Êxodo 20:1-4, 7-9, 12-21

33 minutos de leitura

Quando usar: 4 de outubro de 2026 – 4 de outubro de 2026

O que Deus está revelando? (Invest)

Tempo Comum (22ª Domingo do Ano Litúrgico)

Ferramentas de adoração

Esboço do Culto

Passagens bíblicas adicionais

Salmo 19; Mateus 21:33–46; Filipenses 3:4b–14

Prelúdio

Bem-vindo

Chamada à Adoração: Salmo 19:1, 7–9, 14

Hino

“Somos aqueles por quem o mundo espera”CCS 306

OU “Redentor de Israel”CCS 388

Incentive os participantes a cantarem em outros idiomas além do seu.

Oração de Confissão

Deus amoroso, nossas vidas estão cheias de erros e escolhas equivocadas. Mais de uma vez perdemos nossa integridade — fizemos escolhas embaraçosas, dissemos coisas e agimos de maneira errada. Mas não podemos desistir da vida, da bondade nem de Ti, ó Senhor. Vamos nos esforçar para agir melhor e levar uma vida honrada.

Hoje, as escolhas e ações que tomamos podem não parecer tão ruins assim. De vez em quando, falamos mal de alguém pelas costas. Ou tentamos manipular as pessoas ao nosso redor para que as coisas sejam do jeito que queremos. Mas, sejam quais forem nossas escolhas e ações, queremos agir melhor, ser melhores, Senhor. Queremos saber se nossas ações abençoam as pessoas ao nosso redor e toda a Tua criação.

Às vezes cometemos erros, mas entra em nossos corações, Senhor, e ajuda-nos a nos esforçar para agir melhor na próxima vez. Talvez não possamos mudar o que acabamos de fazer, mas podemos mudar o que estamos prestes a fazer. Quando buscamos a tua orientação em nossas vidas, as escolhas ficam mais claras. Concede-nos corações e mentes obedientes, que escolham sinceramente seguir os teus preceitos. Amém.

Resposta

Leitura das Escrituras

Alguém vestido como Moisés lê um pergaminho.

Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da escravidão; não terás outros deuses além de mim.

Não farás para ti nenhum ídolo, seja na forma de qualquer coisa que esteja nos céus lá em cima, ou que esteja na terra aqui embaixo, ou que esteja nas águas debaixo da terra.

Não usarás em vão o nome do Senhor, teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem usar o seu nome em vão.

Lembre-se do dia do sábado e santifique-o. Durante seis dias você trabalhará e realizará todas as suas tarefas.

Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá.

Não matarás.

Não cometerás adultério.

Não roubarás.

Não darás falso testemunho contra o teu próximo.

Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu escravo, nem a sua escrava, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo.

Deixe o pergaminho de lado e conte o resto da história.

Quando todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, ouviu o som da trombeta e viu a montanha fumegando, ficou com medo e tremeu, mantendo-se à distância, e disse a Moisés: “Fale você conosco, e nós ouviremos; mas não deixe que Deus fale conosco, ou morreremos”. Moisés disse ao povo: “Não tenham medo; pois Deus veio apenas para prová-los e para incutir neles o temor a Ele, a fim de que não pequem”.

—Baseado em Êxodo 20

Hino das Escolhas

“Ó Deus Vivo”CCS 183

OU “O for a World”CCS 379

Homilia

Com base em Êxodo 20:1-4, 7-9, 12-20

OU Momento de Foco

Declaração

A passagem bíblica em destaque hoje é de Êxodo 20, os Dez Mandamentos. “Estruturas morais como os Dez Mandamentos podem servir de orientação para a reflexão. Elas constituem uma visão do que é uma boa sociedade — uma sociedade que honra a Deus e ao próximo. O problema reside no fato óbvio de que os seres humanos — mesmo aqueles que são reflexivos e solidários — nem sempre agem de forma a honrar a Deus e ao próximo. Nós, tanto ostentamos quanto violamos os mandamentos com frequência.”

—Extraído de *Progressive Revival*

Na Comunidade de Cristo, recebemos orientação adicional por meio de nossos Princípios Perenes. Quando refletimos sobre eles, esses princípios também nos ajudam nas escolhas e ações da vida. Escolher fazer a coisa certa, em vez daquilo que se deseja, pode ser difícil. Muitas vezes, conseguimos inventar razões para justificar algo que desejamos. Mas há momentos em que, se realmente parássemos para pensar no próximo e analisássemos nossas escolhas aos olhos de Deus, perceberíamos que estamos sendo chamados a escolher um caminho ou uma decisão diferente e talvez mais difícil.

Discussão ou atividade

Compartilhe reflexões e atividades baseadas em “OrientaçãodeDeus” noSermons4Kids OUem “Regrassão legais ou regras são cruéis?”noSermons4Kids. O Sermons4Kids é protegido por direitos autorais, mas o material está disponível gratuitamente para igrejas e outras organizações sem fins lucrativos. Consulte o site deles para obter mais informações.

Hino de Amor a Deus

“Santo, santo, santo/Holy, Holy, Holy”,CCS159

Cante pelo menos três vezes, incentivando os participantes a cantarem em outros idiomas além do seu.

