Mateus 18:21-35

30 minutos de leitura

Quando usar: 13 de setembro de 2026

Com que frequência devemos perdoar?

Tempo Comum (19.º Domingo do Ano)

Ferramentas de adoração

Esboço do Culto

Passagens bíblicas adicionais 

Êxodo 14:19-31; Salmo 114; Romanos 14:1–12 

Prelúdio 

Bem-vindo 

Uma maneira simples de expressar a Iniciativa Missionária “Convidar Pessoas para Cristo” é dar as boas-vindas de maneira especial aos visitantes e convidá-los a fazer parte da sua comunidade de adoração. É útil indicar o pastor e outros líderes locais, para que os visitantes saibam a quem recorrer para obter informações ou respostas às suas perguntas. 

Chamada à Adoração: Mateus 18:21-35 

A passagem bíblica em destaque hoje trata da misericórdia e do perdão. Ser misericordioso é uma expressão do nosso discipulado. Deus foi o primeiro a dar o exemplo de misericórdia ao perdoar nossos pecados. O hino “Deus Perdoou Meu Pecado em Nome de Jesus” nos lembra dessa dádiva e da nossa resposta. 

Hino do Perdão 

“Deus perdoou meu pecado em nome de Jesus”CCS627 

Incentive os participantes a cantarem em outros idiomas além do seu. 

Invocação 

Deus misericordioso e amoroso, reunimo-nos neste culto, gratos pelo Teu generoso dom de graça e misericórdia. Oramos para que nossos corações e mentes estejam abertos à Tua presença entre nós. Amém. 

Resposta 

Leitura das Escrituras: Salmo 114 

Sugiro a leitura daversão da Bíblia chamada “TheMessage”. 

Confissão 

Confessamos que temos sido como o mar e o rio Jordão. 

No silêncio que se segue, reflita sobre estas perguntas: 

  • Quando foi que você se afastou de Deus? 
  • Em que ocasião Deus demonstrou misericórdia para com você? 

Silêncio 

É hora de meditar sobre as escrituras e as perguntas. 

Hino de Confissão 

“Kyrie Eleison”CCS184 

OU “Soften My Heart” —cantar duas vezes, CCS187 

Momento de Foco 

A misericórdia tem como características a bondade, a compaixão e o perdão. Dê alguns exemplos de como responder a uma ofensa com perdão, por exemplo: um filhote de cachorro morde você, mas você age com bondade e cuidado e não bate no animal; seu amigo faz uma piada sobre o cabelo de alguém, depois pede desculpas, e a criança perdoa seu amigo; um irmão ou irmã faz você tropeçar acidentalmente, e você não grita nem bate em resposta. Explique que essas foram escolhas feitas para agir com misericórdia. Será que podemos citar situações dolorosas ou prejudiciais que já nos aconteceram e como conseguimos responder à mágoa com gentileza? 

Também é importante saber que misericórdia não significa ignorar a ofensa. Algumas coisas que causam mágoa precisam ser discutidas, para que não se repitam. É possível resolver as coisas com a outra pessoa com gentileza e compaixão, ao mesmo tempo em que se deixa claro que o comportamento ofensivo não é aceitável. Isso é misericórdia. 

Peça ao grupo que preste atenção aos exemplos de misericórdia no sermão. Convide-os a compartilhar o que ouviram após o sermão. 

Sermão 

Baseado em Mateus 18:15–20 

Reflexão e feedback 

Convide os participantes a compartilhar exemplos de misericórdia que ouviram no sermão e outras reflexões que tiveram sobre a misericórdia enquanto ouviam. 

A resposta generosa dos discípulos 

Declaração 

Leia a letra da música “As Saints of Old”, CCS 620 

Bênção e Recebimento dos Dízimos para Missões Locais e Mundiais 

Oração pela paz 

Acenda a vela da paz 

Momento de silêncio 

Oração 

Nosso bondoso Senhor e amigo, 

Nós te buscamos no silêncio, pois tu falas aos nossos corações. 

Nós buscamos vocês em seu mundo magnífico porque temos muito a aprender. 

Buscamos vocês por meio de todas as pessoas, pois precisamos descobrir os caminhos da paz. 

Buscamos a Ti em nosso trabalho, pois Tu nos chamas para servir. 

Aceite nosso louvor por sua bondade generosa. 

Abençoa nossos melhores desejos e anseios pela paz, à medida que somos guiados a descobrir os Teus caminhos. 

Oramos no espírito do príncipe da paz. Amém. 

—Darlene Caswell 

Hino 

“Se, por Tua Graça, eu decidir ser”CCS587 

OU “O que o Senhor exige de você?”CCS580 

Considere dividir a turma em três grupos, cada um responsável por uma estrofe da música. Peça a cada grupo que cante sua estrofe separadamente; depois, junte os três grupos e cantem a música pelo menos duas vezes. 

Envio 

 Ó Senhor, nosso Deus, tem misericórdia de nós e cura-nos segundo a nossa fé em Cristo.  

