João 14:1-14

34 minutos de leitura

Vivendo o Caminho

Quinto Domingo de Páscoa
Quando usar: 3 de maio de 2026
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Ferramentas de adoração

Esboço do culto 

Outras passagens bíblicas 

Salmo 31:1–5, 15–16; Atos 7:55–60; 1 Pedro 2:2–10  

Preparação

À medida que os fiéis entram no local de culto, entregue a cada um um recorte de papel em forma de pegada. 

Centro de Adoração 

Use tecidos de comprimentos e cores variados para criar caminhos que vão do altar até o espaço de culto. Coloque vários sapatos sobre os tecidos para representar diferentes trajetórias de vida. 

Prelúdio

 Boas-vindas e partilha de P. I. E. S. 

Peça aos participantes que compartilhem com as pessoas ao seu redor ou em pequenos grupos como estão se sentindo (P) fisicamente, (I) intelectualmente, (E) emocionalmente e (S) espiritualmente. 

Oração pela paz 

Acenda a vela da paz 

Faça uma oração pela paz em relação aos sentimentos expressos acima. 

Hino

“Quem é esse Jesus”CCS 38 

OU “Louvado seja o Deus vivo”CCS 8 

Invocação

Resposta

Leitura das Escrituras

João 14:1–14 

Momento de reflexão 

Peça aos participantes que reflitam sobre suas vidas e seu ministério. Explique-lhes que os caminhos de tecido e os sapatos simbolizam cada história única, e como cada um de nós se encontra em um ponto diferente de nossa jornada como discípulos. Ao final da meditação em silêncio, convide os participantes a deixarem suas pegadas em um dos caminhos que levam ao altar. 

Hino da Vocação 

“Decidi seguir Jesus”CCS 499 

Incentive os participantes a cantarem em idiomas diferentes do seu. 

OU “A Intimação”CCS 586 

Sermão 

Baseado em João 14:1–14 

Vídeo sobre prática espiritual

Durante a Páscoa, exiba este vídeo (com cerca de 4 minutos) como uma prática espiritual de reflexão durante a sua celebração. Ele nos convida a refletir sobre as seguintes perguntas: Que tipo de mundo vamos escolher? Como vamos viver?

https://www.youtube.com/watch?v=Vq9J8qqrGag

Sacramento da Ceia do Senhor

Convite à comunhão

Acesse o roteiro do Convite à Comunhão

Bênçãos e distribuição do pão e do vinho

A resposta generosa dos discípulos 

Leitura das Escrituras 

…viva cada dia em atitude de gratidão pelas muitas misericórdias e bênçãos que Deus lhe concede. 

—Alma 16:238, adaptado 

Vídeo: “Princípios da generosidade” de Shane Adams noYouTube 

Oração de Confissão 

Senhor, somos gratos pelas muitas bênçãos que recebemos. Recebemos o dom do amor, da aceitação e da partilha em nossas vidas. Confessamos que há momentos em que não compartilhamos com aqueles que mais precisam as riquezas que Tu nos concedeste gratuitamente. Sabemos que a tua voz nos chama, mas não a ouvimos. Dá-nos a coragem e a força para te ouvir e para encontrar maneiras de compartilhar o teu amor e a tua paz com os outros. Ajuda-nos a doar generosamente nossos recursos financeiros, nosso tempo ou nosso apoio amoroso. Viemos hoje com a disposição de servir-te e seguir-te, pois tu és o caminho, a verdade e a vida. Amém. 

Recebimento de dízimos para missões locais e mundiais 

Oração pela Missão 

Leiam em voz alta, todos juntos; imprimam ou projetem o texto, ou distribuam cartões com a Oração Missionária. Estes podem ser adquiridos na Herald HousePesquise “oração missionária”. 

Meu Deus, aonde o Teu Espírito nos guiará hoje?  

Ajuda-me a estar totalmente desperto e pronto para reagir. 

Dá-me coragem para arriscar algo novo  

e se torne uma bênção do seu amor e da sua paz.  

Amém.  

Hino de Compromisso 

“Cristo, Tu nos chamas a todos para o serviço”CCS 357 

OU “Ide, fazei discípulos de todas as nações”CCS 363 

Envio

Doutrina e Convênios 163:1–2 

Resposta

Posfácio 

Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos

Encontro

Bem-vindo

Hoje é o quinto domingo do tempo pascal. O tempo pascal dura 50 dias e termina no Dia de Pentecostes.

Oração pela Paz 

Toque o sino ou o carrilhão três vezes, lentamente.
Acenda a vela da paz.

Deus misericordioso e amigo querido,

Espalhe a sua paz por toda a criação em correntes fluidas de amor. Faça com que todos os que o buscam sintam a sua presença e sejam inspirados a realizar atos de paz ainda maiores em suas comunidades. Que eles conheçam a sua infinita ternura e amizade íntima à medida que buscam um conhecimento mais profundo de você. Leve a sua presença àqueles que lutam contra a solidão e a incerteza, para que possam compreender o seu desejo de estar com eles e se aproximarem de você com amor. Esteja com aqueles que se sentem fracos e inúteis, para que encontrem força em suas provações e a confiança para compartilhar essa força com os outros.

Acima de tudo, oramos para que a tua paz, o teu amor e a tua graça gravem em nossos corações o desejo de te servir. Ao sairmos deste lugar sagrado, que possamos levar a tua paz e o teu amor conosco para todos os cantos do mundo. Oramos em nome de Jesus, o nosso Senhor. Amém.

—Molly Bagley

Prática espiritual

Oração de Centramento

Leia o seguinte para o grupo:

Continuamos com o tempo da Páscoa e o tema da ressurreição. Durante a Oração Centrante, escolhemos uma palavra-chave. Sentamo-nos em silêncio, inspirando e expirando essa palavra. Para a oração de hoje, nossa palavra éLuz.