Sacramento da Ceia do Senhor

Leitura bíblica da comunhão: 1 Coríntios 11:23–26

Mensagem de comunhão

Acesse o roteiro“Iniciação à Comunhão”

Hino de Preparação para o Sacramento

“Pão do MundoCCS 527

OU “Abençoado seja o corpo e a alma”CCS 238

Bênção e serviço do pão e do vinho

A resposta generosa dos discípulos

Escritura: Doutrina e Convênios 163:9

Declaração

Toda forma de doação começa e termina em Deus. Se percebermos isso e imitarmos esse exemplo em nossas próprias vidas, nos libertaremos daquele tipo de cultura que nos leva a viver sempre com medo de não ter o suficiente. Isso nos libertará para sermos discípulos generosos que doam com entusiasmo — e doam com alegria pelo simples prazer de doar. Essa alegria se multiplica quando vemos essa doação se transformar em ministérios que abençoam as pessoas com o evangelho…

—Steve Veazey, Perguntas e Respostas com o Presidente, Parte II,Herald de julho de 2015

Bênção e Recebimento dos Dízimos para as Missões Locais e Mundiais

Hino de Envio

“Ó Deus do Amor, concede-nos a tua paz”CCS 316

OU “Enviados pela bênção de Deus”CCS 648

Oração pela paz

Acenda a vela da paz

Declaração de Envio

Acendemos a vela da paz, que simboliza nossa busca incansável pela paz em um mundo ferido e dividido.

Hoje—

     Faça com que cada respiração seja um ato de gratidão;

     Faça com que cada ação seja um canal de justiça;

     Faça com que cada pensamento seja tranquilo;

Vá em paz.

Pós-lúdio

Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos

Encontro

Bem-vindo

O Tempo Comum é o período do calendário cristão que vai do Pentecostes ao Advento. Essa parte do calendário cristão não inclui grandes festas nem dias santos. Durante o Tempo Comum, nos concentramos em nosso discipulado, tanto individualmente quanto como comunidade de fé.

Oração pela paz

Toque o sino ou o carrilhão três vezes, devagar.

Acenda a vela da paz.

Deus silencioso.

Às vezes confundimos seu silêncio com ausência, ou sentimos que fomos ignorados. 

Em vez disso, o seu silêncio nos convida a ficar em silêncio e a conhecê-lo. No silêncio, ouvimos você transmitir sua mensagem de paz. Você nos leva de uma visão que mede a vida para o ato de vivê-la.

O barulho dos conflitos entre as pessoas enche nosso mundo. Isso nos irrita e nos deixa confusos sobre quem está certo. Quando achamos que sabemos o que é certo, tendemos a transformar o outro em inimigo. Ajuda-nos a ver o rosto de Deus em cada um e a reconhecer o valor de cada pessoa, mesmo daquelas com quem discordamos.

O ruído dos conflitos entre as nações enche nosso mundo. Disputas longas e acirradas têm causado a morte e o sofrimento de muitas pessoas. Os recursos do mundo são desperdiçados em armamentos e guerras, enquanto crianças e pessoas pobres continuam a sofrer. Ajude-nos a ansiar pela paz; ajude-nos a exigir que nossos líderes busquem caminhos de paz, em vez de motivos para a guerra.

Guia-nos por meio da voz mansa e suave rumo à paz pessoal, comunitária e mundial. Pelo teu Espírito, ajuda-nos a ficar em silêncio e a conhecer-te. Oramos em nome do Príncipe da Paz. 

Amém.

Prática espiritual

Unidade

Leia o seguinte:

Nosso foco no Princípio Perene desta semana é a Unidade na Diversidade. Não há duas pessoas neste mundo que sejam exatamente iguais. Todos nós somos moldados por nossa cultura, genética, educação, família, experiências, crenças e muito mais. Uma coisa que temos em comum é que todos fomos criados por Deus. A unidade na diversidade respeita as diferenças e, ao mesmo tempo, honra o divino presente em todas as vozes. 

… Mas Deus organizou o corpo de tal maneira… para que não haja discórdia no corpo, mas para que os membros tenham o mesmo cuidado uns pelos outros. Se um membro sofre, todos sofrem com ele; se um membro é honrado, todos se alegram com ele. 

—1 Coríntios 12:24–26

Pense na semana que passou. Quem demonstrou compaixão quando você se sentiu triste ou estava sofrendo? Quem se alegrou com você pelas coisas boas que aconteceram nesta semana?Convide as pessoas a compartilharem suas experiências.

  • Quem você conhece que passou por algum sofrimento esta semana? 
  • Como você conseguiu dividir esse fardo com eles?
  • Quem teve motivos para comemorar esta semana? 
  • Como você comemorou com eles? 

Convide as pessoas a compartilharem.

Faça uma breve oração de união. Encerre com “Amém”.

Compartilhando à mesa

Êxodo 20: 1–4, 7–9, 12–20 NRSVue

Então Deus proferiu todas essas palavras,

“Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da escravidão; não terás outros deuses além de mim.

“Não farás para ti nenhum ídolo, seja na forma de qualquer coisa que esteja nos céus lá em cima, seja na terra aqui embaixo, seja nas águas debaixo da terra.

“Não usarás em vão o nome do Senhor, teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem usar o seu nome em vão.”

“Lembre-se do dia do sábado e santifique-o. Seis dias você trabalhará e realizará todas as suas tarefas.

“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá.”

“Não matarás. 

