Mateus 25:14-30

39 minutos de leitura

Quando usar: 15 de novembro de 2026 – 15 de novembro de 2026

Invista no futuro de Deus

Tempo Comum (28ª Domingo do Ano Litúrgico)

Ferramentas de adoração

Esboço do Culto 1

Passagens bíblicas adicionais

Juízes 4:1-7; Salmo 123; 1 Tessalonicenses 5:1–11

Prelúdio

Acolhimento, Solidariedade e Compartilhamento

Oração de intercessão

Deus onipresente, trazemos diante de Ti nossas preocupações por nossos irmãos e irmãs da comunidade sagrada chamada Terra. Recebemos Tua graça e oramos por aqueles que expressaram suas necessidades hoje e por aquelas necessidades que nos são desconhecidas, mas que permanecem no coração de Teus filhos. Por meio de Jesus Cristo oramos, Amém.

Chamada à Adoração

Para ti elevamos nossos olhos, ó Senhor. Tem misericórdia de nós, te rogamos.                       

- com base no Salmo 123:1, 3

Hino de Louvor

“Louvado seja Deus, de quem provêm todas as bênçãos”CCS 53

Cante duas vezes. Incentive as pessoas a experimentarem um idioma diferente do seu.

OU “Deus das Maravilhas, Deus do Trovão”CCS 18

Invocação

Resposta

Oração pela paz

Acenda a vela da paz

Oração

Senhor,

Nosso olhar se volta para dentro à medida que nos lembramos das pessoas que influenciam nossas vidas. 

Elas desfilam diante de nós, e nós perguntamos, cheios de esperança:

Perdoa-nos pelas transgressões cometidas e pela compaixão que deixamos de demonstrar.

Abrace a todos nós como almas únicas e valiosas.

Que possamos viver em paz uns com os outros. Amém.

Leitura bíblica: Mateus 25:14–30

Leitura responsiva da confissão

Dois leitores fazem a leitura na parte de trás do espaço de culto.

Leitor 1: Um novo dia amanhece… novos começos… novas descobertas.

Leitor 2: Senhor, tu iluminas nossas vidas e, mesmo assim, vivemos nas trevas, com medo de arriscar. Perdoa-nos, te pedimos.

Leitor 1: Eu te chamei pelo seu nome porque você é meu amado. Eu já te conhecia antes mesmo de você nascer. Você é amado.

Leitor 2: Senhor, às vezes não te ouvimos. Os ruídos do nosso mundo parecem abafar a doçura da tua voz tranquila e suave. Perdoa-nos, te pedimos.

Leitor 1: Eu preparei o caminho diante de você e o preparei para a jornada.

Leitor 2: Senhor, às vezes não enxergamos o Teu caminho porque estamos focados em outras coisas deste mundo. Perdoa-nos, te pedimos.

Leitor 1: Cada um de vocês, meus filhos, é abençoado com talentos que, quando unidos, criam uma bela diversidade neste mundo que eu amo. Recebam minha graça incondicional e cresçam na confiança e na certeza de que pertencem a mim.

Pessoal: LOUVADO SEJA DEUS! O Senhor nos perdoou e nos dá forças para continuarmos a jornada de tornar a missão de Cristo a nossa missão.

Depoimentos

Peça a duas ou três pessoas de diferentes gerações que compartilhem como descobriram, em suas vidas, a bênção de Deus por meio dos dons e talentos que lhes permitiram avançar na missão de Cristo.

Hino de Bênção

“De todos os dons que o Espírito me concedeu”CCS 45

OU “Ajude-nos a expressar seu amor”CCS 621

Homilia

Baseado em Mateus 25:14–30

Ministério da Música OU Hino Comunitário de Reflexão

“Ó Deus Vivo”CCS 183

“Amoleça meu coração” — cantar duas vezes, CCS 187

A resposta generosa dos discípulos

Escritura: Doutrina e Convênios 164:9b–c

Declaração

A promessa que fazemos ao viver em uma comunidade sagrada significa respeitar, cuidar e amar a criação de Deus. Significa dedicar-nos por inteiro a levar o amor de Deus aos outros. Significa, sobretudo, reconhecer que todas as pessoas têm valor, proteger a criação sagrada de Deus e ajudar aqueles que estão sofrendo.

Vídeo ou história 

 Vídeo: “Plant Trees for Christ” noYouTube

História da Missão OR

Compartilhe uma história sobre como administrar as riquezas de Deus por meio do nosso próprio planejamento financeiro.

Bênção e Recebimento dos Dízimos para as Missões Locais e Mundiais

Hino do Desafio

“Cristo, Tu nos chamas a todos para o serviço”CCS 357

OU “Cristo nos chamou para novas visões”CCS 566

Bênção

Envio

Vá em frente! Seja fiel aos dons com os quais Deus o abençoou. Invista nas pessoas que você encontra todos os dias. Ame e abençoe — assim como você foi amado e abençoado. Vá com Deus.

Pós-lúdio

Esboço do Culto 2

Passagens bíblicas adicionais

Juízes 4:1-7; Salmo 123; 1 Tessalonicenses 5:1–11

Preparação

Para o “Momento de Reflexão”, procure a fábula de Esopo sobre a gansa que põe os ovos de ouro. Há várias versões da história disponíveis na internet.

Prelúdio

Hino de Abertura

“Quando a Manhã Dourar os Céus”CCS 89

OU “Deus Está Aqui”CCS 70

Bem-vindo

Chamada à Adoração: Salmo 123:1–2

Hino de Louvor

“Vem, Fonte de Todas as Bênçãos”CCS 87

Incentive os participantes a cantarem em outros idiomas além do seu.

OU “Vamos louvar o Deus da Criação”CCS 607

Oração de abertura

Resposta

Oração pela paz

Acenda a vela da paz

Oração

Desafiando Deus,

Seu amor nos desafia a amar como Jesus. Você nos desafia com os ensinamentos de Jesus. Você nos desafia a viver e a buscar a justiça e a paz. 

Quando pensamos nessas coisas, sentimos humildade diante de nossas limitações humanas. Ao mesmo tempo, estamos determinados a cumprir a tua vontade e a trabalhar pela paz. Ajuda-nos — por meio do teu Espírito Santo — a enfrentar esses desafios. Ajuda-nos a reconhecer as necessidades e as oportunidades para promover a paz ao nosso redor. Dá-nos coragem para defender a justiça. Ajuda-nos a ser o bálsamo da paz quando houver injustiça e violência. Amém.