A oração centrada é uma forma de meditação praticada pelos cristãos para se sentarem em silêncio com Deus. Essa oração nos ajuda a sentir a presença de Deus dentro de nós. Neste Dia de Páscoa, vamos nos concentrar na palavraLuz.

Leia com calma as instruções a seguir:

Sente-se com a postura relaxada e os olhos fechados. Passaremos três minutos em oração de centragem. Respiraremos em um ritmo regular e natural. Ao inspirar e expirar, repita mentalmente a palavra“Luz”. Continue inspirando e expirando, concentrando-seapenas na sua palavra de oração.

Ao final dos três minutos, vou tocar um sino, e ficaremos sentados por dois minutos em silêncio, com os olhos fechados, ouvindo o silêncio.

Comecem a prática juntos, seguindo o exemplo da oração de centragem conforme indicado acima.

Diga: Preste atenção à sua respiração natural, inspirando e expirando. (Inspire e expire algumas vezes.)

Diga: Agora, acrescente em silêncio a sua palavra de oração. (Demonstre inspirar e dizer baixinho“Luz”. Expire e diga“Luz” baixinho. Continue a oração de centragem em silêncio. Pare de dizer a palavra de oração em voz alta depois de demonstrá-la pela primeira vez.)

Após três minutos, toque um sinal sonoro.

Fique sentado em silêncio por dois minutos.

Quando o tempo acabar, compartilhe estas instruções finais: em silêncio, dirija uma breve palavra de agradecimento a Deus, respire fundo e abra os olhos quando estiver pronto.

Quando todos abrirem os olhos, compartilhe o seguinte: eu os encorajo a praticar essa atividade espiritual em casa durante a semana.

Compartilhando à mesa

João 14:1–14 NRSVue

“Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. Na casa do meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu lhes teria dito que vou preparar um lugar para vocês? E, se eu for e preparar um lugar para vocês, voltarei e os levarei para mim, para que, onde eu estiver, vocês também estejam. E vocês conhecem o caminho para o lugar aonde vou.” Tomé disse-lhe: “Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” Jesus disse-lhe: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se me conhecem, conhecerão também meu Pai. A partir de agora, vocês o conhecem e o viram.”

Filipe disse-lhe: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos bastará.” Jesus respondeu-lhe: “Filipe, estou convosco há tanto tempo e ainda não me conheces? Quem me vê, vê o Pai. Como podes dizer: ‘Mostra-nos o Pai’? Não acreditas que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as falo por mim mesmo, mas o Pai, que habita em mim, é quem realiza as suas obras. Acredita em mim, que eu estou no Pai e o Pai está em mim; mas, se não acreditas, acredita por causa das próprias obras. Em verdade vos digo: quem crê em mim também fará as obras que eu faço e, na verdade, fará obras maiores do que estas, porque eu vou para o Pai. Tudo o que pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.

Esta passagem das Escrituras faz parte do que é conhecido como o Discurso de Despedida. Jesus fala sobre sua partida, consola seus seguidores, traça o futuro deles e promete voltar. A cena se passa durante a Última Ceia. Jesus lhes dirige palavras de encorajamento ao dizer: “Não se turbe o vosso coração” (v. 1) e os exorta a acreditar em Deus e nele mesmo. Ele lhes garante que irá preparar um lugar para eles na casa do Pai, um lugar metafórico de permanência para uma presença permanente e íntima com Deus. Embora não possam segui-lo agora, os discípulos terão um relacionamento contínuo com Jesus. Sua partida, em última análise, não deve ser motivo de tristeza. Pelo contrário, esta é uma ocasião para receber conforto e confiança, pois para onde Jesus for, nós também iremos (v. 3).

A passagem traz palavras de consolo e esclarecimento sobre o que está por vir. Apesar do tempo que passaram com Jesus, os discípulos demonstram uma compreensão ainda imatura da mensagem, da visão e da missão de Jesus. Eles foram ensinados que conhecer Jesus é conhecer o Pai. Mesmo assim, Filipe pede a Jesus que lhe mostre o Pai, revelando uma falta de fé e confiança nos ensinamentos de Jesus, mesmo depois de Jesus ter acabado de proclamar: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.  Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (v. 6), o que claramente aponta para a unidade de Deus e Jesus.

“O caminho” leva a algum lugar. A fé e a confiança na mensagem de Jesus conduzem ao Pai. Um ponto central desta passagem é que Jesus é a expressão/revelação terrena de Deus e que, ao conhecermos Jesus, conhecemos Deus, o que nos dá a oportunidade de viver um relacionamento íntimo com o Divino.

Os discípulos, sucessores contemporâneos e futuros de Jesus, são encarregados de agir em nome de Jesus e de continuar o ministério com fidelidade, realizando obras maiores do que as que Jesus realizou. Jesus apresenta a visão de seguidores guiados e inspirados pelo Espírito Santo ao longo dos tempos que estão por vir. O ministério e a mensagem de Jesus, compartilhados por muitos, trarão uma transformação muito maior do que aquela que Jesus poderia realizar sozinho.

Perguntas

  1. O que está perturbando o coração dos discípulos e como eles podem se livrar dessa tristeza?
  2. Em que momentos você se sentiu inseguro como discípulo ou ministro? De que maneiras você recebeu consolo e encorajamento?
  3. O que significa para você viver em comunhão com o Divino?
  4. Por que você acha que os primeiros cristãos se autodenominavam seguidores de “o Caminho”?

Enviando

Declaração de generosidade

Os discípulos fiéis respondem à crescente consciência da generosidade abundante de Deus compartilhando de acordo com os desejos de seus corações; não por mandamento ou por obrigação.