“Não cometerás adultério.

“Não roubarás.

“Não darás falso testemunho contra o teu próximo.

“Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu escravo, nem a sua escrava, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo.”

Quando todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, ouviu o som da trombeta e viu a montanha fumegando, ficou com medo, tremeu e ficou à distância 19 e disseram a Moisés: “Fale você conosco, e nós ouviremos; mas não deixe que Deus fale conosco, para que não morramos.” 20 Moisés disse ao povo: “Não tenham medo, pois Deus veio apenas para prová-los e para incutir neles o temor a ele, a fim de que não peçam.”

—Êxodo 20: 1–4, 7–9, 12–20 NRSVue

O texto de hoje nos apresenta os Dez Mandamentos, também conhecidos como a aliança mosaica. Esses mandamentos são utilizados por alguns como uma lista literal do que se deve e do que não se deve fazer para viver fielmente em comunhão com Deus e com os outros. Para algumas tradições cristãs, esses mandamentos fazem parte das confissões da Igreja e há muito tempo representam um código cultural fundamental para orientar a comunidade humana.

Como é que essa lista dos Dez Mandamentos recebe tanta atenção entre os 613 mandamentos registrados nas Escrituras Hebraicas? E, se esses são os 10 mais importantes, por que Jesus fez essas declarações em Mateus 22:37–39 (NRSVue)?

“Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente.” Este é o maior e o primeiro mandamento. E há um segundo semelhante a este: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

Um olhar mais atento nos ajuda a perceber que os Dez Mandamentos não estão tão distantes dos dois princípios fundamentais de Jesus. Ambos sugerem uma devoção intransigente e integral a Deus acima de tudo, bem como um respeito mútuo entre as pessoas na comunidade. O povo de Deus deve evitar comportamentos e ações que prejudiquem os outros ou que deixem de honrar seu valor igualitário como filhos de Deus.

Sempre que respondemos ao convite de Deus para a mesa da Ceia do Senhor, renovamos a aliança que fizemos com Deus nas águas do batismo. Consequentemente, renovamos a aliança inerente que compartilhamos com aqueles com quem caminhamos no Corpo de Cristo e com toda a criação de Deus. Vemos essa aliança não como uma lista de o que fazer e o que não fazer, mas como uma promessa de lembrar-nos da fidelidade de Deus para conosco. Em troca, prometemos viver fielmente em nosso relacionamento com Deus, com os outros e com a criação.

Perguntas

  1. Quando você lê os Dez Mandamentos, o que te surpreende? O que falta ali que você considera importante? 
  2. De que maneiras você procura viver fielmente em seu relacionamento com Deus, com as outras pessoas e com a criação?
  3. Como você entende a aliança que fez com Deus?

Enviando

Declaração de Generosidade

Os discípulos fiéis respondem à crescente consciência da generosidade abundante de Deus compartilhando de acordo com os desejos de seus corações; não por mandamento ou obrigação.

—Doutrina e Convênios 163:9

A cesta de ofertas está à disposição caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua resposta generosa. Esta oração de oferta foi adaptada do livro *A Resposta Generosa de um Discípulo*:

Deus do nosso discipulado,
Ao navegarmos por este mundo de dívidas e consumismo, ajude-nos a economizar com sabedoria, gastar com responsabilidade e doar generosamente. Que, dessa forma, possamos nos preparar para o futuro e construir um amanhã melhor para nossas famílias, nossos amigos, a missão de Cristo e o mundo. Amém.

Convite para a próxima reunião

Hino de encerramento 

A Comunidade de Cristo cantao hino 322, “Que a verdade brilhe em nossas palavras”

Oração de encerramento 

Opções adicionais, dependendo do grupo

  • Comunhão
  • Reflexões para as crianças

Sacramento da Ceia do Senhor

Escritura da Comunhão

Escolha uma passagem bíblica para ler dentre as seguintes opções: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.

Convite à comunhão

Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual relembramos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivenciamos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou adicionais dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.

Participamos da Comunhão como uma expressão de bênção, cura, paz e comunidade. Como preparação, vamos cantar uma música do livro“Community of Christ Sings”(escolha uma):

  • 515, “Nestes momentos, nós nos lembramos”
  • 516, “Reunindo-nos em torno do vinho e do pão”
  • 521, “Vamos Partir o Pão Juntos”
  • 525, “A mesa é pequena”
  • 528, “Coma este pão”

Abençoe e distribua o pão e o vinho.

Reflexões para as crianças

Materiais:

Pergunte: Que tipos de regras seus pais ou professores estabelecem para você? 

Confirme todas as respostas.

Pergunte: Por que existem essas regras? 

Confirme todas as respostas.

Diga: Os pais e os professores estabelecem regras para vocês porque osamame querem que tenham a melhor vida possível. O mesmo acontecia com os israelitas. Deus os amava e queria que tivessem a melhor vida possível; por isso, Deus deu a Moisés os Dez Mandamentos para ajudá-los a formar uma comunidade.

Jesus ensinou aos discípulos que é importante amar a Deus e ao próximo. Na verdade, Jesus disse que amar a Deus e aos outros são os mandamentos mais importantes. Isso ajudou os primeiros cristãos a formar uma comunidade. Na Comunidade de Cristo, os Princípios Perenes nos ajudam a formar comunidades saudáveis. [Mostre a página para colorir dos Princípios Perenes.] 