—Alma 10:99, adaptado. 

Que tenhamos força, bondade e coragem para agir com misericórdia. 

Pós-lúdio 

Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos

Encontro

Bem-vindo

O Tempo Comum vai do Pentecostes ao Advento. Essa parte do calendário cristão não inclui grandes festas nem dias santos. Durante o Tempo Comum, nos concentramos em nosso discipulado, tanto individualmente quanto como comunidade de fé.

Oração pela paz

Toque o sino ou o carrilhão três vezes, devagar.

Acenda a vela da paz.

Deus amoroso, no silêncio deste lugar sagrado, percebemos a paz que Tu desejas para toda a criação. Nossos pensamentos podem elevar-se à medida que nossos espíritos descansam. A esperança em nossos corações é renovada pela riqueza desta comunhão.

Que haja paz na Terra.

Ouça nossa oração pela paz para as nações deste mundo. Que a sua paz desça sobre todas as facções em conflito que se esqueceram de que o seu amor é para todos. Toque os corações dos tomadores de decisão e dos detentores do poder com humildade e compaixão. Reacenda a luz da sua paz onde a pobreza e o preconceito tantas vezes extinguem a esperança.

Que haja paz na Terra.

Com toda a gentileza que estamos aprendendo, apoiamos o seu povo: aqueles que sofrem de doenças que obscurecem a mente ou enfraquecem o corpo, aqueles que estão de luto, aqueles que enfrentam dificuldades em relacionamentos abalados ou em circunstâncias desafiadoras. Apoiamos todos eles.

Que haja paz na Terra.

Ó Deus, não permitas que nos contentemos em apenas elevar nossas orações. Ao invocarmos o Teu nome, que também tenhamos a ousadia de elevar nossas vozes, nossas mãos e nossos recursos em prol da Tua missão de paz.

Que haja paz na Terra, e que ela comece por mim.

Amém.

—Claudia Schooler

Prática espiritual

A Escuta Sagrada

Leia o seguinte para o grupo:

O Princípio Duradouro no qual estamos nos concentrando hoje é “Todos São Chamados”. Acreditamos que todas as pessoas têm dons únicos e que, na comunidade, temos oportunidades de compartilhar esses dons. Ao praticar a Escuta Sagrada, podemos aprender mais sobre os dons que as pessoas compartilham na comunidade, como elas se sentem chamadas a servir e como podemos apoiar uns aos outros no discipulado e no ministério.

Leia o seguinte para o grupo:

Peça à pessoa ao seu lado para participar da conversa. Encontrem um lugar onde fiquem à vontade e fiquem frente a frente. Vocês vão se revezar para compartilhar o que consideram ser seu dom e como se sentem chamados a compartilhar esse dom com os outros. Pode ser qualquer coisa: amizade, música, compaixão, ler em voz alta, rir ou arrumar as coisas. Cada um de vocês terá três minutos para compartilhar. Durante esse tempo, quem estiver ouvindo deve escutar e acenar com a cabeça, mas não fazer comentários. Ao final dos três minutos, quem estiver ouvindo pode responder com esta única frase: “Percebi que…”. Em seguida, troquem de lugar e repitam o exercício.

Leia o seguinte para o grupo: Antes de começarem este exercício, por favor, repitam esta oração comigo. “Ajude-me a estar totalmente presente para essa pessoa.”

Você pode começar a conversa.

Inicie o cronômetro. Após três minutos, peça aos ouvintes que respondam com uma frase e, em seguida, peça que troquem de lugar.

Reinicie o cronômetro.

Depois que todos tiverem compartilhado, convide o grupo a compartilhar reflexões sobre essa prática espiritual.

Compartilhando à mesa

Mateus 18:21-35 NRSVue 

Então Pedro se aproximou e perguntou-lhe: “Senhor, se meu irmão ou minha irmã pecar contra mim, quantas vezes devo perdoá-lo? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não sete vezes, mas, eu te digo, setenta e sete vezes.”

“Por essa razão, o reino dos céus pode ser comparado a um rei que desejava acertar contas com seus servos. Quando começou a fazer as contas, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos e, como ele não podia pagar, o senhor ordenou que fosse vendido, juntamente com sua esposa, seus filhos e todos os seus bens, para que a dívida fosse quitada. Então o servo se ajoelhou diante dele, dizendo: ‘Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei tudo’. E, movido a compaixão por ele, o senhor daquele servo o libertou e perdoou-lhe a dívida. Mas aquele mesmo servo, ao sair, encontrou um de seus companheiros que lhe devia cem denários; e, agarrando-o pelo pescoço, disse: ‘Pague o que você deve’. Então seu companheiro se prostrou e implorou-lhe: ‘Tenha paciência comigo, e eu te pagarei.’ Mas ele recusou; então foi e o jogou na prisão até que pagasse a dívida. Quando seus companheiros viram o que havia acontecido, ficaram muito angustiados e foram relatar ao seu senhor tudo o que havia ocorrido. Então seu senhor o chamou e disse-lhe: ‘Escravo perverso! Eu te perdoei toda aquela dívida porque você me implorou. Você não deveria ter tido misericórdia do seu companheiro de servidão, assim como eu tive misericórdia de você?’ E, com raiva, seu senhor o entregou para ser torturado até que pagasse toda a sua dívida. Assim também meu Pai celestial fará com cada um de vocês, se não perdoarem de coração o seu irmão ou a sua irmã.”