Hino da Paz

“Deus Ainda Está Falando”CCS 282

OU “A Melodia da Paz de Deus”CCS 319

Momento de Foco

Vamos falar sobre um dos nossos Princípios Duradouros: Escolhas Responsáveis. “Deus concede aos seres humanos a capacidade de escolher a quem ou ao que servirão. Algumas pessoas enfrentam situações que prejudicam sua capacidade de fazer escolhas. Somos chamados a fazer escolhas responsáveis, dentro das circunstâncias de nossas vidas, que contribuam para os propósitos de Deus.”

—“Compartilhando na Comunidade de Cristo”, 4ª edição, p. 30.

Nossas escolhas costumam ser melhores quando são feitas com paciência e altruísmo. O contrário é ilustrado pela expressão “matar a galinha dos ovos de ouro”. A história por trás desse ditado é atribuída a Esopo, conforme consta nas Fábulas de Esopo. Uma versão é a seguinte:

Compartilhe uma versão da fábula. Há muitas disponíveis na internet.

As pessoas da história eram gananciosas. Elas queriam satisfação imediata, em vez de esperar até o dia seguinte para ter mais dinheiro. Como resultado, tomaram uma decisão errada. Deus nos dá a capacidade de fazer escolhas e espera que façamos boas escolhas. Quando fazemos isso, criamos mais coisas boas no mundo, temos amizades melhores e toda a criação fica mais saudável. Mesmo quando as pessoas fazem escolhas ruins que prejudicam os outros ou a Terra, podemos trabalhar com Deus para melhorar as coisas.

Jesus nos pede para adotar prioridades diferentes das das pessoas da história: pensar primeiro nos outros e agir a partir do amor de Deus por todos. Assim, tomamos decisões responsáveis.

Leitura bíblica: Mateus 25:14–30

Ministério da Música ou Hino Comunitário

“Um coração diligente e agradecido”CCS 539

OU “Aceite meus dons e deixe-me amá-lo”CCS 609

Mensagem da Manhã

Baseado em Mateus 25:14–30

A resposta generosa dos discípulos

Leitura das Escrituras: Doutrina e Convênios 163:9

Declaração

Ouça estas palavras da declaração da Comunidade de Cristo sobre o discipulado: 

Ser cristão é mais do que ter uma lista de ideias corretas; trata-se de obediência radical a Jesus em todos os aspectos da vida. O amor infinito de Deus nos liberta para uma vida de administração responsável, na qual oferecemos generosamente nossas vidas a serviço do reino de Deus. O discipulado é uma jornada tanto interior quanto exterior. Jesus nos chama para segui-lo e para convidar outras pessoas a experimentar o poder transformador de sua graça (Participando da Comunidade de Cristo, 4ª edição, p. 37).

Receber a graça e o amor de Deus nos permite recuperar nossa verdadeira natureza. É da nossa natureza sermos generosos como Deus. A generosidade de Deus ao compartilhar nos transforma. Respondemos a isso mudando nosso estilo de vida. Essa transformação é um processo contínuo de nos tornarmos aquilo para o qual fomos criados. Portanto, embora tenhamos refletido sobre gratidão e generosidade, isso é apenas o começo. Aprender a viver uma vida generosa acontece à medida que abrimos nossas vidas a Deus com frequência e de forma intencional. Obrigado a todos aqueles que participaram fiel e voluntariamente como doadores generosos. 

Refletir

Agora é que o trabalho de verdade começa. Durante a “Resposta Generosa dos Discípulos” desta manhã, reflitam sobre como podemos continuar a explorar a graça e a generosidade ao longo dos próximos meses e do próximo ano. Que Deus nos abençoe e nos guie em nossa busca contínua para abraçar a administração de toda a vida, recebendo os dons de Deus e respondendo fielmente, avançando sempre em direção a Sião.

Bênção e Recebimento dos Dízimos para as Missões Locais e Mundiais

Hino de encerramento

“Envia-me”CCS 651

OU “Now Go in Joy”CCS 659

Oração de encerramento

Resposta

Pós-lúdio

Esboço do Culto 3

Passagens bíblicas adicionais

Juízes 4:1-7; Salmo 123; 1 Tessalonicenses 5:1–11

Preparação

Para o Momento de Concentração,prepare uma cesta com pedras lisas, em cada uma delascom as palavras “Alegria”, “Esperança, “Amor” ou “Paz”escritas ou gravadas. Certifique-se de que haja pedras suficientes para todos os participantes.

Escolha a alegria

Prelúdio

Bem-vindo

Chamada à Adoração

Líder: Como você vai escolher este dia?

Pessoas: Optamos por agir com justiça, por amar com ternura,

E que possamos caminhar humildemente contigo, nosso Deus.

Líder: Você vai se aproveitar dos pobres?

Povo: Não, Senhor. Vamos servir aos pobres.

Líder: Você vai ignorar aqueles que têm o coração partido?

Povo: Não, Senhor. Vamos deixar que nossos corações se partam.

Líder: Você vai dar as costas para aqueles que estão com fome?

Povo: Não, Senhor. Nós decidimos preparar um banquete onde haja lugar para todos.

Líder: Vocês fizeram uma escolha acertada, humildes servos. Venham comigo.

Hino da Alegria

“Alegre, alegre, nós Te adoramos”CCS99

Incentive os participantes a cantarem em outros idiomas além do seu.

As traduções para o espanhol e o francês deste hino podem ser encontradas em Herald House.

OU “Oh, Cantem ao Senhor / Cantad al Señor”CCS88

Incentive os participantes a cantarem em um idioma diferente do seu.

Oração da Alegria

Resposta

Escolha a esperança

Leitura bíblica: Mateus 25:14–30

Momento de Foco

Prepare uma cesta com pedras lisas, cada uma com as palavras“Alegria”, “Esperança, “Amor” ou “Paz”escritas ou gravadas. Tenha pedras em quantidade mais do que suficiente para cada participante. Peça aos participantes que escolham uma pedra. Quando todos tiverem uma pedra, divida-os em pequenos grupos e peça que compartilhem por que escolheram aquela pedra.

Hino da Esperança

“Senhor de Toda a Esperança”CCS193

OU “Esperança do Mundo”CCS29

Sermão

Baseado em Mateus 25:14–30

Música para reflexão

Escolha o amor

Leitura bíblica: 1 Tessalonicenses 5:11

Hino do Amor

“Faz de nós, ó Deus, uma Igreja que compartilha”CCS657

OU “Deixe Seu Coração Se Partir”CCS353

A resposta generosa dos discípulos

Declaração

Administrar o dinheiro que temos, não importa a quantia, expressa nosso desejo de amar e ajudar a Deus, ao próximo, a nós mesmos e ao mundo. Quando concentramos nossas doações nos propósitos de Deus, nosso coração fica mais alinhado com o coração de Deus.