Para crianças pequenas, diga: Como seguidores de Jesus, queremos fazer escolhas responsáveis que tragam bondade e gentileza ao mundo. Vocês fazem escolhas: como e o que compartilham, com quem escolhem brincar e como decidem se comportar. Será que há escolhas que vocês possam fazer para trazer gentileza e bondade ao mundo? Valorize as respostas. 

Para crianças mais velhas e adolescentes, diga: Um dos nossos Princípios Duradouros é o das Escolhas Responsáveis. Ele diz que “Deus concede aos seres humanos a capacidade de escolher a quem ou ao que servirão. Algumas pessoas passam por situações que diminuem sua capacidade de fazer escolhas”. Deus concede a cada um de nós a liberdade de fazer escolhas. Às vezes, coisas em nossas vidas que estão fora do nosso controle limitam as escolhas que temos. As escolhas humanas podem ser boas ou ruins. As escolhas humanas já causaram coisas realmente ruins no mundo. Ao mesmo tempo, as escolhas humanas já fizeram e podem fazer com que coisas realmente boas aconteçam. Como discípulos, nossa tarefa é “fazer escolhas responsáveis, dentro das circunstâncias de nossa vida, que contribuam para os propósitos de Deus”.

Entregue a cada criança uma cópia da página para colorir “Princípios Duradouros”. Destaque o Princípio Duradouro das Escolhas Responsáveis.

Recursos para sermões

Explorando as Escrituras

Os Dez Mandamentos representam as condições da aliança. Frequentemente chamados de Decálogo, eles representam deveres incondicionais para com Deus e para com a comunidade. Poucos textos tiveram um papel tão importante na igreja ou na sociedade quanto os Dez Mandamentos. Eles fazem parte das confissões da igreja e, há muito tempo, representam um código cultural fundamental para orientar a comunidade humana.

No entanto, os Dez Mandamentos não podem desempenhar um papel significativo na vida dos fiéis, a menos que sejam internalizados. Por isso, memorizar os mandamentos, o Pai Nosso e o Salmo 23 sempre ocupou um lugar especial na piedade cristã.

O início dos Dez Mandamentos é fundamental: “Não terás outros deuses diante de mim” (v. 3). O prólogo revela a identidade daquele que impõe obrigações à comunidade: é YHWH quem ordena. O primeiro mandamento é um reconhecimento de que sempre existem reivindicações concorrentes de natureza suprema, “outros deuses”, que buscam ser o centro de sentido e valor na vida das pessoas. Tais “deuses” devem ser rejeitados.

O segundo mandamento declara: “Não farás para ti nenhum ídolo” (v. 4). A tentativa de controlar Deus, de tentá-Lo a fazer o que queremos, é rejeitada. É Deus quem decide quando, onde e como se tornar acessível.

Provavelmente, nenhum mandamento tem o potencial de ser tratado com tanta indiferença cruel quanto o terceiro mandamento, que trata do uso indevido do nome de Deus (v. 7). Se o primeiro mandamento trata de não ter outros deuses e o segundo, de não substituir o Senhor por imagens, o terceiro mandamento reforça ambos. Trata-se de uma advertência contra colocar em risco o relacionamento potencial com Deus por meio da apropriação indevida e do uso indevido.

“Lembre-se do dia do sábado e santifique-o” (v. 8). O mandamento do sábado está localizado no final da primeira seção, ou “primeira tábua”, do Decálogo — os mandamentos que se concentram na adoração adequada e no amor a Deus. Ele funciona como uma ponte entre os mandamentos relacionados ao amor a Deus e ao amor ao próximo. O sábado é uma dádiva!

“Honra teu pai e tua mãe” (v. 12). Honrar os pais orienta a vida para o outro, que não é Deus, e está relacionado ao mandamento do sábado.

“Não matarás” (v. 13). Não há nada mais fundamental do que a proibição de tirar a vida de outra pessoa. É dada prioridade à preservação da vida, evitando causar dano ao próximo.

“Não cometerás adultério” (v. 14). Assim como o homicídio, o adultério é uma violação do comportamento intersocial. O foco deste mandamento na proteção da ordem social é complementar à honra aos pais e à proibição do homicídio. A proteção da vida deve ser vista sob a perspectiva dos direitos do próximo, incluindo a santidade do casamento.

“Não roubarás” (v. 15). O roubo é condenado. É, de certa forma, uma manifestação do falso testemunho e da cobiça. Ao tirar algo de outra pessoa, a pessoa viola o próximo e compromete a si mesma

“Não darás falso testemunho contra o teu próximo” (v. 16). A preocupação com o próximo fica clara nas palavras e no modo de falar. Mais do que simplesmente mentir, trata-se da capacidade que as palavras têm de ferir ou colocar outra pessoa em risco. É preciso falar com sinceridade

“Não cobiçarás…” (v. 17). A cobiça está relacionada à carência e aos seus efeitos. A carência distorce, afetando tanto a si mesmo quanto ao próximo.

Ideias centrais

  1. Os Dez Mandamentos têm ocupado um lugar central na confissão de fé e no ensino da Igreja desde os primórdios da tradição.
  2. Os Dez Mandamentos influenciaram a forma como a sociedade é organizada e preservada e estão no cerne do testemunho cristão.
  3. A fiel aplicação dos Dez Mandamentos em nossas vidas e em nossa comunidade concretiza a esperança de Deus para a vida humana.