—Mateus 18:21-35 NRSVue 

No Evangelho de Mateus, a reconciliação é um tema recorrente. Para o autor, um dos principais objetivos de Cristo é o shalom — a integridade —, e isso inclui a integridade da comunidade. Como podemos restaurar as pessoas que foram afastadas da comunidade, seja qual for o motivo? Quando Pedro pergunta quantas vezes ele deve perdoar seus irmãos na fé, Jesus responde com um número exagerado — setenta e sete vezes. O shalom nos convida a abrir espaço para que o ofensor possa retornar. O perdão se torna o processo pelo qual a(s) vítima(s) e a comunidade passam, com a esperança de restaurar o relacionamento e renovar o shalom. O shalom também nos chama a praticar o perdão para que nossa própria integridade possa ser restaurada.

Jesus então conduz os discípulos a um momento de ensinamento por meio de uma parábola sobre o reino dos céus. Ele costumava usar essas parábolas para mostrar como a visão que Deus tem para o mundo difere da realidade atual. Nessa história, Jesus usa o perdão da dívida como metáfora para o pecado. Um rei tem um escravo que lhe deve uma quantia absurda de dinheiro, e o rei se prepara para vender o escravo e sua família. Mas, quando o escravo implora por misericórdia, o rei perdoa a dívida. Esse mesmo escravo então encontra outro escravo que lhe deve uma quantia muito menor — embora ainda significativa. O segundo escravo implora por misericórdia, assim como o primeiro havia feito, mas, dessa vez, o pedido é rejeitado, e o devedor é jogado na prisão. Quando o rei fica sabendo disso, fica furioso, repreende o escravo perdoado por não ter concedido a misericórdia que recebeu e o entrega para ser torturado.

O Princípio Perene da Comunidade de Cristo — Graça e Generosidade — nos convida a responder à graça que Deus nos concede gratuitamente, estendendo essa graça aos outros. Transmitimos o que aprendemos com Deus e com o exemplo de Jesus ao vivermos esses ensinamentos. O chamado de Cristo ao shalom nos convida continuamente a retornar à comunidade e, por nossa vez, somos chamados a dar espaço para os erros dos outros — oferecendo perdão setenta e sete vezes — porque Deus nos chama para sermos um povo de graça.

Os leitores podem se perguntar se essa parábola sugere que, caso não perdoemos como Deus nos perdoa, Ele nos negará a graça e nos punirá. Isso significa que os cristãos devem perdoar a todos, independentemente do dano causado, mesmo sem arrependimento ou mudança? Essa interpretação não se alinha com nossa compreensão da natureza de Deus nem com a graça divina. É mais provável que a parábola use imagens exageradas para chocar o público e levá-lo a enxergar o perdão de uma nova maneira. Essa passagem bíblica nunca deve ser usada como arma para pressionar alguém a perdoar antes de estar pronto, ou para exigir perdão por erros monstruosos cometidos contra essa pessoa. O perdão costuma ser um longo processo que requer cura. A reconciliação, se desejada, também deve ser mútua. Limites saudáveis costumam ser uma parte essencial da reconciliação e da integridade da comunidade para todos os envolvidos.

Perguntas

  1. Mateus enfatiza a restauração da comunidade. Você já passou por uma situação em que se sentiu afastado ou excluído de um grupo? Houve alguém que ajudou a recebê-lo de volta? Se não, o que esse gesto de restauração teria significado para você?
  2. O perdão e a reconciliação nem sempre são a mesma coisa. Como a prática do perdão — mesmo quando a reconciliação não é possível ou segura — pode contribuir para o shalom e para a integridade pessoal? 
  3. O perdão pode curar mesmo quando a ofensa não é reconhecida. Você já perdoou alguém que não sabia que o havia magoado — ou descobriu mais tarde que alguém o perdoou sem que você percebesse que havia causado algum dano? Como essa ofensa não expressa, e o perdão a ela, moldaram o relacionamento ou a sua própria cura?

Enviando

Declaração de Generosidade

Os discípulos fiéis respondem a uma consciência cada vez maior da generosidade abundante de Deus compartilhando de acordo com os desejos de seus corações; não por mandamento ou obrigação.

—Doutrina e Convênios 163:9

A cesta de ofertas está à disposição caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua generosa contribuição.

Esta oração de oferenda é uma adaptação de “A Resposta Generosa de um Discípulo”:

Deus do nosso discipulado, ao navegarmos por este mundo de dívidas e consumismo, ajude-nos a economizar com sabedoria, gastar com responsabilidade e doar com generosidade. Que, assim, possamos nos preparar para o futuro e construir um amanhã melhor para nossas famílias, nossos amigos, a missão de Cristo e o mundo. Amém.