—Doutrina e Convênios 163:9

A cesta de ofertas está à disposição caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua resposta generosa. Esta oração de oferta é uma adaptação de *A Resposta Generosa do Discípulo*:

Deus da alegria, partilhamos com o coração cheio de alegria, em resposta à presença do Teu Filho. Que as oferendas que partilhamos tragam alegria, esperança, amor e paz à vida dos outros, para que possam experimentar a Tua misericórdia e graça. Amém.

Convite para a próxima reunião 

Hino de encerramento

CCS230, “Vem a mim, ó viajante cansado”

Oração de encerramento


Opções adicionais, dependendo do grupo

Sacramento da Ceia do Senhor

Escritura da Comunhão

Escolha uma passagem para ler entre as seguintes: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.

Declaração sobre a comunhão

Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual recordamos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivemos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou complementares dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.

Nesta época da Páscoa, vamos vivenciar o Cristo ressuscitado. Que possamos receber a Comunhão como uma expressão de bênção, cura, paz e comunhão. Como preparação, vamos cantar uma música dolivro “Community of Christ Sings”(escolha uma):

  • CCS515, “Nestes momentos, nós nos lembramos”
  • CCS516, “Reunindo-nos em torno do vinho e do pão”
  • CCS521, “Vamos Partir o Pão Juntos”
  • CCS525, “A Mesa é Pequena”
  • CCS528, “Coma Este Pão”

Abençoar e distribuir o pão e o vinho. 

Reflexões para as crianças

Materiais: uma cesta com pedras de tamanho médio nas quais estão escritas as palavras “alegria”, “esperança”, “amor” ou “paz” com caneta permanente

O que podemos dizer sobre uma pedra? Como a descreveríamos? (sólida, difícil de quebrar, resistente, dá para carregá-la, por isso está sempre com você)

O autor do Salmo 31 chama Deus de “minha rocha”. Em que sentido Deus é como uma rocha? (Deus é forte e está sempre conosco.)

Com o que mais podemos comparar Deus? Deus é como:luz, amor, amigo (incentive as crianças a completarem a frase).

Hoje temos pedras com palavras como alegria, esperança, paz e amor escritas nelas. Cada um de vocês pode escolher uma pedra. Passem a cesta pelo grupo para que todos recebam uma pedra. As pedras são lembranças de que Deus é forte e está sempre conosco. Deus é a nossa rocha de alegria, esperança, amor e paz.

Peça às crianças que distribuam pedras. Fique de olho para garantir que todos recebam uma.

Recursos para sermões

Explorando as Escrituras

Esta passagem das Escrituras marca o início do que é conhecido como o “discurso de despedida” no Evangelho de João. Aqui, Jesus prepara e fortalece os discípulos para que continuem a exercer o ministério com fidelidade quando ele já não estiver fisicamente presente entre eles. Jesus oferece segurança aos discípulos e descreve o que irá acontecer de uma forma que visa ser reconfortante e encorajadora. Ele os encarrega de agir em seu nome. Jesus fala da casa de seu Pai e diz aos discípulos que preparará um lugar para eles lá. Isso deve ser entendido metaforicamente, e não literalmente. Falar em ir para a “casa de meu Pai” é uma forma de afirmar que Jesus tem um relacionamento próximo e íntimo com Deus. Ao preparar lugares para os discípulos, Jesus está dizendo a eles que também são convidados a um relacionamento íntimo com Deus e a participar da hospitalidade infinita de Deus.

Quando Jesus diz aos discípulos que eles conhecem o caminho para esse tipo de relacionamento, eles têm dificuldade em compreender. Na verdade, assim como muitos discípulos hoje, eles interpretam as palavras de Jesus literalmente, em vez de entender que Ele está falando simbolicamente. Proclamar “Eu sou o caminho” é dizer: “Eu sou o exemplo de como é uma vida vivida em íntimo relacionamento com Deus”. Jesus está falando de um modo de vida que leva à realização dos propósitos de Deus e, dessa forma, glorifica a Deus. Os discípulos são convidados a seguir esse modo de vida.

Um ponto central do Evangelho de João é que Jesus é a expressão terrena de Deus. Ao conhecer Jesus, conhecemos Deus. Em Jesus, temos a oportunidade de vivenciar um relacionamento íntimo com o divino, mesmo com aqueles de outras comunidades religiosas. Deus reconcilia todas as pessoas à sua maneira e de acordo com os seus propósitos divinos. João está simplesmente escrevendo através de sua própria perspectiva, a perspectiva de um seguidor de Jesus. João está expondo uma compreensão do relacionamento divino que é uma verdade única para a comunidade cristã primitiva. João não está escrevendo um comentário sobre outras tradições religiosas. Ele está apresentando princípios e entendimentos centrais para que os cristãos possam reivindicar sua nova identidade em Cristo e compreender melhor seu relacionamento com Deus.

Os versículos finais do texto de hoje contêm uma promessa de Jesus àqueles que o seguem. Eles são encarregados de realizar “obras ainda maiores” do que as que Jesus realizou. No entanto, isso não significa que os discípulos realizarão feitos melhores ou mais milagrosos do que Jesus. Uma interpretação mais próxima do texto original seria que os discípulos realizariammuito maisobras do que Jesus sozinho poderia fazer. Em outras palavras, à medida que mais discípulos levarem adiante o ministério e a mensagem de Jesus, o efeito na vida das pessoas será ampliado (maior).

Os discípulos são sempre lembrados de exercer esse ministério em nome de Jesus. Pedir em nome de Jesus é mais do que apenas concluir uma oração “em nome de Jesus”. Pedir em nome de Jesus é oferecer orações e ministério que estejam em consonância com a vontade e os propósitos de Jesus. Na Comunidade de Cristo, poderíamos dizer que é exercer um ministério alinhado com a missão de Cristo.