Perguntas para o presidente da Câmara

  1. De que forma os Dez Mandamentos representam as condições da aliança? Como isso se manifesta na vida da comunidade e da igreja?
  2. De que maneira o fato de lembrar do dia do sábado (v. 8) serve de ponte entre o amor a Deus e o amor ao próximo?
  3. A cobiça (v. 17) distorce e afeta a própria pessoa e o próximo; ela desintegra a comunidade e viola os desígnios de Deus. Como você poderia dar testemunho disso?
  4. Quais dos outros mandamentos você acha que costumam ser desconsiderados na sua cultura? No mundo de hoje?

Aulas

Aula para adultos

Passagem bíblica em destaque

Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20

Foco da aula

Deus deseja que haja relações corretas com os seres humanos e entre eles, e concedeu à humanidade um modelo de vida para que isso seja possível.

Objetivos

Os alunos irão…

  • comparar o que eles se lembram de ser os Dez Mandamentos com as palavras registradas na passagem bíblica em destaque.
  • explorar o conceito de dois tipos de ensinamentos, divididos entre o foco em Deus e o foco no próximo e na família.
  • discutir os conceitos da passagem bíblica em destaque, em relação ao Princípio Permanente “Escolhas Responsáveis”.
  • Crie uma afirmação pessoal para cada um dos 10 ensinamentos (mandamentos).

Recursos

Para obter informações básicas sobre as escrituras do Antigo Testamento, os recursos a seguir podem ser úteis.

  • Comentário Bíblico Internacional, Collegeville, MN: The Liturgical Press, 1998, pp. 429–430
  • Feasting on the Word, Ano B, Vol. 2, Louisville, KY: Westminster John Knox Press, 2008, pp. 74–79
  • Qualquer série de comentários ao lecionário para o Ano A, 2019–2020

Materiais

  • A Bíblia ou cópias de Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20.
  • Quadro ou flipchart; marcadores ou giz
  • Folhetos com os Dez Mandamentos em uma coluna e espaço para escrever em uma coluna paralela (no final da aula); como alternativa, use papel em branco
  • Canetas ou lápis

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20 no livro Sermon & Class Helps, Ano A: Antigo Testamento, pp. 113–114, disponível pela Herald House.

Reunir

A passagem bíblica em destaque hoje, do livro de Êxodo, narra as instruções de Deus aos israelitas durante o período em que acamparam no sopé do Monte Sinai. Essa narrativa relata como Moisés recebeu um conjunto de instruções ou ensinamentos (que é o significado da palavra Torá).

Peça aos alunos que citem o que se lembram das instruções que Moisés recebeu no Monte Sinai para transmitir aos israelitas. Anote-as no quadro ou em um cartaz.

Participar

Distribua Bíblias ou cópias de Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20. Peça a alguns voluntários que leiam a passagem em voz alta.

Os estudiosos sugeriram que havia duas tábuas: uma tratava de questões teológicas, a outra, de questões éticas. Ambas eram consideradas importantes e inter-relacionadas. Ambas pressupunham uma história de vida sob a aliança diante de Deus.

  • Como costuma ser chamado o tema central dessa passagem bíblica? (Os Dez Mandamentos)
  • Compare a lista criada anteriormente com o texto da Escritura. Quais são as diferenças entre os dois?
  • Quais ensinamentos podem ser considerados teológicos? Quais são de natureza ética?
  • Que frase curta pode resumir cada conjunto de ensinamentos? (Um exemplo: como viver diante de Deus; como viver uns com os outros)
  • Quando perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento, como ele uniu os ensinamentos contidos nas duas tábuas?
  • Por que seria errado considerar os ensinamentos simplesmente como um código moral?
  • De que maneira os ensinamentos servem de proteção para a comunidade?

Responder

Esses ensinamentos descrevem um modo de vida. Eles não são um meio de conquistar o amor de Deus nem um passaporte para a salvação.

Eles são um presente de Deus para nos ajudar a moldar nossas vidas de modo a honrar a Deus e respeitar uns aos outros.

Às vezes, essas verdades simples, mas profundas, se perdem em meio ao alvoroço das discussões culturais sobre a manutenção dos Dez Mandamentos em locais públicos.

Discuta:

  • O que poderia ser um problema quando as pessoas exibem cartazes defendendo a exibição dos Dez Mandamentos nos tribunais municipais ou nas escolas públicas?
  • Que princípio dos ensinamentos ou mandamentos isso poderia violar?
  • Qual é a diferença entre publicá-las e colocá-las em prática?
  • Reflita sobre esta citação: “…Os cristãos recitam os Mandamentos e os ensinam aos filhos para que saibam como viver como povo de Deus. Essa forma de entender os Dez Mandamentos sugere que eles não são tanto uma lista de imperativos morais, mas sim modos de viver ou formas de vida” (George W. Stroup, conforme encontrado em Alimentando-se da Palavra, Ano B, Vol. 2, Louisville, KY: Westminster John Knox Press, 2008, p. 78).
    • O que você acha que isso significa para você hoje?
    • De que maneira essa interpretação poderia ajudar a viver de acordo com o Princípio Perene das Escolhas Responsáveis?