Convite para a próxima reunião

Hino de encerramento

CCS77, “Reúnam seus filhos”

Oração de encerramento

Opções adicionais, dependendo do grupo

  • Comunhão
  • Reflexões para as crianças

Sacramento da Ceia do Senhor

Escritura da Comunhão

Escolha uma passagem bíblica para ler dentre as seguintes opções: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.

Convite à comunhão

Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual relembramos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivenciamos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou adicionais dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.

Participamos da Comunhão como uma expressão de bênção, cura, paz e comunidade. Como preparação, vamos cantar uma música do livro“Community of Christ Sings”(escolha uma):

  • 515, “Nestes momentos, nós nos lembramos”
  • 516, “Reunindo-nos em torno do vinho e do pão”
  • 521, “Vamos Partir o Pão Juntos”
  • 525, “A mesa é pequena”
  • 528, “Coma este pão”

Abençoe e distribua o pão e o vinho.

Reflexões para as crianças

“Enchendo a cesta do Shalom”

Foco bíblico:Mateus 18:21–35 (perdão e restauração da comunidade)

Materiais: Uma pequena cesta ou tigela vazia, várias pedras lisas ou peças de quebra-cabeça com palavras simples escritas nelas (por exemplo,gentileza, desculpa, ajuda, tente de novo, amigo, graça, perdoar). 

Convide as crianças a se reunirem com você.

Diga:

Olá, que bom ver vocês! Hoje, Jesus nos ensina algo importante sobre o perdão e como ele nos ajuda a conviver em paz. Quero mostrar uma coisa para vocês.”

Segure a cesta vazia.

Essa cesta se chama“Cesta Shalom”.“Shalom” é uma palavra importante que significa paz, plenitude e tudo funcionando em harmonia, da maneira que Deus deseja. Às vezes, acontecem coisas que fazem com que nosso shalom pareça… um pouco vazio.

Mostre a cesta vazia.

Talvez a gente seja deixado de lado. Talvez alguém diga algo que magoe nossos sentimentos. Ou talveza gentemagoe alguém sem querer. Isso já aconteceu com você?

Peça às crianças que citem exemplos de situações em que alguém se machuca ou é excluído (use exemplos simples: “compartilhar brinquedos”, “alguém disse algo maldoso”, “alguém não deu ouvidos”, etc.).

Jesus conta uma história sobre o perdão — sobre como Deus nos concede um perdão imenso e nos convida a compartilhar esse perdão com os outros. O perdão nem sempre significa que tudo volta a ser como era antes imediatamente. Masajuda aencher nossos corações de paz novamente.”

Coloque as pedras ou as peças do quebra-cabeça na frente das crianças.

Tenho essas “Pedras do Shalom” especiais. Cada uma delas traz uma palavra que ajuda a trazer a paz de volta ao mundo.

Convide as crianças, uma de cada vez, a pegarem uma pedra e colocá-la na cesta.

Ao colocarem sua pedra, digam em voz alta, todos juntos:“Isso ajuda a trazer o shalom.”

Exemplos:

  • Bondade— “A bondade ajuda a trazer o shalom.”
  • Desculpe— “Pedir desculpas ajuda a trazer o shalom.”
  • Perdoar— “Perdoar ajuda a trazer o shalom.”
  • Tente de novo— “Tentar de novo ajuda a trazer o shalom.”
  • Ajuda— “Ajudar uns aos outros traz shalom.”
  • Amigo— “Ser amigo traz shalom.”

À medida que a cesta vai se enchendo, mostre como ela volta a ficar “cheia”.

Veja como nossa Cesta do Shalom está ficando cada vez mais cheia! É isso que o perdão faz: ajuda a preencher as lacunas em nós e em nossas amizades. O perdão nem sempre significa que voltamos a ser melhores amigos imediatamente. 

Às vezes, precisamos de tempo. Às vezes, precisamos estabelecer limites. Mas o perdão ajuda nossos corações a permanecerem sensíveis e abertos, para que o shalom possa crescer.

Segure a cesta com todas as pedras que estão dentro dela agora.

Vamos fazer uma pequena oração: “
, Deus, obrigado por nos amar e nos perdoar. Ajude-nos a compartilhar o perdão, a bondade e o shalom com os outros nesta semana. Amém.”

Dê uma olhada na nossa Cesta do Shalom. Toda vez que você perdoa, pede desculpas ou ajuda alguém, você está levando mais shalom para o mundo!

Recursos para sermões

Explorando as Escrituras

A passagem de hoje em Mateus explica outro ensinamento de Jesus sobre as relações comunitárias. Nos versículos anteriores (vv. 15–20), é descrito um processo específico a ser seguido quando um membro da comunidade peca contra outro. A partir do versículo 21, Pedro pergunta quantas vezes ele deve perdoar um membro da igreja que peca contra ele. Uma tradição rabínica diz que são três vezes. Pedro estava generosamente oferecendo sete vezes. A resposta de Jesus, envolvendo o número sagrado sete, sugere que o perdão é incontável. Não há como contar as vezes. O perdão é ilimitado.