—Escolha a generosidade: Descobrindo a administração responsável em toda a vida,
Herald Publishing House, p. 49

Bênção e Recebimento dos Dízimos para as Missões Locais e Mundiais

Escolha a paz

Oração pela paz

Acenda a vela da paz

Oração

Nós te chamamos de várias coisas – 

Deus

Alá

Grande Espírito – 

e, às vezes, esquecemos que todos fazemos parte da mesma família.

Chamamos nossos lares de várias maneiras – 

América

Bósnia

Japão

Fiji –                             

fique à vontade para adicionar países que estejam passando por dificuldades no momento

e nos concentramos nas fronteiras que nos separam.

Ajude-nos a ver o mundo pela sua perspectiva – 

nos fazem lembrar da vista que já vimos do espaço – 

nosso planeta

com divisões apenas entre terra, céu e oceano.

Criador,

Nossos pensamentos estão voltados para as coisas que nos unem.

Não vamos nos concentrar em limites ou divisões.

Ajude-nos a celebrar nossa diversidade – 

sabendo que fizeste de cada um de nós uma criação única.

Pai amoroso,

Aproxime-nos mais de você.

Abrace-nos com seus braços.

Conceda-nos a paz de uma família unida por um único objetivo – 

o reino da paz.

Há muito tempo rezado por isso, há muito tempo esperado. Amém.

—Pam Robison

Hino da Paz

“Ó Dia da Paz”CCS380

OU “Ó Deus do Amor, concede-nos a tua paz”CCS316

OU “Colocemos a paz nas mãos uns dos outros”CCS309

OU “Senhor, fazei-nos instrumentos”CCS364

Envio responsivo: na sua mão

Líder: Deus, nos colocamos em Tuas mãos.

Certo: Nas suas mãos colocamos os negros e os brancos, os ricos e os pobres, os jovens e os idosos;

À esquerda: Colocamos em suas mãos a Líbia e o Líbano, a Nicarágua e El Salvador, a Palestina e Israel, a Rússia e a Ucrânia, os Estados Unidos e o Irã. Fique à vontade para ajustar os países incluídos com base nos acontecimentos atuais

Todos: Ajudem-nos a construir pontes e a não aumentar ainda mais as distâncias, a encarar as realidades de frente e a não nos esquivarmos do confronto com elas.

Esquerda: Ajude-nos a escolher entre o que é certo e o que é errado; a participar de forma crítica e a ser sal, em vez de açúcar.

Todos: Ilumina nossas mentes. Dá-nos visão. Torna-nos criativos. Ajuda-nos a lutar pelo bem do mundo, o teu mundo, o único mundo que nos prometeste. Amém.

—Judy Judd, ed.,Orações e Leituras para o Culto,
Herald Publishing House, p. 101, adaptado.

Pós-lúdio

Espaço Sagrado: Esboço para o Culto em Pequenos Grupos

Encontro

Bem-vindo

O Tempo Comum é o período do calendário cristão que vai do Pentecostes ao Advento. Essa parte do calendário cristão não inclui grandes festas nem dias santos. Durante o Tempo Comum, nos concentramos em nosso discipulado, tanto individualmente quanto como comunidade de fé.

Oração pela paz 

Toque o sino ou o carrilhão três vezes, devagar.

Acenda a vela da paz.

Deus de todo o tempo e espaço, aqui estou, esperando que a tua paz entre na minha alma ferida e caótica, assim como tu esperas que eu faça uma pausa longa o suficiente para respirar e simplesmente ser. Que a tua paz preencha o espaço que agora crio com minha respiração e meu ser. Ouve meu clamor, muitas vezes impaciente: “Fica comigo, ó Príncipe da Paz, e restaura-me”.

Pausa.

Fonte do nosso ser, permanecemos à espera de que tua paz penetre em nossos relacionamentos quebrados e caóticos, assim como tu esperas que façamos uma pausa longa o suficiente para convidar-te a entrar. Que tua presença reconciliadora nos leve a um ponto de pedido de desculpas e perdão… de oferta e recebimento… e de unidade. Ouve nosso clamor impaciente: “Esteja conosco, ó Príncipe da Paz, e faz-nos um só”.

Pausa.

Senhor de todos os povos da Terra, o mundo aguarda que a tua paz acalme as nações em conflito e contenha a onda de violência que infligimos uns aos outros, assim como tu esperas que paremos com essa loucura o tempo suficiente para nos vermos como uma família. Lembramos de todas as nações, incluindo São Tomé e Príncipe, o país pelo qual oramos hoje. Que a tua profunda compaixão por teus filhos flua dentro de nós. Permite-nos abandonar nosso ódio e medo e, em vez disso, sermos preenchidos com tua bondade amorosa e misericórdia. Ouve nosso clamor, muitas vezes impaciente: “Esteja com nossa família humana, ó Príncipe da Paz, e nos torne um só.”

Pausa.

Criador de tudo, tua criação aguarda teu toque curativo para restaurar todos os seres vivos à unidade e à plenitude, assim como tu esperas que reverenciemos o que nos concedeste como um presente sagrado. Que tua generosa oferta de água, terra, ar e tudo o que tem vida nos lembre de nossa conexão física e espiritual com tudo o que foi, é e será. Ajuda-nos a honrar nosso chamado como guardiões da Terra. Ouça nosso clamor impaciente: “Esteja com nossa Terra, ó Príncipe da Paz. Faça com que todas as coisas sejam uma.”

Pausa.

Pedimos essa bênção da sua paz em Jesus Cristo e por meio dele. Amém.

Prática espiritual

Recebendo com gratidão

Leia o seguinte:

Os Princípios Perenes são fundamentais para a Comunidade de Cristo. Ao longo do Tempo Comum, iremos abordar cada princípio por meio de uma prática espiritual. Hoje, vamos nos concentrar na Graça e na Generosidade.

A primeira coisa que fazemos nesta vida é receber. Nosso primeiro suspiro é um presente. É um presente que nos é dado de graça. A prática espiritual de hoje é uma oração respiratória. Durante a oração, usaremos palavras ao inspirar e palavras ao expirar. Hoje, inspiraremos as palavras“receber a vida” e expiraremos as palavras“obrigado”.

Leia com calma as instruções a seguir:

Sente-se com uma postura relaxada e feche os olhos. Passaremos três minutos em oração pela respiração.