Enviar

Distribua canetas ou lápis e folhetos impressos em duas colunas: uma coluna com a lista dos 10 ensinamentos/mandamentos e, ao lado, na segunda coluna, um espaço para escrever respostas pessoais; ou, como alternativa, use folhas em branco para as respostas pessoais, tomando como referência o folheto com a passagem bíblica em destaque que lista os 10 ensinamentos/mandamentos.

Peça aos alunos que reescrevam cada um dos ensinamentos/mandamentos como uma afirmação de sua resposta. Por exemplo: “Deixarei que somente Deus influencie minha vida (e não outros deuses, como aparelhos eletrônicos, golfe, segurança etc.)”. Se o tempo for limitado, sugira que concluam a tarefa em casa e incentive-os a fazê-lo.

Abençoe

Convide os participantes da aula a participarem de uma oração do tipo “pipoca”. Explique que você dará início e encerrará a oração e que, nesse intervalo, eles são incentivados a dizer uma frase curta, em ordem aleatória, para complementar a oração. Concentre a oração na ação de graças e no louvor a Deus, que nos orienta na vida.

Os Dez Mandamentos — Êxodo 20:3–16, NRSVue

Não terás outros deuses além de mim. (v. 3)   
Não farás para ti nenhum ídolo, seja na forma de qualquer coisa que esteja nos céus acima, na terra abaixo ou nas águas que estão debaixo da terra. (v. 4) 
Não te prostrarás diante deles nem os servirás, pois eu, o Senhor, teu Deus, sou um Deus zeloso (v. 5) 
Não usarás em vão o nome do Senhor, teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem usar em vão o nome [de Deus]. (v. 7) 
Lembre-se do dia do sábado e santifique-o… Pois em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, mas descansou no sétimo dia; por isso, o Senhor abençoou o dia do sábado e o consagrou. (v. 8, 11) 
Honra teu pai e tua mãe. (v. 12)   
Não matarás. (v. 13)   
Não cometerás adultério. (v. 14)   
Não roubarás. (v. 15)   
Não darás falso testemunho contra o teu próximo. (v. 16)   

Aula para Jovens

Passagem bíblica em destaque

Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20

Foco da aula

Tomar decisões responsáveis

Objetivos

Os alunos irão…

  • conhecer os Dez Mandamentos e ser capaz de aplicá-los a situações da vida atual.
  • compreender o novo mandamento de Jesus.
  • explorar o Princípio Duradouro “Escolhas Responsáveis” e refletir sobre como podem incorporá-lo em suas vidas.

Materiais

  • Bíblia
  • Jogo de hoje, cópias suficientes para várias equipes (fim da aula)
  • Cópias do Princípio Permanente “Escolhas Responsáveis”, disponíveis on-line ou na publicação *Sharing in Community of Christ*, 4ª edição, p. 30.
  • Comunidade de Cristo Canta (CCS)
  • Folhas de registro do Scattergories, uma por pessoa (no final da aula)
  • Papel cartão
  • Revistas ou imagens e textos impressos
  • Cola
  • Tesoura
  • Canetas ou lápis
  • Pedaços de papel

Nota para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20 no livro Sermon & Class Helps, Ano B: Antigo Testamento, pp. 113–114, disponível pela Herald House.

Reunir

Pergunte aos alunos se eles já jogaram Scattergories. Nesse jogo, os jogadores recebem um tema e têm um minuto para pensar no maior número possível de coisas relacionadas a ele, uma para cada letra do alfabeto. Por exemplo, se o tema fosse COMIDA, eu poderia escrever maçãs, bananas, milho cremoso, donuts e assim por diante para cada letra. Quando o minuto acabar, os jogadores ganham um ponto por cada item que escreveram e que ninguém mais tenha mencionado. Por exemplo, se duas outras pessoas tivessem escrito “maçã”, eu não ganharia nenhum ponto por isso. Se ninguém mais tivesse incluído “donut”, eu ganharia um ponto. Eu receberia dois pontos por “creme de milho”, pois essa palavra contém duas palavras que começam com C. Entregue a cada jogador uma folha de registro. Diga a eles que o tema é “REGRAS QUE OS PAIS E PROFESSORES TÊM PARA VOCÊS”. Depois de dar a eles um minuto para escrever, some os pontos da rodada para ver quem ganha.

  • Que tipo de regras os pais e professores estabelecem para você?
  • Por que existem essas regras? Será que é para serem maldosos e rígidos?

Os pais e os professores estabelecem regras para você porque AMAM você e querem que você tenha a melhor vida possível. O mesmo aconteceu com os israelitas. Deus os amava e queria que tivessem a melhor vida possível; por isso, Deus deu a Moisés os Dez Mandamentos.

Participar

Leia Êxodo 20:1–4, 7–9 e 12–20. Esses versículos apresentam os Dez Mandamentos. Ao ler, defina as palavras mais difíceis, mas evite dar exemplos.

A relação de Deus com os israelitas era muito diferente da relação que temos com Deus hoje. Mesmo assim, esses mandamentos ainda podem ser aplicados em nossas vidas. Divida a turma em equipes para que elas competam entre si. Entregue a cada equipe a folha “Comparação com os Dias Atuais”. Desafie-as a pensar em um exemplo de situações atuais relacionadas a cada mandamento. A primeira equipe a apresentar um exemplo para cada mandamento vence.