A parábola do servo implacável que se segue (vv. 23–35) está repleta de hipérboles (exageros). Seu objetivo é chocar o ouvinte. Por exemplo, os 10.000 talentos devidos pelo servo representam uma quantia impossível; um único talento representava muitos anos de salário para um servo. Não havia a menor possibilidade de o servo conseguir saldar a dívida. Sua promessa de fazê-lo é absurda. A disposição do rei em ouvir o apelo do servo e, em seguida, perdoar toda a dívida é inacreditável. Quem demonstraria tanta misericórdia?

Em seguida, a história avança e o servo perdoado confronta outro servo que lhe deve dinheiro (uma quantia muito mais razoável, 100 denários, sendo que um denário equivale ao salário de um dia). O servo exige o pagamento de seu companheiro, que também implora por misericórdia e mais tempo para saldar a dívida. O servo implacável recusa e manda que o escravo seja jogado na prisão. Quando o rei é informado dessa ação, ele condena o primeiro servo e o manda torturar até que a dívida seja paga. O rei diz: “Não deverias ter tido misericórdia de teu companheiro, assim como eu tive misericórdia de ti?” (v. 33).

Ao compartilhar essa parábola, Jesus explica a importância da misericórdia e do perdão. Estamos constantemente experimentando a misericórdia de Deus e nunca poderemos saldar essa dívida. Nem Deus está pedindo que a paguemos. Trata-se de graça. Como corpo de Cristo, somos chamados a ser misericordiosos uns com os outros. Nossa capacidade de perdoar uns aos outros deve seguir o modelo do perdão divino.

Esse perdão é diferente de buscar justiça. Podemos imaginar que o perdão de Deus tenha seus fundamentos na justiça; mas, nesta parábola, ele se baseia na misericórdia de Deus. O perdão é uma libertação, não uma negação da ofensa. Não significa necessariamente esquecer.

Qual é o preço de um coração impiedoso e implacável? Um ex-prisioneiro de guerra perguntou a outro: “Você já perdoou seus captores?” O segundo homem respondeu: “Nunca farei isso!” O primeiro homem replicou: “Então eles ainda o mantêm preso, não é mesmo?”

Ideias centrais

  1. Se você fica guardando rancor, é porque não está perdoando.
  2. O perdão de Deus é ilimitado.
  3. Seguindo o modelo divino, o corpo de Cristo deve ser misericordioso uns com os outros, como comunidade sagrada, realizando o árduo trabalho do perdão.
  4. O povo de Deus é misericordioso.

Perguntas ao palestrante

  1. Com quem você se identifica na parábola? Por quê?
  2. Sabemos que devemos perdoar. O que torna isso tão difícil?
  3. O perdão de Deus é condicional?
  4. Qual tem sido a sua experiência com a misericórdia e o perdão?
  5. Como aqueles que recebem a misericórdia de Deus podem retribuir essa misericórdia aos seus devedores?
  6. De que maneira a Oração do Senhor poderia servir de ilustração para a passagem de hoje?
  7. O que é o perdão genuíno (verdadeiro)?

Aulas

Aula para adultos

Passagem bíblica em destaque

Mateus 18:21–35 

Foco da aula

Jesus ensina sobre o perdão por meio de uma parábola. 

Objetivos 

Os alunos irão… 

  • explorar o contexto da história de Mateus. 
  • extrair princípios sobre o perdão a partir da história. 
  • aplicar esses princípios à vida atual. 

Materiais 

  • Bíblia  
  • Comunidade de Cristo Canta(CCS

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 18:21–35 no livroSermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento (com ênfase no Evangelho segundo Mateus),p. 104, disponível pela Herald House. 

Reunir

Leiam ou cantem juntos “Perdoa nossos pecados, assim como nós perdoamos” (CCS215). O que a letra nos diz sobre o perdão? 

Participar

Os ouvintes de Mateus provavelmente estavam familiarizados com a dívida e com a possibilidade constante de perder terras, empregos, família e status social. O que os outros pensavam deles era um aspecto importante da vida para eles. Qualquer dívida (pecado) não seria tratada com sentimento de culpa, mas com a necessidade de ser reintegrado à comunidade. A ideia de retribuir o bem recebido seria algo novo. 

Leiam juntos Mateus 18:21–35. Compartilhem em pequenos grupos suas respostas a essas perguntas. 

  • Perdoar alguém 77 vezes e saldar uma dívida de 10.000 talentos eram exigências extravagantes e exageradas. Mateus usa a hipérbole para enfatizar uma ideia. Qual é a ideia que ele quer transmitir? Você acha que se parece mais com o senhor que perdoou seu servo ou com o servo que não quis perdoar seu companheiro? Explique. 
  • Se você fosse Pedro, como reagiria à resposta de Jesus?  
  • De que maneira o perdão traz liberdade ao ofensor? E à vítima? 

