas a serviço do reino de Deus. O discipulado é tanto interior quanto exterior . Jesus nos chama para segui-lo e para convidar outras pessoas a experimentar o poder transformador de sua graça.
Forneça materiais para desenho, pintura ou escultura. Convide os alunos a criarem uma representação do discipulado como uma jornada interior e exterior. Incentive os alunos a compartilharem suas criações, na medida em que se sintam à vontade para fazê-lo.
Abençoe
Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)
Leia ou cante “Há uma Igreja dentro de nós” CCS 278.
Termine com uma oração.
Aula para crianças
Passagem bíblica em destaque
1 Pedro 3:13–22
Foco da aula
Como discípulos, refletimos a luz de Jesus para os outros.
Objetivos
Os alunos irão…
- identificar o que os impede de refletir a luz de Jesus para os outros.
- Resuma e explique 1 Pedro 3:13–22.
- identificar maneiras de trabalhar em equipe para resolver um enigma, ao mesmo tempo em que aprendem como é dar voz aos que não têm voz.
- Compreender o Princípio Perene da Comunidade de Cristo: Escolhas Responsáveis.
Materiais
- Bíblia ou Bíblia com histórias infantis
- Espelho grande
- Nota de um dólar
- Um item alimentício (maçã, donut, biscoito, etc.). Veja a observação na seção “Reunir”.
- Um brinquedo
- Lanterna potente
- Papel cartão ou cartolina, marcadores
- 30 palitos de picolé
- Ficha (uma por criança)
- Lápis
Notas para o professor
Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” para 1 Pedro 3:13–22 em Sermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento (com foco nas Cartas), pp. 73–74, disponível pela Herald House.
As “Crenças Básicas da Comunidade de Cristo” abordam conceitos teológicos complexos que podem ser desafiadores para os jovens estudantes. Elas foram adaptadas e simplificadas para os alunos mais jovens. Em alguns casos, os títulos foram alterados para se adequarem melhor à faixa etária. O livro We Share, de Monica Bradford (Herald House, 2012, ISBN:9780830915224), é uma boa opção para usar com crianças pequenas a fim de apresentar os conceitos de Iniciativas Missionárias e Princípios Duradouros.
Reunir
Ativa os conhecimentos prévios, prepara e motiva para a aula (15% do tempo total da aula)
Coloque a nota de um dólar, o alimento e o brinquedo em um lugar onde todas as crianças possam ver. Peça um voluntário. Peça à criança para pegar um dos itens. Dependendo do que ela escolher, dê a seguinte explicação:
- Nota de dólar— Às vezes, ficamos obcecados com dinheiro. Queremos mais e gostamos de gastá-lo. Ficamos preocupados quando não temos o suficiente e procuramos maneiras de conseguir mais.
- Alimentos— Às vezes, ficamos muito focados na comida. Sentimos vontade de comer certos alimentos, como chocolate, refrigerantes ou batatas fritas. Muitas vezes, fazemos escolhas alimentares pouco saudáveis porque estamos tão concentrados em comer o que gostamos, em vez do que precisamos para viver de forma saudável. (Observação: Se algum participante tiver dificuldades com insegurança alimentar, considere substituir um celular ou tablet para representar a mídia, ou um item de marca para representar status.)
- Brinquedo— Às vezes, ficamos obcecados em ter um determinado brinquedo ou jogo. Comparamos nossos brinquedos ou jogos com os dos outros e ficamos chateados quando não temos um brinquedo ou jogo específico.
Peça ao voluntário que permaneça em pé, segurando o objeto. Chame um segundo voluntário e peça que ele escolha um dos dois objetos restantes. Mais uma vez, dê a explicação com base no objeto que ele escolher. Peça ao voluntário que também permaneça em pé. Peça a um último voluntário que pegue o último objeto. Dê a explicação e peça que ele permaneça em pé.
Segure o espelho na frente do primeiro voluntário e pergunte o que ele vê. (a si mesmo e o objeto) Repita com o segundo e o terceiro voluntário. Explique que podemos ficar tão focados em comida (ou mídia, status), dinheiro, brinquedos ou qualquer outra coisa que isso se torne tudo o que refletimos. É tudo o que as pessoas veem em nós.
Peça a um quarto voluntário que se levante e entregue-lhe uma lanterna. Peça que ele aponte a lanterna para o espelho. Incline o espelho de forma a refletir a luz para o resto da turma. Explique que Jesus é a luz. Em vez de refletir coisas materiais, queremos que nossas vidas reflitam a luz de Jesus. Quando fazemos isso, proporcionamos luz para os outros.