Após a atividade, explique que parte do motivo pelo qual o relacionamento de Deus com os israelitas era diferente do nosso relacionamento com Deus é porque Jesus veio para estabelecer uma nova aliança conosco. Jesus apresentou um novo mandamento em Mateus 22:34–40:

Pergunte:

  • Em que os novos mandamentos de Jesus diferem dos Dez Mandamentos?
  • Quais são algumas situações na sua vida pessoal em que você deveria aplicar os novos mandamentos de Jesus?
  • Quais são algumas situações na sua comunidade em que você deveria aplicar os novos mandamentos de Jesus?
  • Quais são algumas situações no país em que devemos aplicar os novos mandamentos de Jesus?
  • Quais são algumas situações no mundo em que devemos aplicar os novos mandamentos de Jesus?

Parece que Jesus acreditava em viver de acordo com o espírito da lei, e não com a letra da lei. É com esse entendimento que nós, como Comunidade de Cristo, defendemos o Princípio Perene das Escolhas Responsáveis.

Responder

Muitas vezes, as pessoas tomam o que acreditam ser escolhas responsáveis, mas não se baseiam na tradição, nas escrituras ou na orientação de Deus. Tomar escolhas responsáveis não significa usar a lógica para justificar decisões. Significa estar aberto à orientação de Deus em nossa vida e ser bons administradores de nosso livre arbítrio. Tomar escolhas responsáveis não significa julgar os outros; significa convidá-los a uma vida mais plena por meio de Cristo, independentemente das decisões que tenham tomado no passado.

Escolhas Responsáveis

  • Deus concede aos seres humanos a capacidade de escolher a quem ou a que irão servir. Algumas pessoas enfrentam situações que prejudicam sua capacidade de fazer escolhas.
  • As escolhas humanas contribuem para o bem ou para o mal em nossas vidas e no mundo.
  • Muitos aspectos da criação precisam de redenção devido às escolhas irresponsáveis e pecaminosas dos seres humanos.
  • Somos chamados a fazer escolhas responsáveis, dentro das circunstâncias de nossas vidas, que contribuam para os desígnios de Deus.

Parte do processo de fazer escolhas responsáveis consiste em definir uma intenção. Ao se prepararem com diligência e sob a influência do Espírito, os alunos estarão mais bem preparados para fazer escolhas responsáveis diante de decisões difíceis. Para começar a definir sua intenção, os alunos usarão papel cartão e revistas para fazer um quadro de visualização em forma de colagem. Esse quadro de visualização não deve representar simplesmente suas esperanças para a própria vida; ao contrário, deve representar as esperanças de Deus para a vida deles e para toda a criação. Assim que terminarem de fazer o quadro de visualização, convide-os a virá-lo e escrever três escolhas responsáveis que Deus os está chamando a fazer para que essa visão se torne realidade.

Enviar

Lembre à turma que o discipulado nem sempre é fácil ou popular. Algumas das escolhas que fazemos serão muito difíceis. Peça a cada aluno que escreva seu nome em um pedaço de papel e o coloque dobrado dentro de uma cesta. Quando todos os nomes estiverem na cesta, passe-a de mão em mão e peça aos alunos que peguem um pedaço de papel. Se sortearem o próprio nome, peça que devolvam o pedaço de papel à cesta e peguem outro. Quando todos tiverem tirado um nome, explique que a pessoa cujo nome está no pedaço de papel é aquela por quem eles vão orar. Eles vão orar para que essa pessoa seja capaz de fazer escolhas responsáveis, influenciadas por Deus, ao longo de sua vida cotidiana. Defina um período de tempo específico durante o qual essas parcerias de oração devem durar. Lembre à turma que, ao enfrentarem decisões difíceis em suas vidas, seu parceiro de oração estará orando por eles e pedindo a Deus que os guie.

Abençoe

Encerrem esse momento juntos cantando “Decidi Seguir Jesus” ( CCS 499).

Aula para crianças

Passagem bíblica em destaque

Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20

Foco da aula

Deus deu aos israelitas os Dez Mandamentos para ensinar a todos nós como viver segundo os caminhos de Deus.

Objetivos

Os alunos irão…

  • reconhecer e admitir a importância das regras.
  • explique como os Dez Mandamentos foram recebidos.
  • Enumere os Dez Mandamentos em ordem.

Materiais

  • Bíblia ou Bíblia de Histórias do Lecionário, Ano A, de Ralph Milton, ilustrada por Margaret Kyle (Wood Lake Publishing, 2007, ISBN 9781551455471)
  • Vídeo do YouTube sobre como ensinar os Dez Mandamentos às crianças usando gestos com as mãos
  • Balão
  • Papel para cartaz e caneta hidrográfica
  • Fita adesiva ou cola
  • Cartões dos Dez Mandamentos (final da aula)

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20 no livro Sermon & Class Helps, Ano A: Antigo Testamento, pp. 113–114, disponível pela Herald House.

Reunir

Jogue um balão para o alto. Diga às crianças que o objetivo do jogo é evitar que o balão caia no chão pelo maior tempo possível. Depois que elas estiverem brincando por mais ou menos um minuto, mude as regras anunciando: “Ah, vocês precisam recomeçar porque _________ (preencha o espaço em branco com o nome de uma criança) bateu no balão com a mão esquerda. Vocês devem manter a mão esquerda atrás das costas.”