Respire em um ritmo regular e natural. Ao inspirar, diga silenciosamente: “receba a vida”. Ao expirar, responda silenciosamente: “obrigado”.

Inspire e expire, concentrando-seno que você está inspirando e no que está expirando.

Fique de olho no tempo e incentive os participantes a continuarem com a oração da respiração durante os três minutos completos.

Quando o tempo acabar, faça estas perguntas em uma breve discussão em grupo: 

  1. Qual é a coisa pela qual você está grato neste momento? 
  2. O que você acha de receber?

Após a discussão, compartilhe a seguinte oração:

Obrigado, Deus, por mais um dia. Obrigado pela oportunidade de me relacionar com os outros, de receber e de compartilhar uns com os outros. Amém.

Compartilhando à mesa

Mateus 25:14–30 NRSVue

“Pois é como se um homem, ao partir em viagem, chamasse seus servos e lhes confiasse seus bens; a um deu cinco talentos, a outro dois, a outro um, a cada um segundo a sua capacidade. Em seguida, partiu. Imediatamente aquele que recebera os cinco talentos partiu, negociou com eles e ganhou mais cinco talentos. Da mesma forma, aquele que tinha os dois talentos ganhou mais dois talentos. Mas aquele que recebera o único talento foi, cavou um buraco no chão e escondeu o dinheiro de seu senhor. Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e fez as contas com eles. Então, aquele que havia recebido os cinco talentos apresentou-se, trazendo mais cinco talentos, e disse: ‘Senhor, você me entregou cinco talentos; veja, eu ganhei mais cinco talentos.’ Seu senhor disse-lhe: ‘Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel em poucas coisas; eu o colocarei no comando de muitas coisas; entre na alegria do seu senhor.’ E aquele que tinha os dois talentos também se apresentou, dizendo: ‘Senhor, você me entregou dois talentos; veja, ganhei mais dois talentos.’ Seu senhor disse-lhe: ‘Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel em poucas coisas; eu o colocarei no comando de muitas coisas; entre na alegria do seu senhor.’ Então, aquele que havia recebido o único talento também se apresentou, dizendo: ‘Senhor, eu sabia que o senhor era um homem severo, que colhe onde não semeou e reúne onde não espalhou, por isso tive medo e fui esconder o teu talento na terra. Aqui está o que é teu.” Mas o seu senhor respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Tu sabias, não é verdade, que eu colho onde não semeei e recolho onde não espalhei?” Então, deverias ter investido meu dinheiro junto aos banqueiros; assim, ao voltar, eu teria recebido o que era meu com juros. Portanto, tirem-lhe o talento e deem-no àquele que tem os dez talentos. Pois a todos aqueles que têm, mais lhes será dado, e terão em abundância; mas daqueles que nada têm, até o que têm lhes será tirado.” Quanto a esse servo inútil, joguem-no nas trevas de fora, onde haverá choro e ranger de dentes.” 

—Mateus 25:14–30 NRSVue

Essa parábola, que também aparece em Lucas 19, costuma ser interpretada como uma lição sobre a boa administração dos recursos financeiros. No entanto, sua inclusão no Evangelho de Mateus leva a uma interpretação mais ampla sobre confiar em Deus, superar nossos medos e assumir riscos para estabelecer o reino de Deus na Terra.

Com medo do que o senhor pudesse fazer ao voltar, um dos servos da parábola escolhe o que considera ser o caminho menos arriscado, enterrando o talento que lhe foi dado. Se não tivesse sido dominado pelo medo do desconhecido (ou por sua percepção equivocada do senhor), talvez tivesse feito uma escolha diferente. 

Aprendemos com a parábola e com o exemplo de Jesus que fazer escolhas responsáveis significa estar disposto a assumir riscos para proclamar Jesus Cristo e promover comunidades de alegria, esperança, amor e paz. Significa optar por se envolver na transformação do mundo com base na visão de shalom de Deus. Quando deixamos de confiar em Deus e tememos que Ele julgue severamente as escolhas que fazemos, ficamos paralisados e imobilizados pelo medo. 

Quando nos centramos no amor e na graça incondicionais de Deus, percebemos que Deus confia em nós como administradores de nossas escolhas para ajudar a construir o Reino de Deus. Assim como os servos que geraram ganhos milagrosos com seus “talentos”, somos guiados pelo Espírito Santo a fazer escolhas que contribuam para os propósitos restauradores de Deus na Terra. 

Perguntas

  1. Como você se centra no amor e na graça de Deus?
  2. Que “talentos” Deus lhe concedeu para que você possa ajudá-Lo a restaurar a visão de shalom de Deus?
  3. Quando foi que o medo o impediu de se arriscar em prol do reino pacífico de Deus?

Enviando

Declaração de Generosidade

Observação: Se você estiver usando o livro “Pensamentos para Crianças”, este é um bom momento para as crianças compartilharem com o grupo suas representações de Deus.

Os discípulos fiéis respondem à crescente consciência da generosidade abundante de Deus compartilhando de acordo com os desejos de seus corações; não por mandamento ou obrigação.

—Doutrina e Convênios 163:9

A cesta de ofertas está à disposição caso você deseje apoiar os ministérios em andamento dos pequenos grupos como parte de sua resposta generosa. Esta oração de oferta foi adaptada do livro *A Resposta Generosa de um Discípulo*:

Deus do nosso discipulado, 

Enquanto navegamos por este mundo de dívidas e consumismo, ajuda-nos a economizar com sabedoria, gastar com responsabilidade e doar generosamente. Que, dessa forma, possamos nos preparar para o futuro e construir um amanhã melhor para nossas famílias, nossos amigos, a missão de Cristo e o mundo. Amém.

Convite para a próxima reunião

Hino de encerramento

A Comunidade de Cristo cantao hino 636, “Eu te chamei pelo teu nome”

Oração de encerramento

Opções adicionais, dependendo do grupo

  • Comunhão
  • Reflexões para as crianças

Sacramento da Ceia do Senhor

Escritura da Comunhão

Escolha uma passagem bíblica para ler dentre as seguintes opções: 1 Coríntios 11:23–26; Mateus 26:17–30; Marcos 14:12–26; Lucas 22:7–39.

Convite à comunhão

Todos são bem-vindos à mesa de Cristo. A Ceia do Senhor, ou Comunhão, é um sacramento no qual relembramos a vida, a morte, a ressurreição e a presença contínua de Jesus Cristo. Na Comunidade de Cristo, também vivenciamos a Comunhão como uma oportunidade de renovar nossa aliança batismal e de sermos formados como discípulos que vivem a missão de Cristo. Outros podem ter interpretações diferentes ou adicionais dentro de suas tradições religiosas. Convidamos todos os que participam da Ceia do Senhor a fazê-lo no amor e na paz de Jesus Cristo.