A vida como discípulo tem seu fundamento em Deus por meio de Jesus Cristo. Por meio desse relacionamento, os cristãos são fortalecidos para exercer o ministério em nome de Jesus. Esse ministério é aberto a todas as pessoas e cumpre o propósito divino por meio da missão de Cristo no mundo.

Ideias centrais

  1. Viver na casa de Deus é receber a hospitalidade de Deus e estar em comunhão com Ele.
  2. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” trata de viver em íntima relação com o Divino por meio de Jesus Cristo, e não de chegar a um destino.
  3. Os discípulos são preparados para uma vida de ministério fiel e poderoso que encarna a missão de Cristo.

Perguntas para o orador

  1. Você já se sentiu inseguro em sua vida como discípulo ou ministro? De que maneiras você recebeu consolo e encorajamento?
  2. O que significa para você viver em comunhão com o Divino?
  3. No mundo de hoje, existe frequentemente uma divisão prejudicial entre o cristianismo e outras comunidades religiosas. Como essa passagem das Escrituras poderia ser usada para promover a construção de pontes, o diálogo respeitoso e relacionamentos saudáveis?
  4. Os crentes são chamados a servir de maneiras que reflitam o ministério de Jesus. Como isso tem se manifestado na sua vida?

Aulas

Aula para adultos

Passagem bíblica em destaque

João 14:1–14

Foco da aula

Jesus representa um modo de vida para os discípulos em relação a Deus e aos outros na missão de Cristo.

Objetivos

Os alunos irão…

  • discutir os temas abordados em João 14:1–14.
  • explorar toda a missão de Jesus Cristo.
  • responder de novas maneiras à missão de Cristo.

Materiais

  • Bíblia
  • A Comunidade de Cristo Canta(CCS)

Nota aos professores

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre João 14:1–14 no livroSermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento, pp. 69–70, disponível pela Herald House.

Reunir

Ativa os conhecimentos prévios, prepara e motiva para a aula (15% do tempo total da aula)

Compartilhem, em grupos de dois ou três pessoas, ou em um grupo maior, suas respostas às perguntas a seguir.

  • O que as palavras de Jesus “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” significam para você?
  • O que moldou a sua compreensão dessas palavras?

Interaja

Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)

As palavras de Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, fazem parte da passagem de hoje, que marca o início do que é conhecido como o “discurso de despedida” no Evangelho de João (Sermão e Auxílios para a Aula, Ano A: Novo Testamento, p. 69). Na passagem de hoje, os discípulos daquela época e os de hoje encontram palavras de consolo, bem como palavras de missão.

Leia João 14:1–14 e discuta os temas a seguir. Vocês podem optar por formar quatro grupos menores para discutir cada tema e compartilhar ideias, ou discutir todos juntos em um grupo maior.

  1. “Na casa do meu Pai há muitas moradas.”

A palavra para “casa” é mais bem traduzida como “lar” ou “família”, e não como “edifício”. “Muitas moradas” indica espaço para todos, judeus e gentios.

  • Como isso tem sido representado, literalmente, nas crenças cristãs?
  • Qual é o significado da hospitalidade de Deus quando esta é entendida como metáfora?
  • Qual é o convite feito aos discípulos e às comunidades nesta passagem?

2. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chega ao Pai, a não ser por mim.”

De acordo com a teologia de João, Jesus representa Deus. A resposta de Jesus à pergunta de Tomé não deve ser entendida como um exclusivismo cristão, segundo o qual os crentes de outras religiões estariam condenados. Trata-se, ao contrário, da boa nova de que todos têm acesso ao único Deus, graças ao que Deus fez e revelou em Jesus Cristo.

  • De que forma essa passagem tem sido mal interpretada nas crenças e práticas cristãs?
  • De que maneiras essa passagem confirma ou desafia a sua compreensão sobre quem é Jesus?
  • Qual é o convite feito aos discípulos e às comunidades nesta passagem?

3. “Quem me vê, vê o Pai.”

O pedido de Filipe a Jesus mostra como os discípulos continuam a interpretar as palavras de Jesus de forma literal e mundana. A resposta de Jesus a Filipe reafirma, mais uma vez, a teologia de João sobre a unidade de Jesus com Deus.

  • O que essa passagem revela sobre a natureza de Deus?
  • De que forma isso confirma ou desafia a sua compreensão sobre quem é Jesus?
  • Qual é o convite feito aos discípulos e às comunidades nesta passagem?

4. “…[A]quele que crer em mim… fará obras maiores do que estas…”

Esta é uma mensagem de esperança dirigida aos ouvintes de João na Igreja primitiva. É um prelúdio para a passagem seguinte, que fala da obra do Espírito Santo. Trata-se tanto de uma declaração de missão aos discípulos enquanto estiverem na Terra quanto de um convite à promessa da vida eterna.

  • Quais são algumas das “obras maiores” da igreja, tanto naquela época quanto hoje?
  • O que essa passagem revela sobre a missão de Cristo?
  • Qual é o convite feito aos discípulos e às comunidades nesta passagem?

Responder

Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)

A missão de Cristo é a nossa missão

O reino estava presente no ministério de Jesus, conforme descrito no Evangelho de João. Os primeiros crentes deram continuidade à missão de Cristo proclamando o Cristo Vivo, convidando todas as pessoas a fazer parte da comunidade, valorizando a dignidade de cada indivíduo, atendendo às suas necessidades com generosidade e compaixão e buscando justiça e paz para todos.