Responder

Mateus sugere que Deus poderia mudar de ideia quanto ao perdão em determinadas circunstâncias.  

  • O que Mateus ensina sobre o perdão?  
  • Como isso se encaixa na sua compreensão da natureza de Deus? 

O perdão repetido pelo mesmo pecado significa que a comunidade deve permanecer vigilante. A comunidade não pode ignorar abusos, vícios ou violência. Doutrina e Convênios 164:6a-b nos lembra que:  

a. Conforme revelado em Cristo, Deus, o Criador de tudo, se preocupa, em última instância, com comportamentos e relacionamentos que valorizem o valor e os dons de todas as pessoas e que protejam os mais vulneráveis. Tais relacionamentos devem estar enraizados nos princípios do amor à maneira de Cristo, do respeito mútuo, da responsabilidade, da justiça, da aliança e da fidelidade, contra os quais não há lei.  

b. Se a igreja compreender mais plenamente e aplicar de forma consistente esses princípios, as questões que surgem sobre a sexualidade humana responsável, identidades de gênero, papéis e relacionamentos; o casamento; e outros assuntos poderão ser resolvidas de acordo com os propósitos divinos de Deus. Tenham certeza de que nada nesses princípios tolera relacionamentos egoístas, irresponsáveis, promíscuos, degradantes ou abusivos. 

Em pequenos grupos ou em um grupo maior, discutam as seguintes questões. 

  • Que responsabilidade a comunidade tem quando uma pessoa é vítima de abuso por parte de outra pessoa? 
  • Por que o perdão é tão importante para a saúde física, emocional e espiritual das pessoas e das comunidades? 
  • Como a comunidade pode agir para perdoar o infrator? Existe algum limite para isso? 

Enviar

A Comunidade de Cristo defende nove Princípios Perenes, que são componentes essenciais de nossa identidade e missão. 

  • Graça e generosidade 
  • A sacralidade da Criação 
  • Revelação Contínua 
  • O valor de todas as pessoas 
  • Todos são chamados 
  • Escolhas Responsáveis 
  • Em busca da paz (Shalom) 
  • Unidade na Diversidade 
  • As bênçãos da comunidade 

Quais desses Princípios Duradouros se refletem nas bênçãos experimentadas por meio do perdão e da reconciliação? Explique. 

Abençoe

Peça a cada aluno da turma que faça uma oração de uma frase (sem mencionar nomes) por uma pessoa a quem já perdoou ou que precise perdoar. 

Aula para Jovens

Passagem bíblica em destaque

Mateus 18:21–35

Foco da aula

Devemos perdoar os outros assim como Deus nos perdoa.

Objetivos

Os alunos irão…

  • compartilhem exemplos de perdão.
  • discutir o que a parábola nos ensina sobre o perdão de Deus e como devemos perdoar os outros.
  • explorar o Princípio Perene da Graça e da Generosidade

Materiais

  • Bíblia
  • Comunidade de Cristo Canta (CCS)
  • Opcional: três tigelas, um recipiente com pimenta-do-reino moída e detergente para louça
  • Papel e giz de cera ou canetas hidrográficas

Nota para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 18:21–35 no livro Sermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento, p. 104, disponível pela Herald House.

Reunir

Reúna os alunos e peça que descrevam as etapas para resolver um problema de forma pacífica.

Os versículos anteriores do Evangelho de Mateus (18:15–20) nos orientam a seguir estas etapas:

  1. Vá sozinho falar com a pessoa que te prejudicou e explique qual é o problema.
  2. Se a pessoa não quiser ouvir você, convide mais algumas pessoas para ouvir e servir de testemunhas enquanto você expõe o problema.
  3. Se a pessoa ainda assim não quiser ouvir você, leve o seu problema à igreja.

Se os alunos utilizaram alguma dessas etapas para ajudar a resolver os problemas, convide-os a compartilhar suas experiências.

Cante “Deus perdoou meu pecado em nome de Jesus” ( CCS 627).

Faça as seguintes perguntas:

  • O que significa perdoar alguém? Você já perdoou alguém? Como se sentiu?
  • O que significa ser perdoado? Você já foi perdoado por algo que fez ou disse? Como se sentiu?

Participar

A passagem bíblica de hoje é uma parábola sobre o perdão. Peça aos alunos que se revezem na leitura de Mateus 18:21–35.

Explique que a parábola está repleta de hipérboles (exageros) que podem parecer chocantes ou irracionais para o leitor. Peça aos alunos que apontem exemplos de hipérboles (perdoar alguém 77 vezes; 10.000 talentos representam o salário de muitos anos; linguagem forte, como “escravo mau”; ser torturado por não pagar uma dívida)

Pergunte: “Por que você acha que foram usados exageros nessa parábola? O que esses exemplos nos dizem sobre o perdão de Deus?” (Ele não tem limites.)