Participamos da Comunhão como uma expressão de bênção, cura, paz e comunidade. Como preparação, vamos cantar uma música do livro“Community of Christ Sings”(escolha uma):

  • 515, “Nestes momentos, nós nos lembramos”
  • 516, “Reunindo-nos em torno do vinho e do pão”
  • 521, “Vamos Partir o Pão Juntos”
  • 525, “A mesa é pequena”
  • 528, “Coma este pão”

Abençoe e distribua o pão e o vinho.

Reflexões para as crianças

A história bíblica de hoje nos fala sobre o medo. A história conta a história de três servos. Todos os três receberam talentos (dinheiro). Os dois primeiros encontraram maneiras de multiplicar seus talentos, e o mestre ficou orgulhoso deles. O terceiro escondeu seu dinheiro, achando que assim poderia mantê-lo a salvo. O mestre ficou desapontado porque ele não multiplicou seus talentos.

Deus ama a todos nós com um grande amor e quer que “desenvolvamos” nossos talentos, sem medo de arriscar. 

Pergunte: Quais são alguns dos seus talentos — não dinheiro, mas dons, habilidades e competências? 

Confirme todas as respostas. 

Pergunte: Como podemos desenvolver e compartilhar nossos talentos? 

Reserve um tempo para que as crianças possam compartilhar suas experiências.

Diga: Às vezes, escondemos nossos talentos porque temos medo. Deus quer que tenhamos coragem de arriscar algo novo e nos tornarmos uma bênção para o mundo. Em vez de nos concentrarmos no medo, podemos nos concentrar em Deus e compartilhar nossos dons e talentos com os outros.

Recursos para sermões

Explorando as Escrituras

Esta passagem relata a parábola dos talentos e também se encontra em Lucas 19. Essa parábola costuma ser interpretada como uma lição sobre a boa administração dos recursos financeiros. Sua localização no Evangelho de Lucas reforçaria essa interpretação de administração financeira. No entanto, sua localização no Evangelho de Mateus aponta para uma interpretação mais ampla sobre confiar em Deus, superar nossos medos e assumir riscos para ajudar a estabelecer o reino de Deus na Terra. Em Mateus, essa parábola é a terceira de quatro histórias contadas por Jesus que oferecem insights sobre a vinda do reino de Deus. Por meio dessa parábola, Jesus procura ajudar as pessoas a confiar no que Deus já fez por nós. Jesus ensina que devemos responder ao convite de Deus para ajudar a construir a visão de shalom de Deus e não nos preocuparmos em tentar conquistar o amor de Deus, que já temos incondicionalmente.

O retorno sobre o investimento dos servos que receberam cinco e dois talentos foi impressionante. Embora o senhor elogie seus esforços, sua reação parece modesta, dada a importância dos ganhos obtidos. O foco da história passa rapidamente para o servo que optou por enterrar seu único talento. A reação do senhor a esse servo parece extrema e severa da perspectiva do servo, que estava tentando manter o talento do senhor a salvo. A ação do escravo parece preguiçosa e equivocada do ponto de vista do senhor, que confiava que o escravo tomaria decisões responsáveis sobre o uso do talento.

À medida que nos aprofundamos na história, percebemos que o servo que enterrou o talento tomou sua decisão por medo. O servo não confia na natureza de seu senhor. Ele tem medo do que o senhor possa fazer; por isso, o servo escolhe o que considera o caminho menos arriscado: enterrar o talento para protegê-lo. O senhor pergunta por que o servo perderia a oportunidade segura de ganhar juros no banco se achava que o senhor era tão exigente. Ironicamente, percebemos que o medo do servo o impediu de tomar uma decisão responsável. No mínimo, o servo deveria ter feito a escolha segura de, pelo menos, obter rendimentos garantidos sobre o talento no banco. No entanto, se o servo tivesse confiado no senhor que, inicialmente, lhe confiou o talento, ele teria se arriscado a fazer tudo o que pudesse para corresponder às intenções do senhor.

Jesus conta essa parábola nos últimos dias de sua vida na Terra. Ele está no meio de uma série de escolhas que não são responsáveis, se seu objetivo for permanecer vivo. No entanto, aprendemos com o significado da parábola e com o exemplo de Jesus que fazer escolhas responsáveis significa estar disposto a correr riscos para proclamar Jesus Cristo e promover comunidades de alegria, esperança, amor e paz. Significa optar por se envolver na transformação do mundo com base na visão de shalom de Deus.

Quando deixamos de confiar em Deus e tememos que Ele julgue severamente as escolhas que fazemos, ficamos paralisados e imobilizados pelo medo. Assim como o servo, enterramos nosso “talento”. Devemos manter nosso foco no amor e na graça incondicionais de Deus por meio de Jesus Cristo. Devemos reconhecer que Deus confia em nós como administradores de nossas escolhas para ajudar a estabelecer o reino de Deus na Terra. Isso nos ajuda a confiar em Deus, a nos libertar do medo e a assumir os riscos que Jesus assumiu. Assim como os servos que geraram ganhos milagrosos com seus “talentos”, somos guiados pelo Espírito Santo a fazer escolhas responsáveis que contribuam para os propósitos restauradores de Deus na Terra. Ao nos arriscarmos a fazer escolhas responsáveis, como Jesus fez, compartilhamos da alegria de sermos construtores do reino de Deus.

Ideias centrais

  1. Precisamos aprender a confiar no amor e na graça incondicionais de Deus por meio de Jesus Cristo.
  2. Deus confia em nós como administradores que tomarão decisões responsáveis sobre como usar tudo o que recebemos para buscar a visão de shalom de Deus.
  3. Tomar decisões responsáveis exige que nos libertemos de nossos medos e do nosso desejo de “jogar pelo seguro” e que assumamos riscos, assim como Jesus fez.

Perguntas para o presidente da Câmara

  1. Como você pode manter o foco no amor e na graça incondicionais de Deus, por meio de Jesus Cristo, para aprofundar sua confiança em Deus?
  2. Onde Deus está agindo no seu mundo e chamando você a se arriscar a se envolver?
  3. Que dons Deus lhe concedeu que você possa usar para ajudar a restaurar a visão de shalom de Deus por meio das Iniciativas Missionárias da Comunidade de Cristo?
  4. O que te preocupa em correr riscos para usar seus dons e ajudar a mudar o mundo?
  5. Como você supera o medo e segue a orientação do Espírito Santo para usar seus dons na missão?