Nosso chamado é recuperar essa mesma visão e paixão pela missão de Jesus Cristo hoje, por meio de cinco Iniciativas Missionárias que transformam vidas, transformam a igreja e transformam o mundo:

  • Convidar as pessoas a CristoA missão evangelizadora de Cristo
  • Acabar com a pobreza, pôr fim ao sofrimentoa missão de compaixão de Cristo
  • Buscar a paz na Terraa missão de Cristo pela justiça e pela paz
  • Formar discípulos para servirCapacitar pessoas para a missão de Cristo
  • Conheça as Congregações em MissãoCapacitar as congregações para a missão de Cristo

Seremos um povo profético, caracterizado por uma devoção extraordinária à compaixão e à paz de Deus reveladas em Jesus Cristo!

—“Compartilhamos uma Missão”,Compartilhando na Comunidade de Cristo, 4ª edição, pp. 22-23

Discuta:

  • De que forma as Iniciativas Missionárias têm articulado uma nova maneira de ser como discípulos? Como congregação ou comunidade? Como igreja?
  • Que novos ministérios paroquiais surgiram com a adoção das Iniciativas Missionárias?
  • Como você pode repensar velhas formas de ser (velhos hábitos ou velhas formas de viver a igreja) para ampliar a sua capacidade, ou a capacidade da sua congregação, de responder à missão de Cristo?

Enviar

Explora como a aula pode ser conduzida (10% do tempo da aula)

Incorpore a Oração da Missão à sua prática espiritual pessoal ao longo da(s) próxima(s) semana(s). Preste atenção à forma como você responde, de maneiras novas, às seguintes perguntas.

  • Como o Espírito Santo está chamando você para novas oportunidades na missão de Cristo?
  • Com quem você é chamado a compartilhar o amor e a paz de Cristo?
  • O que você precisa abrir mão ou assumir para responder à missão de Jesus Cristo em sua totalidade?

Abençoe

Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)

Recitem juntos a Oração da Missão:

Deus, aonde o Teu Espírito me conduzirá hoje?
Ajuda-me a estar plenamente desperto e pronto para responder.
Concede-me coragem para arriscar algo novo
e tornar-me uma bênção do Teu amor e da Tua paz.
Amém.

Aula para jovens

Passagem bíblica em destaque

João 14:1–14 

Foco da aula

Viver na casa de Deus é receber o amor de Deus e compartilhar esse amor com os outros. 

Objetivos 

Os alunos irão… 

  • ouça a história de Jesus falando aos seus discípulos sobre preparar um lugar para eles na casa de Deus. 
  • Entendamos que Jesus nos pede para fazer o que Ele fez. 
  • descobrimos que podemos fazer o que Jesus fez quando compartilhamos a Resposta Generosa do Discípulo. 

Materiais 

  • Bíblia 
  • Compartilhando na Comunidade de Cristo, 4ª edição, Herald House, 2018 
  • Revistas de decoração (opcional) 
  • Acesso à Internet (opcional) 
  • Papel de flipchart e canetas hidrográficas 
  • Materiais para os sacos de maná (Veja a lista na seção “Enviar”.) 

Nota para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre João 14:1–14 no livroSermon & Class Helps, Ano B: Novo Testamento(com ênfase no Evangelho segundo Mateus), pp. 69–70, disponível pela Herald House. 

Reunir

Ativa os conhecimentos prévios, prepara e motiva para a aula (15% do tempo total da aula)

Peça aos membros do grupo que descrevam a “casa dos seus sonhos” e procurem fotos em revistas ou em seus celulares que mostrem como essa casa poderia ser. Compartilhem-nas com a turma.  

Em seguida, peça que reflitam e pesquisem como seriam as casas em outros lugares do mundo. Peça que compartilhem o que descobrirem ou o que sabem sobre o padrão de vida em outros países. 

Pergunte:O que as pessoas de outros lugares considerariam uma “casa dos sonhos”? 

Interaja

Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)

Às vezes, quando estudamos as escrituras, tendemos a prestar atenção às partes da história que fazem sentido concreto para nós e nos lembramos apenas de fragmentos do quadro completo apresentado pelo texto. A passagem de hoje é uma daquelas em que é fácil concentrar-se no aspecto concreto. Ela contém referências à “casa de meu Pai”, a “muitas moradas” (traduzidas na Versão King James como mansões) e ao “lugar para onde vou”. Como veremos, essas imagens confundiram os discípulos. 

Leia em voz alta João 14:1–4. 

A história começa com o uso do adjetivo “angustiado”. Essa palavra se refere à agitação e à inquietação de Jesus diante da morte, e não à tristeza pessoal dos discípulos diante de sua execução. Eles são encorajados a permanecer firmes após a partida dele. Jesus os encoraja a acreditar e lhes promete seu cuidado. 

  • Peça aos alunos que apresentem interpretações literais dos versículos 2 a 4, inserindo imagens de mansões, portões dourados e outros exemplos de grande riqueza e opulência. 

Analise a declaração da Comunidade de Cristo intitulada “As Escrituras na Comunidade de Cristo” (Compartilhando na Comunidade de Cristo, 4ª edição, pp. 63–67), com foco nas Afirmações 5, 6 e 7. 

Afirmação 5 

A Escritura é vital e essencial para a igreja, mas não porque seja infalível (no sentido de que cada detalhe seja historicamente ou cientificamente correto). A própria Escritura não faz tal afirmação. Em vez disso, gerações de cristãos têm considerado a Escritura simplesmente digna de confiança por mantê-los firmados na revelação, por promover a fé em Cristo e por alimentar a vida de discipulado. Para esses fins, a Escritura é infalivelmente confiável (2 Timóteo 3:16–17). 