Atividade opcional relacionada à história:

Reconte a história de Mateus 18:21–35 usando a seguinte lição com objetos. Observação: pratique a atividade antes de apresentá-la à turma.

  • Você vai precisar de três tigelas cheias de água, um potinho de pimenta e um frasco pequeno de detergente para louça.
  • Coloque as tigelas com água em um lugar onde todos possam ver.
  • Polvilhe um pouco de pimenta sobre a superfície da água na primeira tigela enquanto conta a história do servo que devia muito dinheiro. Diga que a pimenta representa todo o dinheiro que ele devia. Quando você contar que o rei perdoou a dívida, coloque uma gota de detergente no centro da tigela. (A pimenta vai correr para as bordas da tigela.) Explique que o servo agora não devia mais nada. O rei decidiu deixar a dívida de lado e perdoá-la. A dívida não era mais o que mais importava no relacionamento entre eles.
  • Polvilhe pimenta no centro da segunda tigela para representar a dívida que o segundo servo tinha com o primeiro. Conte como o servo exigiu o pagamento do outro homem, mesmo que ele lhe devesse apenas uma pequena quantia. O servo mais pobre não podia pagar, e o servo ingrato o puniu em vez de perdoar a dívida, porque amava o dinheiro mais do que as pessoas. (Não coloque o sabonete líquido nessa tigela.) Se não oferecermos perdão, permitimos que a dívida ofusque o relacionamento.
  • Polvilhe pimenta na terceira tigela. A pimenta representa as coisas que fazemos e que magoam os outros e a Deus. Assim como o rei, Deus está disposto a nos perdoar, não importa o que façamos ou quantas vezes precisemos ser perdoados.
  • Mas, às vezes, outras pessoas nos magoam. (Dê exemplos.) Se não as perdoarmos, nossos corações ficam presos a essas coisas e se enchem de raiva, e sofremos ainda mais por dentro. Deus quer que perdoemos os outros, assim como Ele nos perdoa. Coloque uma gota de detergente no centro da tigela. Quando perdoamos, a escuridão se afasta, e nossos corações podem se encher de paz.

Responder

Um dos Princípios Perenes da Comunidade de Cristo é a Graça e a Generosidade. O perdão de Deus, ou graça, não tem limites… seja como for! Deus é mais generoso do que podemos imaginar ao nos perdoar, e Deus quer que sejamos generosos ao perdoar os outros.

Leiam juntos e memorizem a seguinte afirmação:

A graça de Deus, revelada em Jesus Cristo, é generosa e incondicional.

Dê a cada aluno meia folha de papel e forneça giz de cera ou canetas hidrográficas. Peça que escrevam a frase acima e decorem ou ilustrem o que ela significa para eles.

Enviar

Convide os alunos a realizar o seguinte desafio prático:
Assim como Deus é generoso, eu perdoarei generosamente __________________________.

Abençoe

Encerremos lendo ou cantando “As God Is Joy” ( CCS 366).

Aula para crianças

Passagem bíblica em destaque

Mateus 18:21–35 

Foco da aula

Devemos perdoar os outros assim como Deus nos perdoa.  

Objetivos 

Os alunos irão… 

  • compartilhem exemplos de perdão. 
  • discutir o que a parábola nos ensina sobre o perdão de Deus e como devemos perdoar os outros. 
  • explore o Princípio Perene da Graça e da Generosidade. 

Materiais 

  • Bíblia ouBíblia de Histórias do Lecionário, Ano A, de Ralph Milton, ilustrada por Margaret Kyle (Wood Lake Publishing, 2007, ISBN 9781551455471) 
  • Comunidade de Cristo Canta(CCS
  • Opcional: três tigelas, um recipiente com pimenta-do-reino moída e detergente para louça 
  • Palitos de dente ou recipiente com vários itens pequenos 

Nota para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 18:21–35 no livroSermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento, p. 104, disponível pela Herald House. 

Reunir

Comece cantando “Deus Perdoou Meu Pecado em Nome de Jesus”,CCS627. 

Faça as seguintes perguntas às crianças: 

  • O que significa perdoar alguém? Você já perdoou alguém? Como se sentiu? 
  • O que significa ser perdoado? Você já foi perdoado por algo que fez ou disse? Como se sentiu? 

Participar

Pergunte:“Alguém sabe me dizer o que é uma parábola?” (uma história usada para ensinar uma lição

Diga:“A história bíblica de hoje é uma parábola sobre o perdão.” 

Com crianças mais velhas, leia Mateus 18:21–35. Explique que a parábola está repleta de hipérboles (exageros) que podem parecer chocantes ou irracionais para o leitor. Peça às crianças que apontem exemplos de hipérbole (perdoar alguém 77 vezes; 10.000 talentos representam o salário de muitos anos; linguagem forte, como “escravo mau”; ser torturado por não pagar uma dívida

Pergunte:“Por que vocês acham que foram usados exageros nessa parábola? O que esses exemplos nos dizem sobre o perdão de Deus?” (Ele não tem limites.) 