Aulas

Aula para adultos

Passagem bíblica em destaque

Mateus 25:14–30

Foco da aula

É preciso superar o medo para se dedicar plenamente à missão.

Objetivos

Os alunos irão…

  • compreender como o cuidado com toda a criação de Deus é prejudicado pelo medo.
  • adquirir uma compreensão mais profunda da graça e da generosidade de Deus.
  • compreender a profundidade do chamado à missão e estar pronto para assumir riscos.

Materiais

  • Bíblia
  • Comunidade de Cristo Canta (CCS)

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 25:14–30 no livro Sermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento (com ênfase no Evangelho segundo Mateus), pp. 118–119, disponível pela Herald House.

Reunir

Peça aos alunos que se revezem na leitura das estrofes de “Bring Many Names” ( CCS 5).

  • Que imagens de Deus são apresentadas? Acrescente outras imagens à lista.

Faça uma oração de louvor para honrar a Deus.

Participar

A parábola dos talentos costuma ser associada à administração do tempo, dos talentos e dos bens. O relato de Mateus oferece uma segunda lição que merece ser considerada.

Na parábola, três servos recebem talentos — ou dinheiro — para administrar em nome do dono. A quantia em dinheiro é astronômica. Um talento era uma unidade monetária equivalente a 15 anos de salário de um trabalhador comum! Eles não receberam instruções sobre como usar o dinheiro, mas, de alguma forma, compreenderam que eram responsáveis pelo que receberam. Os dois primeiros servos trabalharam diligentemente e dobraram os juros sobre o dinheiro que lhes foi confiado. O terceiro, que havia recebido a menor quantia, simplesmente enterrou seu talento.

Ao retornar, o mestre elogiou e recompensou os dois que haviam duplicado os talentos. O terceiro, que enterrou o seu talento, foi repreendido. Sua desculpa foi: “Mestre, eu sabia que você era um homem severo, que colhe onde não semeou e recolhe onde não espalhou sementes; por isso, tive medo e escondi o seu talento na terra. Aqui está o que é seu” (negrito adicionado).

Medo. O terceiro servo via o senhor como um juiz severo e cruel, e o medo o levou à inércia. Ele escolheu o caminho de menor resistência e não assumiu nenhum risco para melhorar os bens do senhor. De acordo com a parábola, porém, o senhor era extremamente generoso. Ele confiava tanto em seus servos que lhes deu enormes quantias de dinheiro para administrar enquanto estivesse ausente.

Uma lição que podemos tirar da parábola é que o que fazemos — ou deixamos de fazer — com o que Deus, em sua graça, nos confiou, molda nossas vidas e o mundo. A fé ativa assume riscos em nome do evangelho.

Nossa percepção ou compreensão de Deus é importante.

Em pequenos grupos ou com todo o grupo, discutam os efeitos de ver Deus como

  1. um dos principais responsáveis pela aplicação das regras.
  2. um Deus de graça e generosidade.

De que maneira sua percepção pessoal de Deus influencia suas ações?

De que forma a percepção que sua congregação tem de Deus afeta a missão?

Responder

Jesus conta essa parábola alguns dias antes de morrer na cruz. Sua morte testemunha o amor incondicional e abundante de Deus por toda a criação. Por Deus amar tanto, Jesus ressuscitou dos mortos para que pudéssemos saber que a vida é mais forte do que a morte. Mas, assim como aprendemos com a vida de Jesus, o discipulado traz riscos e desafios. Reflita sobre esta passagem de Doutrina e Convênios 164:9a–c.

a. Amados filhos da Restauração, a jornada de fé que vocês vêm percorrendo com Deus tem sido guiada por Deus, repleta de acontecimentos, desafiadora e, às vezes, surpreendente para vocês. Pela graça de Deus, vocês estão prontos para realizar a visão definitiva de Deus para a igreja.

b. Quando sua disposição de viver em comunidade sagrada como nova criação de Cristo superar seu medo natural da transformação espiritual e relacional, você se tornará quem foi chamado a ser. O surgimento da bela Sião, o reinado pacífico de Cristo, aguarda sua resposta sincera ao chamado de estabelecer e manter firmemente a aliança de paz de Deus em Jesus Cristo.

c. Esta aliança implica uma vida sacramental que respeite e revele a presença de Deus e sua ação reconciliadora na criação. Ela exige uma administração integral da vida, dedicada a ampliar os ministérios restauradores da igreja, especialmente aqueles voltados para afirmar o valor das pessoas, proteger a sacralidade da criação e aliviar o sofrimento físico e espiritual.

Discuta as seguintes questões.

  • De que maneira Deus está nos pedindo para usar os “talentos” que nos foram concedidos com generosidade e em abundância?
  • Quais são os riscos inerentes ao discipulado?
  • Quais são as bênçãos de se arriscar por Deus?

Enviar

Nesta semana, reflita sobre os seus dons e os da congregação. Os dons estão sendo utilizados em toda a sua plenitude? Durante um momento de meditação, diga: “Senhor, aqui estou; usa-me” e “Senhor, aqui estamos; usa-nos”. Ouça com atenção e anote no seu diário as ideias que vierem à sua mente. Busque uma compreensão mais profunda sobre como você ou sua congregação poderiam se arriscar na missão. Compartilhe isso com sua congregação.

Abençoe

Faça a seguinte oração.

Deus amoroso, criador de tudo o que foi, é e será, perdoa-nos. Perdoa-nos por não sabermos, por não compreendermos. Perdoa-nos por temermos arriscar, por não termos sabido multiplicar o tempo, o talento, os bens e o testemunho que nos confiaste para a construção do reino da paz.

Somente Tu és digno de louvor! Tu nos abençoaste com o suficiente e ainda de sobra. Que sejamos considerados dignos. Amém.

Aula para Jovens

Passagem bíblica em destaque

Mateus 25:14–30

Foco da aula

Deus nos convida a usar nossos dons e talentos para construir a visão de shalom de Deus.

Objetivos

Os alunos irão…

  • identificar os dons e talentos que lhes foram concedidos por Deus.
  • explorar maneiras de desenvolver e utilizar de forma responsável os dons e talentos como discípulos generosos.
  • explique como os dons e talentos podem se integrar às Iniciativas Missionárias.

Materiais

  • Bíblia
  • Compartilhando na Comunidade de Cristo, 4ª edição, Herald House, 2018
  • Papel de gráfico (9 folhas)
  • Marcadores
  • Papel e canetas

Nota para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 25:14–30 no livro Sermon & Class Helps, Ano B: Novo Testamento ( com ênfase no Evangelho segundo Mateus), pp. 118–119, disponível pela Herald House.