Afirmação 6 

A fé, a experiência, a tradição e o estudo acadêmico têm, cada um à sua maneira, algo a contribuir para a nossa compreensão das Escrituras. Ao se empenhar em ouvir e responder ao testemunho das Escrituras, a Igreja deve valorizar a luz que cada uma dessas fontes pode oferecer. 

Afirmação 7 

Ao procurar interpretar as Escrituras com responsabilidade, a Igreja busca a ajuda do Espírito Santo. Jesus prometeu que o Espírito guiaria seus discípulos a novas verdades (João 16:12–15). Pelo Espírito, as antigas palavras das Escrituras podem se tornar reveladoras, permitindo-nos compreender o que talvez não tivéssemos visto ou ouvido antes. 

Os estudiosos afirmam que, para a interpretação das palavras de Jesus, é fundamental que a expressão “a casa do meu Pai” não seja considerada sinônimo de céu. Em vez disso, ela deve ser interpretada no contexto da habitação mútua entre Deus e Jesus. O Evangelho de João menciona repetidamente que Deus está em Jesus e Jesus está em Deus, residindo um no outro. Essa ideia de localização é um símbolo de relação. 

  • De que forma o fato de entender a “casa do meu Pai” como um relacionamento muda a sua compreensão da passagem bíblica? 

Peça aos alunos que leiam em voz alta João 14:5–7. 

A resposta de Jesus a Tomé, “Ninguém vem ao Pai, senão por mim”, é por vezes usada para excluir outras religiões do mundo e pode parecer tacanha em nosso mundo diversificado. No contexto do autor do Evangelho de João, trata-se de uma afirmação alegre da comunidade cristã sobre Deus, a quem eles passaram a conhecer na vida e na morte de Jesus. O autor do Evangelho de João não se preocupa com questões de quem está certo ou errado, nem com os méritos das diferentes crenças religiosas. 

O autor está expressando a compreensão particular que a comunidade tem de si mesma: “É isso que somos. Somos as pessoas que acreditam no Deus que se nos revelou de forma decisiva em Jesus Cristo.” 

Peça a um aluno que leia em voz alta João 14:8–14. 

  • Como Jesus deve ter se sentido em relação à resposta de Filipe? 
  • Descreva o que você entende da resposta de Jesus. 

Responder

Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)

Jesus diz: “Quem me vê, vê o Pai”. O que sabemos sobre Deus por conhecermos Jesus? Que atitudes Jesus teve que nos mostram como Deus é? Que palavras Jesus compartilhou que nos mostram como Deus é? Anote as respostas da turma em um cartaz. 

  • Como podemos fazer o mesmo tipo de coisas que Jesus fez? 
  • Que medidas concretas podemos tomar esta semana para nos tornarmos mais semelhantes a Jesus? 
  • Como turma, o que podemos fazer juntos para sermos mais parecidos com Jesus? 

O que fazemos para viver como Jesus é a resposta generosa de um discípulo. O discipulado é um compromisso para toda a vida que assumimos voluntariamente em resposta à maravilhosa generosidade de Deus. Os discípulos dão importância a compartilhar generosamente seu tempo, talento, recursos e testemunho, para que outros conheçam Jesus e sejam convidados a entrar em um relacionamento com Ele. Viver como Jesus e compartilhar o amor de Deus com os outros nos desafia a colocar em prática as ideias que listamos no quadro. 

Enviar

Explora como a aula pode ser conduzida (10% do tempo da aula)

Mochilas Manna

Imprima os modelos de sacolas de maná ou copie as instruções para que os alunos preparem em casa

Os “Manna Bags” (também conhecidos como “Blessing Bags”) são uma forma de responder com compaixão às pessoas que você encontrar e que pedirem comida ou dinheiro. Prepare um saco (ou vários sacos) para guardar no carro, na mochila etc. Demonstre gentileza conversando com a pessoa a quem você entregar o “Manna Bag”. Pergunte o nome dela. Tenha em mente o conselho de Doutrina e Convênios 163:4a ao responder a pedidos de comida ou dinheiro com uma Bolsa de Manna: 

Deus, o Criador Eterno, chora pelos pobres, deslocados, maltratados e doentes do mundo por causa de seu sofrimento desnecessário. Tais condições não são a vontade de Deus… Não se afaste deles. Pois no bem-estar deles reside o seu bem-estar.

Use sacos plásticos do tamanho de um galão ou pequenas sacolas reutilizáveis. Encha cada saco com qualquer um dos itens listados abaixo: 

  •  Meias 
  • Água engarrafada 
  • Atum ou frango enlatado — com tampa de abrir (inclua uma colher ou um garfo) 
  • Sacos de amendoim, sementes de girassol e mistura de nozes 
  • Caixinhas de passas 
  • Barras de granola/cereais 
  • Pacotes de biscoitos embalados 
  • Copos de frutas — com tampa de abrir (incluindo colher ou garfo) 
  • Doces duros ou balas de menta 
  • Embalagem de toalhinhas em tamanho de viagem 
  • Desinfetante para as mãos 
  • Escova de dentes/pasta de dentes 
  • Outros produtos de higiene pessoal em tamanho de viagem 

Não inclua produtos caseiros, itens que precisem de refrigeração, produtos sem embalagem, chocolate, frutas frescas, refrigerantes, bebidas em embalagens de plástico, garrafas com tampa de pressão, garrafas de vidro, dinheiro, cigarros ou qualquer item com a embalagem rasgada ou cujo prazo de validade tenha expirado. 

Inclua uma mensagem de incentivo. As mensagens podem incluir os dados de contato da congregação e uma breve mensagem de apoio e carinho. Não assine com o nome completo nem inclua informações pessoais. 

Abençoe

Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)

Peça a um aluno que encerre com uma oração, lembrando que Deus ama todas as pessoas e tem espaço para cada um de nós. 