Interaja
Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)
Pergunte ao grupo: que coisas (além da comida, da mídia, do status, do dinheiro e dos brinquedos ou jogos) poderiam impedi-los de refletir a luz de Jesus? Depois que todos tiverem a oportunidade de compartilhar, explique que, às vezes, é difícil refletir a luz de Jesus para os outros. A passagem bíblica de hoje é uma carta enviada a pessoas que estavam sofrendo, com o objetivo de lhes trazer esperança e relembrá-las de sua fé.
Peça a uma criança para ler 1 Pedro 3:13-16a ou leia um trecho da Bíblia infantil. Em seguida, faça as seguintes perguntas:
- O versículo 14 afirma que, mesmo que você sofra por fazer o que é certo, ainda assim é abençoado. Como é possível ser abençoado se está sofrendo?
- A carta fala sobre defender a esperança que há em vocês. A que o autor se refere quando diz “a esperança que há em vocês”?
- Como você pode defender a esperança que há em você com mansidão e respeito?
- Jesus sofreu muito, mas permaneceu fiel e compartilhou a esperança com todas as pessoas. Ele soube defender aqueles que sofriam e questionou leis injustas, sem deixar de tratar a todos com dignidade e respeito. Quem você conhece que está sofrendo? Como você poderia defendê-los de uma forma que trate a todos com dignidade e respeito?
Esta carta foi escrita há muito tempo, numa língua que hoje em dia já não usamos, por isso, às vezes, é difícil de ler e compreender. Qual é a mensagem principal desta carta? Vamos escrever um resumo usando nossas próprias palavras. Escreva o resumo no cartaz ou no quadro.
Responder
Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)
Divida a turma em dois grupos. Diante de um dos grupos, pegue 15 dos palitos e coloque-os de forma que fiquem assim:
Pegue os 15 palitos de picolé restantes e recrie a mesma imagem na frente do outro grupo. Peça um voluntário de cada grupo. Essa pessoa deve permanecer em silêncio o tempo todo. Ela pode fazer gestos, mas não pode falar nem escrever nada. Diga aos grupos que devem retirar seis palitos de picolé para que “fiquem dez”. Eles não podem quebrar os palitos . A primeira equipe a concluir a tarefa ganha o jogo. Deixe as equipes trabalharem por aproximadamente cinco minutos. Se elas não resolverem, dê a solução à pessoa que não pode falar em cada equipe. A solução é remover os palitos de picolé vermelhos, de modo que os restantes formem a palavra “dez”.
Deixe as equipes continuarem competindo até que uma delas vença. Discuta o seguinte:
- Foi difícil descobrir como tirar seis palitos de picolé dos 15 e ficar com dez? Como você se sentiu quando não conseguiu encontrar a solução?
- Para aqueles que não tinham permissão para falar, como foi não ter sua voz ouvida? Alguém ignorou você? Alguém tentou compreender você?
- Como você conseguiu finalmente ter sucesso?
Explique que refletir a luz de Jesus significa, às vezes, dar voz às pessoas que estão sofrendo ou sendo oprimidas, àquelas que, no fundo, “não têm voz” (pessoas a quem ninguém dá ouvidos). Jesus sofreu muito, mas ainda assim foi capaz de defender aqueles que sofriam. Pergunte à turma: Que pessoa ou grupos de pessoas vocês conhecem que não têm voz ou são oprimidos? Explique que é nosso dever, como cristãos, ser a voz dos que não têm voz, apoiar essas pessoas refletindo a luz de Jesus.
Enviar
Explora como a aula pode ser conduzida (10% do tempo da aula)
Quando decidimos seguir Jesus, o Pacificador, nos comprometemos a fazer escolhas responsáveis que nos ajudem a refletir a Sua luz para os outros. Vamos explorar o Princípio Perene das Escolhas Responsáveis. Veja Compartilhando na Comunidade de Cristo, 4ª edição, p. 30.
Escolhas responsáveis
Somos chamados a fazer escolhas responsáveis, dentro das circunstâncias de nossas vidas, que contribuam para os desígnios de Deus.
- Peça às crianças que compartilhem suas ideias sobre o que essa afirmação significa. Faça uma sessão de brainstorming com a turma até chegarem a uma frase que resuma o assunto.
- Entregue um cartão de índice a cada criança. Peça às crianças que escrevam as palavras “Escolhas Responsáveis” em letras grandes no meio do lado em branco do cartão. Em seguida, vire o cartão para o lado pautado. Peça às crianças que escrevam uma frase resumindo o tema. Se o tempo permitir, elas podem fazer um desenho para lembrar como seria se estivessem separadas de Deus.
Abençoe
Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)
Cantem a canção de acampamento “Pass It On”.