Reunir

Decisões

Pergunte aos membros do grupo o que eles fariam se tivessem uma quantia ilimitada de dinheiro. Faça uma lista das coisas que eles imaginaram e discutam como colocariam suas ideias em prática.

Participar

Talentos

Na parábola dos talentos, encontrada em Mateus 25:14–30, o homem distribuiu talentos aos seus servos. Um talento, nessa passagem, era uma unidade monetária cujo valor correspondia a mais do que o salário de um trabalhador ao longo de quinze anos. Leia Mateus 25:14–30.

Deus nos pede que sejamos bons administradores do que nos é dado. Isso significa que se espera que lidemos com as coisas com responsabilidade. Seja que Deus tenha abençoado nossas vidas com dinheiro ou com um talento específico, é importante usar essas coisas com sabedoria. Deus nos chama a usá-los para atender às necessidades dos outros. Podemos ler em 1 Coríntios 4:2 que é necessário que sejamos considerados fiéis. Muitas vezes, os dons que Deus nos confia são usados para satisfazer nossos próprios desejos e prioridades, em vez das de Deus. Assim como os três servos em Mateus 24, a quem foi dada a responsabilidade de usar seus talentos, quando usamos nossos dons com sabedoria, quando assumimos riscos com Deus, Ele nos abençoará com abundância. Aqueles que desperdiçam seus dons descobrem que logo lhes resta muito pouco. Eles usam seus dons para seus próprios interesses e logo percebem que Deus confiará essas responsabilidades a alguém que as utilizará bem.

Preparem-se para encenar esta passagem. Se possível, apresentem-na para um público mais jovem. Outra opção é assumirem o papel de diretores de cinema. Decidam quais atores atuais seriam os mais adequados para cada papel. Expliquem quais qualidades tornariam cada ator a melhor escolha para o papel.

Responder

Multiplicar

Quais são algumas das responsabilidades que Deus nos confia? De que maneiras podemos usar o que Deus nos deu para ajudar os outros? Peça a cada membro do grupo que faça uma lista dos talentos e habilidades que possui. Peça aos membros do grupo que sugiram dons e talentos que percebem nos outros membros, como senso de humor, caridade, alegria ou capacidade de organização. Peça a cada um que faça uma lista no papel das maneiras pelas quais seus talentos podem ser usados para ajudar os outros.

Escreva os Princípios 3, 4, 5 e 6 da “Resposta Generosa do Discípulo” em quatro folhas grandes de papel diferentes. Pergunte aos membros do grupo como cada um dos dons do grupo, a partir das listas que eles elaboraram, poderia ser aplicado dentro desses princípios, acrescentando suas ideias na página correspondente. Os princípios são:

Princípio 3 — Alinhar o coração e o dinheiro. Administrar o dinheiro que temos, independentemente do valor, expressa nosso desejo de amar e ajudar a Deus, ao próximo, a nós mesmos e ao mundo. Quando direcionamos nossas doações para os propósitos de Deus, nossos corações ficam mais alinhados com o coração de Deus.

Princípio 4 — Compartilhe generosamente. O dízimo é uma prática espiritual. É uma oferta de ação de graças a Deus, em resposta às dádivas generosas que Ele nos concede. Quando compartilhamos nossos dízimos, a igreja pode espalhar alegria, esperança, amor e paz pelo mundo, para que outras pessoas também possam experimentar a generosidade de Deus.

Princípio 5 — Poupe com sabedoria. Poupar é uma forma de nos prepararmos para o futuro. Isso nos dá a oportunidade de estender nosso amor e criar um amanhã melhor para nossas famílias, amigos, a missão da igreja e o mundo.

Princípio 6 — Gastar com responsabilidade. Gastar com responsabilidade é um compromisso de levar uma vida saudável e feliz em comunhão com Deus e com os outros. Os ensinamentos de Jesus nos desafiam a fazer escolhas de estilo de vida que, muitas vezes, vão contra a cultura dominante.

—Sharing in Community of Christ, 4ª edição, pp. 41–42
(Informações adicionais para discussão estão disponíveis nesta página.)

  • Como meus talentos e habilidades podem ser multiplicados para Deus?
  • Como podemos usar esses dons para ajudar a mudar o mundo?
  • Como podemos usá-los para transmitir a missão de shalom de Deus?

Aprofundando: A missão de Cristo é a nossa missão

A missão de Jesus Cristo é o que mais importa para a jornada que temos pela frente.

—Doutrina e Convênios 164:9 e seguintes

Para cada Iniciativa Missionária, identifique os dons e talentos dos membros do grupo que possam ser colocados a serviço da missão de Jesus Cristo. Como cada membro pode assumir um risco, assim como Jesus fez? Elabore um quadro para cada iniciativa e peça aos membros do grupo que registrem como podem usar seus dons e talentos em cada uma delas.

Convidar as pessoas a Cristo— A missão evangelizadora de Cristo

Acabar com a pobreza, pôr fim ao sofrimento— a missão de compaixão de Cristo

Buscar a paz na Terra— a missão de Cristo em prol da justiça e da paz

Formar discípulos para servir— Capacitar as pessoas para a missão de Cristo

Conheça as Congregações em Missão— Capacitar as congregações para a missão de Cristo

Enviar

Servos

Os servos elogiados pelo seu senhor levaram a sério o desafio que lhes foi proposto. Eles assumiram um risco, investiram com sabedoria o que lhes foi confiado e geraram mais do que poderiam compartilhar. Por seu bom trabalho, foram recompensados com maior responsabilidade e com a alegria de saber que estavam servindo bem ao seu patrão. Reflita e discuta as seguintes questões.

  • Que risco você está disposto a correr como um discípulo generoso de Jesus Cristo?
  • De que maneiras você está utilizando seus talentos de forma sensata?
  • Como é possível desenvolver dons e talentos?
  • O que você pode fazer esta semana para colocar seus dons e talentos a serviço de alguém?
  • Onde você pode se arriscar pela missão de Cristo?

Abençoe

No livro *O Profeta*, Kahlil Gibran escreveu:

Você dá muito pouco quando doa seus bens. É quando você se doa que realmente dá… Há quem dê com alegria, e essa alegria é a sua recompensa… É bom dar quando solicitado, mas é melhor dar por iniciativa própria, por compreensão; e, para quem tem o coração generoso, a busca por alguém que receba é uma alegria maior do que o próprio ato de dar.