Aula para crianças

Passagem bíblica em destaque

João 14:1–14

Foco da aula

Viver na casa de Deus é receber o amor de Deus e compartilhar esse amor com os outros. 

Objetivos

Os alunos irão…

  • ouça a história de Jesus falando aos seus discípulos sobre preparar um lugar para eles na casa de Deus.
  • Entendamos que Jesus nos pede para fazer o que Ele fez, incluindo reconhecer o valor de todas as pessoas.
  • descobrimos que podemos fazer o que Jesus fez quando compartilhamos a Resposta Generosa do Discípulo.

Materiais

  • Bíblia ouBíblia de Histórias do Lecionário, Ano A, de Ralph Wilton, ilustrada por Margaret Kyle (Wood Lake Publishing, 2007, ISBN 9781551455471)
  • Uma folha de papel para cada criança
  • Giz de cera, canetas hidrográficas ou lápis
  • Envelope de oferta 
  • Opcional: lençóis ou cobertores para usar como cobertura e criar um abrigo ou uma pequena barraca
  • Opcional:Houses and Homes, de Ann Morris, ISBN 9780688135782, Harper Collins Publishers
  • Opcional: materiais para os “Sacos de Manna” (Consulte o folheto sobre os “Sacos de Manna” no final da aula.)
  • Opcional: uma cópia do folheto “Manna Bag” para cada criança

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre João 14:1–14 no livroSermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento, pp. 69–70, disponível pela Herald House.

Reunir

Ativa os conhecimentos prévios, prepara e motiva para a aula (15% do tempo total da aula)

Quando as crianças entrarem na sala de aula, peça que façam um desenho simples do lugar onde moram. Quantos cômodos tem a casa? Peça às crianças que identifiquem os cômodos. Se houver mais de um cômodo, peça que escrevam ou desenhem quem dorme em cada um deles. Se a casa tiver apenas um cômodo, desenhem ou escrevam onde cada pessoa dorme.

Nota

Se esse for um assunto delicado em determinadas circunstâncias, traga exemplos de diferentes tipos de moradia de várias partes do mundo e converse sobre onde as pessoas costumam dormir.

Digam:Na passagem bíblica de hoje, vamos falar sobre o que significa viver na casa de Deus.

Interaja

Incentiva a exploração e a interação (35% do tempo da aula)

Opcional

Coloque lençóis ou cobertores sobre cadeiras ou prateleiras (ou, ao ar livre, sobre galhos de árvores) para criar um abrigo. Convide as crianças a se sentarem no abrigo para ouvir a história.

Leiaa Bíblia com Histórias do Lecionário, Ano A, pp. 110–111. (Casoa Bíblia com Histórias do Lecionárionão esteja disponível, leia a passagem bíblica em destaque: João 14:1–14.)

Nota para o professor

Jesus fala da casa de seu Pai e diz aos discípulos que lhes preparará um lugar ali. Isso deve ser entendido metaforicamente, e não literalmente. Falar em ir para a “casa de meu Pai” é uma forma de afirmar que Jesus mantém uma relação próxima e íntima com Deus. Ao preparar lugares para os discípulos, Jesus está lhes dizendo que também eles são convidados a uma relação íntima com Deus e a participar da hospitalidade infinita de Deus. (Sermão e Auxílios para a Aula, Ano A: Novo Testamento, p. 69)

Diga:Os discípulos de Jesus estavam confusos sobre o que Jesus estava tentando lhes dizer. Jesus não estava se referindo à casa de Deus como um lugar físico para onde iria. Ele explicou aos discípulos que se referia ao seu relacionamento com Deus e que o amor de Deus abrange todas as pessoas. Quando conhecemos Jesus, conhecemos Deus. Quando conhecemos Jesus, trataremos as pessoas da mesma forma que Jesus as tratava. Quando conhecemos Jesus, faremos as mesmas coisas que Jesus fez!

  • Que coisas você consegue lembrar que Jesus fez? (alimentou as pessoas, amou as pessoas, defendeu as pessoas, curou as pessoas)

Responder

Leva os alunos da compreensão auditiva à prática (35% do tempo da aula)

Jesus disse que a casa de Deus tem muitas moradas. Já estamos vivendo na casa do amor de Deus. E o amor de Deus abrange a todos! Todos têm direito ao amor e a um lugar seguro para viver. Jesus também disse que faremos o mesmo tipo de coisas que Ele fez.

  • Como podemos fazer o mesmo tipo de coisas que Jesus fez?
  • Como podemos tratar as pessoas com amor e respeito?
  • Como podemos ajudar as pessoas que precisam de amor, comida ou um lugar seguro para morar?

Também fazemos o que Jesus fez quando compartilhamos nossa “Resposta Generosa do Discípulo”. Ao doarmos dinheiro para os dízimos da Missão Local e Mundial, apoiamos os ministérios locais (mencione aqueles que sua congregação apoia) e os ministérios em todo o mundo. Mostre às crianças um envelope de oferta e indique as categorias para os dízimos da missão local e mundial. Pergunte às crianças se elas têm envelopes de oferta. (Se as crianças não tiverem envelopes de oferta, peça ao responsável financeiro da congregação que forneça um para cada criança.)

Você também pode falar às crianças sobre as filiais da Comunidade de Cristo e as organizações e ministérios associados que estão atuando em diversos lugares para “fazer o que Jesus fez”, como a Outreach International, a HealthEd Connect e os ministérios das congregações ou dos centros missionários.

Informe as crianças se a sua congregação está patrocinando um projeto ou se recebe regularmente doações para um desses ministérios. Se houver um local na igreja onde as doações são recebidas ou onde o projeto é documentado com uma foto ou outras informações, dê uma volta para mostrar às crianças o que a congregação está fazendo.