Com as crianças mais novas, leia “Over and Over and Over and Over”, da“Lectionary Story Bible”, Ano A, p. 205. Faça as seguintes perguntas: 

  • Quantas vezes disseram à Susanna para ajudar seu irmãozinho? (uma e outra e outra vez…
  • Como isso representa o perdão de Deus? (Deus nos perdoa repetidamente, repetidamente, repetidamente…
  • Alguém já te perdoou várias e várias vezes? Explica como você se sentiu. 
  • Quantas vezes devemos perdoar os outros? (uma e outra e outra vez…

Atividade opcional relacionada à história: 

Reconte a história de Mateus 18:21–35 usando a seguinte lição com objetos.Observação:pratique a atividade antes de apresentá-la à turma. 

  • Você vai precisar de três tigelas cheias de água, um potinho de pimenta e um frasco pequeno de detergente para louça. 
  • Coloque as tigelas com água sobre a mesa, onde todos possam ver. 
  • Polvilhe um pouco de pimenta sobre a superfície da água na primeira tigela enquanto conta a história do servo que devia muito dinheiro. Diga que a pimenta representa todo o dinheiro que ele devia. Quando você contar que o rei perdoou a dívida, coloque uma gota de detergente no centro da tigela. (A pimenta vai se espalhar para as bordas da tigela.) Explique que o servo agora não devia mais nada. O rei decidiu deixar a dívida de lado e perdoá-la. A dívida não era mais o que importava mais no relacionamento entre eles. 
  • Polvilhe pimenta na terceira tigela. A pimenta representa as coisas que fazemos e que magoam os outros e a Deus. Assim como o rei, Deus está disposto a nos perdoar, não importa o que façamos ou quantas vezes precisemos ser perdoados. 
  • Mas, às vezes, outras pessoas nos magoam. (Dê exemplos). Se não as perdoarmos, nossos corações ficam presos a essas coisas e se enchem de raiva, e sofremos ainda mais por dentro. Deus quer que perdoemos os outros, assim como Ele nos perdoa. Coloque uma gota de detergente no centro da tigela. Quando perdoamos, a escuridão se afasta, e nossos corações podem se encher de paz. 

Responder

Um dos Princípios Perenes da Comunidade de Cristo é a Graça e a Generosidade. Graça é ser perdoado mesmo quando não merecemos. A graça também nos liberta quando a oferecemos aos outros — guardar rancor é difícil e nos torna infelizes. O perdão de Deus, ou graça, não tem limites… seja como for! Deus é mais generoso do que podemos imaginar ao nos perdoar, e Deus quer que sejamos generosos ao perdoar os outros. 

Na parábola de hoje, Jesus disse que, como Deus nos perdoa, devemos perdoar os outros — não apenas sete vezes, mas 77 vezes. Em grego, 70 e sete eram números perfeitos, e essa parábola significa que devemos perdoar “sem contar”.  

Convide as crianças a se reunirem ao redor de uma mesa. Espalhe palitos de dente (aproximadamente 77) ou outros itens pequenos sobre a mesa. Comece a contar e, em seguida, demonstre frustração e desista. Pergunte se alguém consegue adivinhar quantos palitos de dente há. Explique que os palitos representam quantas vezes devemos perdoar os outros. Lembre-as de que Jesus quis dizer que devemos perdoar “sem contar”. Peça às crianças que formem um coração com os palitos de dente. Jesus nos prometeu que Deus também perdoa cada um de nós quando perdoamos nosso irmão ou nossa irmã “de coração”. 

Observação:O perdão é complicado. Perdoar não significa se colocar novamente na posição de ser magoado. De muitas maneiras, o perdão consiste em nos libertarmos da mágoa e da raiva. Permitir ou não que a pessoa que nos magoou volte a se aproximar é outro passo. O perdão é um passo em direção à reconciliação. 

Enviar

Leiam juntos e memorizem a seguinte frase. Ajude as crianças mais novas a entender todas as palavras e crie gestos (ou procure movimentos da linguagem de sinais na internet) para ajudá-las a lembrar das palavras. 

A graça de Deus(faça um gesto de cajado de pastor com o braço direito para representar “Deus”),revelada(levante a mão esquerda e aponte para a palma esquerda com o indicador direito)em Jesus Cristo(toque cada palma com o dedo médio da mão oposta),é generosa e incondicional(toque o coração com a mão direita e, em seguida, gire as mãos para a frente). 

Incentive cada criança a compartilhar essa mensagem com pelo menos duas outras pessoas hoje! 

Abençoe

Cante “Senhor, Quero Ser Cristão” (2ª estrofe… mais amoroso, 3ª estrofe… mais misericordioso, 4ª estrofe… como Jesus).  

Terça-feira de doações

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Este ano, cada doação para a Worldwide Mission Tithes será equiparada em até US$ 250.000. Sua generosidade ajuda a compartilhar esperança e paz com pessoas de todo o mundo.

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