As crianças podem reclamar que você não explicou essa regra; basta pedir desculpas e incentivá-las a continuar brincando. Depois de mais um minuto, mude as regras novamente, anunciando: “Ah, param! _________(preencha o espaço em branco com o nome de uma criança) tocou no balão duas vezes seguidas. Isso é contra as regras; vamos recomeçar.”

As crianças, sem dúvida, vão reclamar que você está mudando as regras, mas continue incentivando-as a brincar. Repita esse procedimento mais algumas vezes, de modo que os alunos fiquem bem irritados com todas essas mudanças nas regras. Em seguida, conduza a seguinte discussão:

  • Qual foi a parte mais difícil do jogo?
  • Mudei bastante as regras; o que tornou isso difícil?
  • Você conseguiria vencer o jogo se não conhecesse as regras?

Explique que as regras nem sempre são divertidas, mas servem para nos manter seguros e nos ajudar a alcançar nossos objetivos. As regras e orientações nos ajudam a aprender a conviver com segurança uns com os outros e a atender às expectativas. Sem regras consistentes, não saberíamos o que fazer.

Participar

Moisés estava conduzindo o povo hebreu pelo deserto há muitos e muitos dias. Resuma ou peça à turma que explique o que aconteceu até este momento. Explique que a história de hoje dá continuidade à jornada deles pelo deserto.

Leia Êxodo 20:1–4, 7–9, 12–20 ou “Os Dez Mandamentos”, páginas 213–214 , da Bíblia com Histórias do Lecionário, Ano A. Após a leitura da história, faça as seguintes perguntas de discussão à turma:

  • Teria sido difícil esperar no sopé da montanha enquanto Moisés subia até o topo?
  • O que você teria sentido se tivesse visto fumaça e fogo, ouvido trovões e sentido o chão tremer como se fosse um terremoto?
  • O que você acha dos Dez Mandamentos? São regras justas? São difíceis de seguir?

Explique que, assim como você queria ter um conjunto de regras fixas durante o jogo dos balões, os israelitas também ficaram muito gratos por finalmente terem uma lista de regras que poderiam seguir para viver da maneira que Deus queria.

Responder

Ensine cada um dos Dez Mandamentos usando gestos com as mãos. Use o vídeo “Teaching Kids the Ten Commandments” (YouTube) como referência. Cada gesto com as mãos utiliza o número de dedos correspondente à ordem numérica do mandamento. Você pode optar por exibir o vídeo para a turma ou assisti-lo com antecedência, aprender os gestos antes da aula e ensiná-los você mesmo. Se o tempo permitir, peça às crianças que formem duplas ou pequenos grupos para praticar.

Enviar

Reúna a turma novamente à mesa. Coloque o cartaz sobre a mesa. Desenhe duas tábuas de pedra no cartaz. Na parte superior da tábua da esquerda, escreva as palavras “Ame a Deus”. Na parte superior da tábua da direita, escreva as palavras “Ame o próximo”. Peça às crianças que trabalhem juntas, como turma, para separar todos os cartões dos Dez Mandamentos nessas duas categorias. Quando terminarem corretamente, prenda os cartões com fita adesiva ou alfinetes e pendure o cartaz em algum lugar visível na sala de aula.

Destaque o padrão na história de Moisés: os israelitas (o povo hebreu) reclamam; Moisés ora; Deus provê algo para os israelitas, e eles se alegram; então, os israelitas começam a reclamar novamente, e Moisés ora novamente… e assim por diante.

Pergunte:

  • Alguém se lembra de como a história terminou hoje? (resposta: os israelitas estão agradecendo a Deus por lhes ter dado os Dez Mandamentos)
  • Alguém consegue prever, com base nesse padrão, o que vai acontecer a seguir? (resposta: os israelitas vão começar a reclamar e infringir uma das regras)
  • Qual dos Dez Mandamentos é o mais difícil para você seguir?

Abençoe

Depois que todos tiverem escolhido o mandamento que será mais difícil de seguir, formem um círculo com todos da turma em pé, de mãos dadas, voltados para o centro. Explique que cada um pedirá a Deus que os ajude com o mandamento mais difícil, dizendo o seguinte:

“Por favor, ajude-me a __________ (preencha o espaço em branco com o mandamento), para que eu possa viver da maneira que você quer que eu viva.”

Cada criança do círculo vai compartilhar algo. Comece e termine com você, como líder. Comece a oração em círculo dizendo:

“Deus maravilhoso e amoroso, queremos agradecer-Te por nos dar tudo o que precisamos.

Você cuida de nós, assim como tem cuidado de tantas pessoas há milhares de anos.

Somos seus filhos e queremos viver conforme você nos orienta.

Por favor, me ajude a __________, para que eu possa viver da maneira que você quer que eu viva.”

Continue com a criança à sua direita. Termine com a frase

“Deus, queremos servir a Ti em tudo o que fazemos. Muito obrigado pela Tua presença amorosa aqui hoje. Amém.”

Terça-feira de doações

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Este ano, cada doação para a Worldwide Mission Tithes será equiparada em até US$ 250.000. Sua generosidade ajuda a compartilhar esperança e paz com pessoas de todo o mundo.

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