—Kahlil Gibran, (Nova York: Knofp), 1972, pp. 20–22

Reflexão da semana: Pense, nesta semana, em como desenvolver seus dons e talentos de forma a servir à missão de Cristo. É isso que mais importa.

Encerre com uma oração.

Aula para crianças

Passagem bíblica em destaque

Mateus 25:14–30

Foco da aula

Deus confia em nós para tomarmos decisões responsáveis ao usar nossos talentos. Tomar decisões responsáveis exige que nos libertemos de nossos medos e do desejo de “jogar pelo seguro” e que assumamos riscos, assim como Jesus fez.

Objetivos

Os alunos irão…

  • explicar que as histórias das escrituras exigem estudo para que se compreenda seu significado.
  • identificar os dons e talentos que possuem.
  • discutir como superar o medo e a hesitação ao compartilhar nossos dons e talentos.

Materiais

  • História favorita para ler ou contar
  • Bíblia ou Bíblia de Histórias do Lecionário, Ano A, de Ralph Milton, ilustrada por Margaret Kyle (Wood Lake Publishing, 2007, ISBN 9781551455471)
  • Vários Frisbees™ ou outros discos voadores (de preferência de tamanhos e materiais diferentes)
  • Pratos de papel
  • Materiais de arte para decorar pratos (canetas hidrográficas, giz de cera, lápis de cor, adesivos, etc.)

Notas para o professor

Para se preparar para esta aula, leia “Explorando as Escrituras” sobre Mateus 25:14–30 , no livro Sermon & Class Helps, Ano A: Novo Testamento, pp. 118–119, disponível pela Herald House.

Reunir

Dê as boas-vindas às crianças na sala de aula e distribua alguns Frisbees™ (discos). Leve as crianças para fora da sala ou para um local onde possam passar alguns minutos jogando-os. Peça às crianças que prestem muita atenção ao comportamento dos diferentes discos quando os jogarem.

Participar

Voltem para a sala de aula e reúnam-se para ouvir a história bíblica. Leiam “Uma história de cabeça para baixo” , baseada em Mateus 25:14–30 , do livro Lectionary Story Bible, Ano A, pp. 240–241.

Nota para o professor

Termine a história na metade da página 241 com a frase do homem rico: “Não quero mais ver você de jeito nenhum. Você pode ir trabalhar para outra pessoa. Me devolva meu dinheiro e saia daqui!” Se você ler a parte final da história tal como está escrita, isso vai confundir o foco desta lição.

Pergunte:

  • O que você achou dessa história? Reconheça as preocupações que os alunos possam ter sobre a forma como o terceiro escravo foi tratado.
  • O que você acha que Jesus estava tentando ensinar às pessoas com essa história?

Diga aos alunos que, às vezes, precisamos buscar o significado nas histórias das escrituras. Até mesmo os professores precisam estudar para compreender o que a passagem das escrituras está tentando nos ensinar. Leia este trecho do “Sermão e Auxílios para a Aula”:

Por meio dessa parábola, Jesus está tentando ajudar as pessoas a confiarem no que Deus já fez por nós…

O retorno sobre o investimento dos servos que receberam cinco e dois talentos foi impressionante. Embora o senhor elogie seus esforços, sua reação parece modesta, dada a importância dos ganhos obtidos. O foco da história passa rapidamente para o servo que optou por enterrar seu único talento. A reação do senhor a esse servo parece extrema e severa do ponto de vista do servo, que estava tentando manter o talento do senhor a salvo.

A atitude do servo parece preguiçosa e equivocada do ponto de vista do mestre, que confiou nele para tomar decisões responsáveis sobre o uso do talento.

À medida que avançamos na história, percebemos que o escravo que enterrou o talento toma essa decisão por medo. O servo não confia na natureza de seu senhor. Ele tem medo do que o senhor possa fazer; por isso, o servo escolhe o que considera o caminho menos arriscado, enterrando o talento para protegê-lo. O senhor pergunta por que o servo perderia a oportunidade segura de ganhar juros no banco se achava que o senhor era tão exigente. Ironicamente, percebemos que o medo do servo o impediu de tomar uma decisão responsável.

Pergunte novamente:

  • O que você acha que Jesus estava tentando ensinar às pessoas com essa história?

Responder

Explique às crianças que a versão da história que lemos falava de sacos de dinheiro, mas que a Bíblia usa a palavra “talentos”. Explique-lhes que a versão bíblica também se refere ao dinheiro. É importante lembrar que Deus nos dá mais do que dinheiro para compartilharmos generosamente. Deus também nos dá dons e talentos.

Retire os discos de novo. Diga às crianças: “Esses discos podem não parecer grande coisa. Alguns deles podem estar gastos e bem usados. O que vocês notaram neles quando estávamos brincando com eles há pouco? O que eles faziam?”

Ajude as crianças a entender que um Frisbee™ foi feito para voar. Pergunte às crianças se os Frisbees™ seriam capazes de cumprir sua função se estivessem enterrados. Reconheça que eles parecem diferentes, podem até voar de maneira diferente, mas todos foram feitos para voar.

Pergunte:

  • Que dons Deus lhe concedeu que você pode usar?
  • Você já sentiu medo de usar seus dons? Como você pode superar esse medo?

Distribua pratos de papel e materiais de arte. Peça às crianças que imaginem que este Frisbee™ (disco) são elas mesmas. Peça que o decorem com os talentos que possuem.

Aprofundando o assunto

Faça estas perguntas adicionais aos alunos:

  • Onde Deus está agindo no seu mundo e chamando você a se arriscar a se envolver?
  • O que te preocupa em correr riscos para usar seus dons e ajudar a mudar o mundo?
  • Como você supera o medo e segue a orientação do Espírito Santo para usar seus dons na missão?

Enviar

Quando os alunos tiverem terminado seus discos de papel, peça que compartilhem como podem usar seus talentos para fazer crescer o amor de Deus no mundo.

Abençoe

Leve as crianças de volta ao local onde vocês jogaram Frisbees™ (discos) há pouco. Peça a cada criança que faça uma oração de agradecimento a Deus pelo seu talento enquanto lança um Frisbee™ (disco).

Nota para o professor

Para esta atividade, use os Frisbees™ (discos) de verdade, em vez dos que os alunos fizeram. Os pratos de papel não voam tão bem assim, e você quer que as orações deles voem alto!

Terça-feira de doações

Duplique seu impacto

Este ano, cada doação para a Worldwide Mission Tithes será equiparada em até US$ 250.000. Sua generosidade ajuda a compartilhar esperança e paz com pessoas de todo o mundo.

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