Nota para o professor:Para obter mais informações sobre essas organizações, acesse seus sites:

Outreach International

HealthEd Connect

Opcional

Leia*Houses and Homes*, de Ann Morris. Converse com as crianças sobre como as pessoas em todo o mundo vivem em diferentes tipos de moradias, mas todas precisam de um lugar seguro para morar.

Opcional

Mochilas Manna

Se você mora em uma região onde pessoas em situação de rua abordam pedindo dinheiro ou comida, ajude as crianças a montar os “Manna Bags” como uma forma de responder com amor e compaixão (na companhia de um adulto). Se não for viável reunir os materiais para os “Manna Bags”, entregue às crianças um saco com as instruções dentro, como um projeto para as famílias realizarem juntas em casa. Copie o folheto no final da aula para enviar com as crianças.

Aprofundando: Explore o valor intrínseco de todas as pessoas

  • Deus considera que todas as pessoas têm um valor inestimável e igual.
  • Deus deseja que todas as pessoas experimentem a plenitude do corpo, da mente, do espírito e dos relacionamentos.
  • Buscamos defender e restaurar o valor de todas as pessoas, tanto individualmente quanto em comunidade, desafiando os sistemas injustos que menosprezam a dignidade humana.
  • Juntamente com Jesus Cristo, levamos boas novas aos pobres, aos doentes, aos cativos e aos oprimidos.

“A integridade do corpo, da mente, do espírito e dos relacionamentos” inclui o direito de todas as pessoas a terem um lugar seguro para morar, comida suficiente para comer e pessoas que as amem.

Pergunte às crianças se elas conseguem pensar em situações em que as pessoas não são tratadas com justiça ou não são valorizadas (situações na escola, questões locais ou globais das quais tenham ouvido falar no noticiário). O que significaria para cada um de nós “unir-nos a Jesus Cristo para levar a boa nova”?

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Jogo do Igual e do Diferente

Jogue um jogo para ajudar as crianças a refletir sobre como as pessoas são iguais e diferentes. Mesmo tendo diferenças, todos temos valor aos olhos de Deus e podemos tratar uns aos outros com amor e respeito.

Faça uma afirmação e peça às crianças que se levantem se ela se aplicar a elas. Após cada série de afirmações, reitere: “Somos iguais e somos diferentes. Todos nós temos valor.”

Exemplos:

  • Levante-se se você for uma pessoa. 
  • Levante-se se você for alto. Levante-se se você for baixo.
  • Levante-se se você tiver olhos. Levante-se se seus olhos forem (cite várias cores).
  • Levante-se se você tiver pele. Levante-se se a sua pele for (variante — cor, sardas, marcas de nascença, etc.).
  • Levante-se se você já fez aniversário. Levante-se se você tem (idade) anos.

Depois de jogar, peça às crianças que deem sugestões ou ajude-as a pensar em maneiras pelas quais as pessoas ao redor do mundo são parecidas e diferentes (vivem em países diferentes, praticam religiões diferentes, comem alimentos diferentes, moram em tipos diferentes de casas, usam roupas diferentes).

Reafirme: todas as pessoas têm valor. O amor de Deus tem espaço para todos.

Abençoe

Momento de oração, louvor, bênção e esperança (5% do tempo da aula)

Cantem a primeira estrofe de “Para Todos os que Nascem” (CCS285). Se as crianças não conhecerem o hino, ensinem-no no formato de chamada e resposta.

Encerre com uma oração que reafirme o amor e o cuidado de Deus por todas as pessoas, começando por cada uma das crianças da turma e incluindo familiares, amigos, vizinhos, desconhecidos em nossas comunidades e pessoas em todo o mundo.


Mochilas Manna

As sacolas Manna são uma forma de responder com compaixão às pessoas que você encontrar e que pedirem comida ou dinheiro. Prepare uma sacola (ou várias sacolas) para guardar no carro, na mochila etc. Demonstre bondade conversando com a pessoa a quem você entregar a sacola Manna. Pergunte o nome dela. Lembre-se do conselho de Doutrina e Convênios 163:4a ao responder: 

“Deus, o Criador Eterno, chora pelos pobres, deslocados, maltratados e doentes do mundo por causa de seu sofrimento desnecessário. Tais condições não são a vontade de Deus… Não se afaste deles. Pois no bem-estar deles reside o seu bem-estar.” 

Use sacos plásticos do tamanho de um galão ou pequenas sacolas reutilizáveis. Encha cada saco com os itens listados abaixo: 

  • Meias 
  • Água engarrafada 
  • Atum ou frango enlatado — com tampa de abrir (inclua uma colher ou um garfo) 
  • Sacos de amendoim, sementes de girassol e mistura de nozes 
  • Caixinhas de passas 
  • Barras de granola/cereais 
  • Pacotes de biscoitos embalados 
  • Copos de frutas — com tampa de abrir (incluindo colher ou garfo) 
  • Doces duros ou balas de menta 
  • Embalagem de toalhinhas em tamanho de viagem 
  • Desinfetante para as mãos 
  • Escova de dentes/pasta de dentes 
  • Outros produtos de higiene pessoal em tamanho de viagem 

Não inclua produtos caseiros, itens que precisem de refrigeração, produtos sem embalagem, chocolate, frutas frescas, refrigerantes, bebidas em embalagens de plástico, garrafas com tampa de pressão, garrafas de vidro, dinheiro, cigarros ou qualquer item com a embalagem rasgada ou cujo prazo de validade tenha expirado. 

Inclua uma mensagem de incentivo. As mensagens podem incluir os dados de contato da congregação e uma breve mensagem de apoio e carinho. Não assine com o nome completo nem inclua informações pessoais (apenas o primeiro nome; talvez a idade, se for uma criança) 

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